terça-feira, 24 de maio de 2011

Dicas para-se planejar um intercâmbio, curso no exterior exige planejamento e organização

Intercâmbio exige planejamento e organização
Decidiu estudar no exterior, mas está cheio de dúvidas? Listamos algumas dicas que irão ajudá-lo a planejar sua termporada internacional

Se eu decidir viajar por conta própria, o que devo fazer? Como organizar meu intercâmbio sozinho?
Pesquise sobre o país e a cidade que você escolheu, para confirmar se oferecem boas escolas, cursos e oportunidades de trabalho. Verifique o clima, a cultura e a culinária da região para evitar problemas de adaptação. Tenha em mente que, mesmo economizando, você terá mais trabalho para providenciar visto, a matrícula na instituição de ensino, a compra da passagem aérea, etc.Nesse caso, as melhores referências são os amigos e conhecidos. Peça a eles todas as dicas possíveis.


Se eu optar por uma agência de intercâmbio, como saber se ela é idônea?
Para saber se uma agência de intercâmbio é idônea, faça buscas nos sites do Tribunal de Justiça de seu Estado e no Procon, pois um número considerável de ações judiciais envolvendo a mesma empresa é um péssimo sinal. Na Internet, há também fóruns de discussão sobre intercâmbio, nos quais você pode pedir indicações e referências sobre agências. Evite aquelas que ninguém conhece e pesquise preços e condições pessoalmente.

Posso trabalhar no país de destino enquanto estudo?Isso vai depender das regras de cada país. Algumas nações, como a Austrália, permitem o trabalho, desde que seja em meio período e que sua matrícula em uma instituição de ensino seja de seis meses. O ideal é entrar em contato com a embaixada do país de destino para obter mais detalhes.

Se eu perder meus documentos no exterior, o que devo fazer?Caso haja qualquer incidente, em que você perca o passaporte ou outros documentos, como carteiras de identidade e habilitação, procure uma delegacia local para registrar a ocorrência. O próximo passo é comunicar o Consulado brasileiro, que deve lhe dar assistência para encontrá-los ou agilizar a emissão de novos documentos.

Se eu desistir do meu intercâmbio, após ter assinado contrato, quanto a agência me cobrará de multa?
Não existe uma lei específica que determine o limite da cobrança, mas os tribunais têm entendido que a cobrança de até 20% do pacote está dentro da realidade. Porém fique atento, pois a existência de conflitos políticos e epidemias no país que você havia escolhido são motivos justos para uma rescisão de contrato sem pagamento de multa.

Em caso de conflito político ou catástrofe natural no país onde faço intercâmbio, o que devo fazer?Primeiro é importante destacar que as leis aplicáveis são as leis do país em que você está, por uma questão de soberania nacional, mas há tratados e acordos entre nações que podem facilitar a entrada, permanência ou saída de determinado território. Então, caso aconteça qualquer problema político desta grandeza, procure a embaixada brasileira.

Que tipo de assistência as agências devem prestar ao intercambista? A principal assistência é a informação. O contrato com a agência não acaba quando você viaja para o outro país, muito pelo contrário, todas as garantias são estendidas durante a execução desse contrato. Então, nestes casos a agência deve ter um canal aberto de contato, seja via telefônica, Internet ou pessoalmente com o intercambista.

Estando no país de destino, como posso estender meu período de intercâmbio? O tempo de permanência ou motivos de entrada em determinado país é decidido na hora do visto, então caso queira permanecer por mais tempo que o previsto em seu visto, procure a embaixada para pedir a prorrogação.


Última atualização em Maio de 2011

Fonte: http://www.proteste.org.br/consumidor/interceacirc-mbio-exige-planejamento-e-organizaeccedil-eatilde-o-s541291.htm

Viagens e intercâmbios Culturais

ClickGyn entrevista a especialista em viagens e intercâmbios Culturais, Elaine Arão Gouraud

Para compreender as vantagens e como se preparar para realizar uma viagem ao exterior, o programa Clickgyn convidou a Prof. de Línguas e Especialista em Viagens e Intercâmbios Culturais, Elaine Arão Gouraud.


Na edição que já está disponível no site, na galeria de vídeos, a professora Elaine destacou a dificuldade que as pessoas encontram ao viajar para o exterior.


Na maioria das vezes, viajar sem conhecer um pouco da língua e da cultura dos países estrangeiros torna a viagem difícil. Para sanar este tipo de problema, a professora aconselha que as pessoas estudem pelo menos um pouco antes de embarcar.


Elaine Gouraud, também falou de suas experiências como guia de turismo e como professora de línguas. Em destaque, falou dos lugares mais visitados pelos brasileiros como, por exemplo, Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Austrália e Europa.


A professora afirma que as viagens que ela organiza são feitas com critérios, pois, deve-se observar o clima, as estações e a infra- estrutura do país, e arrematou dando uma dica, “África do Sul é um país colonizado pela Inglaterra, França e Holanda com maior cultura Inglesa”, “é um país que oferece Infra-estrutura de um país de primeiro mundo”.


Acompanhe a entrevista na íntegra acessando o link: http://www.programaclickgyn.com.br/videos.php

A programação do Clickgyn é exibida aos sábados na TV Capital - Canal 32 (TV aberta) e Canal 21 (NET TV) às 17h45

Veja o vídeo!



A Prof. Elaine A. Gouraud fala sobre viagens ao exterior

A Prof. de Línguas especialista em intercâmbios e viagens culturais, Elaine Arão Gouraud fala das vantagens, da acessibilidade e da necessidade de conhecer a língua e a cultura dos estrangeiros para se fazer uma viagem ao exterior.

Comitiva do Canadá intensifica intercâmbio

“É importante que os alunos tenham a visão internacional da educação", afirma o presidente do Sinepe.



Foto: Rivelino Meireles/GES
Uma comitiva da Columbia International College, do Canadá, está no Rio Grande do Sul e visitou Novo Hamburgo. Na quarta-feira, o diretor executivo, Clement Chan, e a coordenadora de relações com a América Latina, Janet Ara, foram recebidos pelo Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no Estado (Sinepe/RS) para conhecer seis escolas do Estado e participar do Seminário de Diretores, que ocorre amanhã em Porto Alegre. Também integrou a comitiva Eduardo Santos Rosário Lima, gerente de operações da Columbia. Na semana passada, o presidente do Sinepe, Osvino Toillier, levou a comitiva para conhecer a Instituição Evangélica de Novo Hamburgo.


O objetivo das visitas, segundo Toillier, é proporcionar o intercâmbio de alunos brasileiros para o Canadá. “É importante que os alunos tenham a visão internacional da educação. Realizamos intercâmbios com a Columbia desde 2009”, comentou o dirigente.


Saiba mais


A Columbia Internacional College tem 1,6 mil alunos, sendo 95% internacionais. Metade dos alunos formados na escola vão para a Universidade de Toronto, a melhor do Canadá.





Fonte: http://www.diariodecanoas.com.br/novo-hamburgo/321946/comitiva-do-canada-intensifica-intercambio-veja-video.html


Fonte Vídeo: http://www.jornalnh.com.br/webtv/entrevista/321870/comitiva-da-columbia-international-college-do-canada-visita-novo-hamburgo.html

domingo, 22 de maio de 2011

Indústrias e usinas da região atraem turistas

Foto: Matheus Urenha / A Cidade
Grupo de estudantes de Oklahoma conhecem Usina da Pedra

Universidades do exterior e empresas fazem parcerias para desenvolvimento técnico e educacional


Indústrias e usinas da região atraem estudantes de universidades do exterior para turismo de negócio. Além de mostrar a produção de um produto genuinamente brasileiro, como a cana-de-açúcar, empresas nacionais têm interesse em firmar parcerias futuras com os polos de conhecimento e, com isso, trazer universitários para estagiar em áreas técnicas.

Por outro lado, os estudantes querem aprimorar o conhecimento acadêmico por meio de projetos de pesquisa. É o caso de um grupo de estudantes de engenharia agrícola e ciência animal da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, que visitou a Usina da Pedra, em Serrana, o Instituto de Zootecnia e o Centro de Genética em Sertãozinho.

Os 15 universitários, que passaram pela região na semana passada, conheceram o processo de tratamento da cana-de-açúcar e assistiram a uma apresentação sobre a produção do plástico biodegradável, cuja planta piloto está em desenvolvimento desde 2004 na Usina da Pedra.

O professor Silvano Abreu disse que os estudantes se interessaram mais e que pode surgir interesse em firmar parceria com a usina, que até construiu um prédio na Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) para alunos produzirem equipamentos a partir do plástico nas máquinas já instaladas.

Ele diz que a escolha das empresas e indústrias visitadas está relacionada com as características de áreas tropicais ou subtropicais, que não existem nos países de origem. "Já existe parceria para intercâmbios entre a Oklahoma State University com a Unesp de Botucatu e a Universidade Estadual de Londrina, no Paraná.

Tecnologia biodegradável é chamariz

O gerente administrativo de produção de plástico biodegradável da Usina da Pedra, Eduardo Brondi, diz que o Brasil é referência mundial na produção de açúcar e álcool.

"Empresas nacionais e internacionais têm muito interesse em saber como funciona toda a área tecnológica das usinas e, agora, do plástico biodegradável. Para nós, é um prazer mostrar isso", afirma.

Brondi diz que a Usina já firmou dezenas de parcerias com universidades.

A assessoria da Usina da Pedra informou que, para a produção do plástico biodegradável, uma bactéria é jogada na produção do açúcar, para "comê-lo" e ficar gorda. A gordura que se forma ao redor da bactéria, quando ela está obesa, é a matéria-prima do polímero que resulta no plástico.

O produto pronto pode ser transformado em painéis de veículos, sandálias, entre outros objetos, mas ainda não há comercialização.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/cidades/2011/05/21/industrias-e-usinas-da-regiao-atraem-turistas.html

Real valorizado aquece a procura por viagens para fora

Com estabilidade da economia e vantagem da moeda sobre o dólar, os cearenses investem mais em educação

A dobradinha dólar baixo e parcelamento tem sido mais do que positiva para o desempenho do setor de viagens a lazer e, sobretudo, de estudos. Agências especializadas em intercâmbios comemoram crescimento de mais de 50% nas vendas do serviço no ano passado, na comparação com o ano anterior. Mas já há quem acuse a venda do dobro de pacotes comercializados só no primeiro quadrimestre de 2011, aqui em Fortaleza.

É o caso da CI. Segundo Darlan Loureiro, gerente da unidade na Capital cearense, as vendas globais da empresa, em 2010, cresceram mais de 50% "e aqui, em Fortaleza, temos crescido mais de 100% só neste ano". "A queda do dólar sem dúvida facilita e aumenta o poder aquisitivo do cliente para viagens ao exterior, e o intercâmbio cultural também é beneficiado por isso", destaca.

Na avaliação do gerente de Intercâmbio da STB em Fortaleza, Wellington Oliveira, outra agência especializada no segmento, além da depreciação do dólar, está havendo uma mudança no comportamento do consumidor, com a estabilidade da economia brasileira.

"O mercado está se planejando mais. Se antes as pessoas se preparavam com seis meses de antecedência, atualmente chega a pelo menos um ano antes, o que possibilita parcelar o pagamento em mais vezes, em 12 prestações sem juros, até a data da viagem. Então fica bem mais fácil viajar", explica.

Como resultado, a empresa assistiu a um crescimento em torno de 20% nas vendas aqui no Ceará, no ano passado, frente a 2009, com esse porcentual subindo para 30% quando a viagem é a lazer.

"O que se vê é que o cearense está investindo mais em educação fora do País", fala.

Promoções

Um outro fator a considerar, acrescenta Oliveira, é que as escolas no exterior estão focadas no mercado brasileiro. "Elas têm oferecido promoções, com descontos que podem chegar a 30%", afirma.

Entre os destinos mais procurados, apontam os representante das duas empresas, estão países como Canadá, Estados Unidos, e ainda Holanda, França, Suíça, Alemanha e Inglaterra, dado que o euro e a libra, moedas que circulam pela Europa, também tem se depreciado frente o real. "Há cinco anos atrás, a procura pela Europa não acontecia", recorda.

"Com dólar mais baixo, as passagens aéreas, da mesma forma, têm ficado mais em conta, e destinos como Austrália, Nova Zelândia, mais distantes, vêm ficando acessíveis", emenda Oliveira, da STB.

Casas de câmbio
Desde o início do ano, as casas de câmbio já vêm indicando aumento nas negociações, especialmente, de cearenses que estão realizando viagens internacionais. Duas importantes empresas do setor, a Fitta e a Confidence, não querem perder de vista esse nicho de mercado. Neste ano, ambas estão ampliando, com mais uma loja cada, sua atuação no Estado.

Segundo o diretor da região Nordeste da Confidence, Artur Schutte, as vendas realizadas em um maior número de parcelas são um indutor relevante nessa elevação e, de certa forma, a explosão de cearenses que estão indo para fora do Brasil. "A venda de bilhetes em 12 e até 24 vezes facilita bastante", fala.

Conforme o diretor de Operações de Câmbio do Grupo Fitta, Fabiano Rufato, a economia brasileira está muito mais robusta e o dólar turismo menos valorizado. Isso tem contribuído para esse desempenho. "O brasileiro ganhou um poder aquisitivo lá fora bastante interessante. Temos visto cada vez mais pessoas viajando para fora do País. Por isso, o recorde de gasto no exterior, que em 2010 chegou a US$ 16,5 bilhões ante US$ 10,9 bilhões em 2009", comenta.

Ainda de acordo com ele, para o Ceará, o real mais vigoroso tem repercussão positiva e outra não para o segmento. Mais cearenses viajam e elevam as conversões cambiais. Porém, menos estrangeiros tendem a vir para o Estado. "Para o Nordeste é ruim por isso. Ele perde por esse outro lado. Os turistas tendem a procurar destinos mais baratos. Mesmo assim, a balança é favorável", revela.

ANCHIETA DANTAS JR.
REPÓRTER

OPORTUNIDADE DE OURO
É a vez do cearense no intercâmbio estudantil

Aprimorar a língua francesa, conhecer uma cultura diferente e voltar com a mala cheia de produtos que, por aqui, custam os olhos da cara. É o que espera a estudante universitária e futura arquiteta, Lorena Araújo, de 21 anos de idade, que, no meio deste ano, vai viver a primeira experiência longe do Brasil sem estar acompanhada dos pais.

"Antes eu viajei com eles, a turismo. E me lembro que estava bem mais caro, naquela época. Agora, quero aprofundar meus estudos no francês e ganhar conversação", conta, sob a forte expectativa de quem vai passar aproximadamente um mês e meio, em Paris.

A exemplo do dólar, o euro também mais acessível no comparativo dos últimos anos contribuiu para que esse fosse o momento ideal para realizar essa viagem.

Economia acentuada
O desembolso das despesas dessa viagem deve chegar a uma economia de mais de 50% no valor total das despesas, ou melhor, do investimento que ela está fazendo. "Procurei a empresa de intercâmbio estudantil na faculdade. Lá, me mostraram os diversos pacotes com os diferentes preços. Escolhi o que oferece alimentação integral e que me permite ficar na residência de uma família francesa", conta ela, com a certeza de quem fez um excelente negócio e já pensa mais à frente.

"O preço está muito bom. Já estou pesquisando intercâmbios mais longos, de seis meses, pelo menos, além de pós-graduações para quando concluir o curso continuar me especializando", diz Lorena, referindo-se a convênios oferecidos pela Unifor com importantes universidades da Europa.

Produtos mais baratos
Assim como ela, outras dezenas de jovens cearenses estão aproveitando a chance oferecida pela conjuntura econômica e a elevação da moeda brasileira na relação cambial para sair pela primeira vez do Brasil. Além de ampliarem o conhecimento de mundo, através do contato com culturas diferentes da nossa, os cearenses também estão tirando proveito dos preços mais baixos dos produtos, que nas prateleiras do varejo local são bem mais caros. "Estou juntando dinheiro já há algum tempo para poder comprar, especialmente, os produtos de grifes. Meus preferidos são roupas, bolsas, relógios e perfumes", revela, animada com a possibilidade de encontrar os importados por um preço bem mais barato.



Oliveira da STB: o mercado está se planejando mais. Atualmente, as pessoas se preparam um ano antes




FOTO: KIKO SILVA
Loureiro da CI: queda do dólar facilita e aumenta o poder aquisitivo do cliente para viagens ao exterior


FOTO: FRANCISCO VIANA

Lorena Araújo, de 21 anos, está aproveitando o fortalecimento da moeda brasileira para realizar a experiência inédita para ela de morar sozinha em Paris, para exercitar o francês
FOTO: FRANCISCO VIANA

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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