terça-feira, 24 de maio de 2011

Viagens e intercâmbios Culturais

ClickGyn entrevista a especialista em viagens e intercâmbios Culturais, Elaine Arão Gouraud

Para compreender as vantagens e como se preparar para realizar uma viagem ao exterior, o programa Clickgyn convidou a Prof. de Línguas e Especialista em Viagens e Intercâmbios Culturais, Elaine Arão Gouraud.


Na edição que já está disponível no site, na galeria de vídeos, a professora Elaine destacou a dificuldade que as pessoas encontram ao viajar para o exterior.


Na maioria das vezes, viajar sem conhecer um pouco da língua e da cultura dos países estrangeiros torna a viagem difícil. Para sanar este tipo de problema, a professora aconselha que as pessoas estudem pelo menos um pouco antes de embarcar.


Elaine Gouraud, também falou de suas experiências como guia de turismo e como professora de línguas. Em destaque, falou dos lugares mais visitados pelos brasileiros como, por exemplo, Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Austrália e Europa.


A professora afirma que as viagens que ela organiza são feitas com critérios, pois, deve-se observar o clima, as estações e a infra- estrutura do país, e arrematou dando uma dica, “África do Sul é um país colonizado pela Inglaterra, França e Holanda com maior cultura Inglesa”, “é um país que oferece Infra-estrutura de um país de primeiro mundo”.


Acompanhe a entrevista na íntegra acessando o link: http://www.programaclickgyn.com.br/videos.php

A programação do Clickgyn é exibida aos sábados na TV Capital - Canal 32 (TV aberta) e Canal 21 (NET TV) às 17h45

Veja o vídeo!



A Prof. Elaine A. Gouraud fala sobre viagens ao exterior

A Prof. de Línguas especialista em intercâmbios e viagens culturais, Elaine Arão Gouraud fala das vantagens, da acessibilidade e da necessidade de conhecer a língua e a cultura dos estrangeiros para se fazer uma viagem ao exterior.

Comitiva do Canadá intensifica intercâmbio

“É importante que os alunos tenham a visão internacional da educação", afirma o presidente do Sinepe.



Foto: Rivelino Meireles/GES
Uma comitiva da Columbia International College, do Canadá, está no Rio Grande do Sul e visitou Novo Hamburgo. Na quarta-feira, o diretor executivo, Clement Chan, e a coordenadora de relações com a América Latina, Janet Ara, foram recebidos pelo Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no Estado (Sinepe/RS) para conhecer seis escolas do Estado e participar do Seminário de Diretores, que ocorre amanhã em Porto Alegre. Também integrou a comitiva Eduardo Santos Rosário Lima, gerente de operações da Columbia. Na semana passada, o presidente do Sinepe, Osvino Toillier, levou a comitiva para conhecer a Instituição Evangélica de Novo Hamburgo.


O objetivo das visitas, segundo Toillier, é proporcionar o intercâmbio de alunos brasileiros para o Canadá. “É importante que os alunos tenham a visão internacional da educação. Realizamos intercâmbios com a Columbia desde 2009”, comentou o dirigente.


Saiba mais


A Columbia Internacional College tem 1,6 mil alunos, sendo 95% internacionais. Metade dos alunos formados na escola vão para a Universidade de Toronto, a melhor do Canadá.





Fonte: http://www.diariodecanoas.com.br/novo-hamburgo/321946/comitiva-do-canada-intensifica-intercambio-veja-video.html


Fonte Vídeo: http://www.jornalnh.com.br/webtv/entrevista/321870/comitiva-da-columbia-international-college-do-canada-visita-novo-hamburgo.html

domingo, 22 de maio de 2011

Indústrias e usinas da região atraem turistas

Foto: Matheus Urenha / A Cidade
Grupo de estudantes de Oklahoma conhecem Usina da Pedra

Universidades do exterior e empresas fazem parcerias para desenvolvimento técnico e educacional


Indústrias e usinas da região atraem estudantes de universidades do exterior para turismo de negócio. Além de mostrar a produção de um produto genuinamente brasileiro, como a cana-de-açúcar, empresas nacionais têm interesse em firmar parcerias futuras com os polos de conhecimento e, com isso, trazer universitários para estagiar em áreas técnicas.

Por outro lado, os estudantes querem aprimorar o conhecimento acadêmico por meio de projetos de pesquisa. É o caso de um grupo de estudantes de engenharia agrícola e ciência animal da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, que visitou a Usina da Pedra, em Serrana, o Instituto de Zootecnia e o Centro de Genética em Sertãozinho.

Os 15 universitários, que passaram pela região na semana passada, conheceram o processo de tratamento da cana-de-açúcar e assistiram a uma apresentação sobre a produção do plástico biodegradável, cuja planta piloto está em desenvolvimento desde 2004 na Usina da Pedra.

O professor Silvano Abreu disse que os estudantes se interessaram mais e que pode surgir interesse em firmar parceria com a usina, que até construiu um prédio na Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) para alunos produzirem equipamentos a partir do plástico nas máquinas já instaladas.

Ele diz que a escolha das empresas e indústrias visitadas está relacionada com as características de áreas tropicais ou subtropicais, que não existem nos países de origem. "Já existe parceria para intercâmbios entre a Oklahoma State University com a Unesp de Botucatu e a Universidade Estadual de Londrina, no Paraná.

Tecnologia biodegradável é chamariz

O gerente administrativo de produção de plástico biodegradável da Usina da Pedra, Eduardo Brondi, diz que o Brasil é referência mundial na produção de açúcar e álcool.

"Empresas nacionais e internacionais têm muito interesse em saber como funciona toda a área tecnológica das usinas e, agora, do plástico biodegradável. Para nós, é um prazer mostrar isso", afirma.

Brondi diz que a Usina já firmou dezenas de parcerias com universidades.

A assessoria da Usina da Pedra informou que, para a produção do plástico biodegradável, uma bactéria é jogada na produção do açúcar, para "comê-lo" e ficar gorda. A gordura que se forma ao redor da bactéria, quando ela está obesa, é a matéria-prima do polímero que resulta no plástico.

O produto pronto pode ser transformado em painéis de veículos, sandálias, entre outros objetos, mas ainda não há comercialização.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/cidades/2011/05/21/industrias-e-usinas-da-regiao-atraem-turistas.html

Real valorizado aquece a procura por viagens para fora

Com estabilidade da economia e vantagem da moeda sobre o dólar, os cearenses investem mais em educação

A dobradinha dólar baixo e parcelamento tem sido mais do que positiva para o desempenho do setor de viagens a lazer e, sobretudo, de estudos. Agências especializadas em intercâmbios comemoram crescimento de mais de 50% nas vendas do serviço no ano passado, na comparação com o ano anterior. Mas já há quem acuse a venda do dobro de pacotes comercializados só no primeiro quadrimestre de 2011, aqui em Fortaleza.

É o caso da CI. Segundo Darlan Loureiro, gerente da unidade na Capital cearense, as vendas globais da empresa, em 2010, cresceram mais de 50% "e aqui, em Fortaleza, temos crescido mais de 100% só neste ano". "A queda do dólar sem dúvida facilita e aumenta o poder aquisitivo do cliente para viagens ao exterior, e o intercâmbio cultural também é beneficiado por isso", destaca.

Na avaliação do gerente de Intercâmbio da STB em Fortaleza, Wellington Oliveira, outra agência especializada no segmento, além da depreciação do dólar, está havendo uma mudança no comportamento do consumidor, com a estabilidade da economia brasileira.

"O mercado está se planejando mais. Se antes as pessoas se preparavam com seis meses de antecedência, atualmente chega a pelo menos um ano antes, o que possibilita parcelar o pagamento em mais vezes, em 12 prestações sem juros, até a data da viagem. Então fica bem mais fácil viajar", explica.

Como resultado, a empresa assistiu a um crescimento em torno de 20% nas vendas aqui no Ceará, no ano passado, frente a 2009, com esse porcentual subindo para 30% quando a viagem é a lazer.

"O que se vê é que o cearense está investindo mais em educação fora do País", fala.

Promoções

Um outro fator a considerar, acrescenta Oliveira, é que as escolas no exterior estão focadas no mercado brasileiro. "Elas têm oferecido promoções, com descontos que podem chegar a 30%", afirma.

Entre os destinos mais procurados, apontam os representante das duas empresas, estão países como Canadá, Estados Unidos, e ainda Holanda, França, Suíça, Alemanha e Inglaterra, dado que o euro e a libra, moedas que circulam pela Europa, também tem se depreciado frente o real. "Há cinco anos atrás, a procura pela Europa não acontecia", recorda.

"Com dólar mais baixo, as passagens aéreas, da mesma forma, têm ficado mais em conta, e destinos como Austrália, Nova Zelândia, mais distantes, vêm ficando acessíveis", emenda Oliveira, da STB.

Casas de câmbio
Desde o início do ano, as casas de câmbio já vêm indicando aumento nas negociações, especialmente, de cearenses que estão realizando viagens internacionais. Duas importantes empresas do setor, a Fitta e a Confidence, não querem perder de vista esse nicho de mercado. Neste ano, ambas estão ampliando, com mais uma loja cada, sua atuação no Estado.

Segundo o diretor da região Nordeste da Confidence, Artur Schutte, as vendas realizadas em um maior número de parcelas são um indutor relevante nessa elevação e, de certa forma, a explosão de cearenses que estão indo para fora do Brasil. "A venda de bilhetes em 12 e até 24 vezes facilita bastante", fala.

Conforme o diretor de Operações de Câmbio do Grupo Fitta, Fabiano Rufato, a economia brasileira está muito mais robusta e o dólar turismo menos valorizado. Isso tem contribuído para esse desempenho. "O brasileiro ganhou um poder aquisitivo lá fora bastante interessante. Temos visto cada vez mais pessoas viajando para fora do País. Por isso, o recorde de gasto no exterior, que em 2010 chegou a US$ 16,5 bilhões ante US$ 10,9 bilhões em 2009", comenta.

Ainda de acordo com ele, para o Ceará, o real mais vigoroso tem repercussão positiva e outra não para o segmento. Mais cearenses viajam e elevam as conversões cambiais. Porém, menos estrangeiros tendem a vir para o Estado. "Para o Nordeste é ruim por isso. Ele perde por esse outro lado. Os turistas tendem a procurar destinos mais baratos. Mesmo assim, a balança é favorável", revela.

ANCHIETA DANTAS JR.
REPÓRTER

OPORTUNIDADE DE OURO
É a vez do cearense no intercâmbio estudantil

Aprimorar a língua francesa, conhecer uma cultura diferente e voltar com a mala cheia de produtos que, por aqui, custam os olhos da cara. É o que espera a estudante universitária e futura arquiteta, Lorena Araújo, de 21 anos de idade, que, no meio deste ano, vai viver a primeira experiência longe do Brasil sem estar acompanhada dos pais.

"Antes eu viajei com eles, a turismo. E me lembro que estava bem mais caro, naquela época. Agora, quero aprofundar meus estudos no francês e ganhar conversação", conta, sob a forte expectativa de quem vai passar aproximadamente um mês e meio, em Paris.

A exemplo do dólar, o euro também mais acessível no comparativo dos últimos anos contribuiu para que esse fosse o momento ideal para realizar essa viagem.

Economia acentuada
O desembolso das despesas dessa viagem deve chegar a uma economia de mais de 50% no valor total das despesas, ou melhor, do investimento que ela está fazendo. "Procurei a empresa de intercâmbio estudantil na faculdade. Lá, me mostraram os diversos pacotes com os diferentes preços. Escolhi o que oferece alimentação integral e que me permite ficar na residência de uma família francesa", conta ela, com a certeza de quem fez um excelente negócio e já pensa mais à frente.

"O preço está muito bom. Já estou pesquisando intercâmbios mais longos, de seis meses, pelo menos, além de pós-graduações para quando concluir o curso continuar me especializando", diz Lorena, referindo-se a convênios oferecidos pela Unifor com importantes universidades da Europa.

Produtos mais baratos
Assim como ela, outras dezenas de jovens cearenses estão aproveitando a chance oferecida pela conjuntura econômica e a elevação da moeda brasileira na relação cambial para sair pela primeira vez do Brasil. Além de ampliarem o conhecimento de mundo, através do contato com culturas diferentes da nossa, os cearenses também estão tirando proveito dos preços mais baixos dos produtos, que nas prateleiras do varejo local são bem mais caros. "Estou juntando dinheiro já há algum tempo para poder comprar, especialmente, os produtos de grifes. Meus preferidos são roupas, bolsas, relógios e perfumes", revela, animada com a possibilidade de encontrar os importados por um preço bem mais barato.



Oliveira da STB: o mercado está se planejando mais. Atualmente, as pessoas se preparam um ano antes




FOTO: KIKO SILVA
Loureiro da CI: queda do dólar facilita e aumenta o poder aquisitivo do cliente para viagens ao exterior


FOTO: FRANCISCO VIANA

Lorena Araújo, de 21 anos, está aproveitando o fortalecimento da moeda brasileira para realizar a experiência inédita para ela de morar sozinha em Paris, para exercitar o francês
FOTO: FRANCISCO VIANA

Cartões pré-pagos permitem acompanhamento dos gastos de seus filhos em viagens internacionais

Produto possibilita recargas a distância e acompanhamento online de despesas, além de ser opção mais econômica.

As férias escolares estão próximas e nesse período muitas crianças e adolescentes se preparam para viagens internacionais sem a companhia dos pais. Intercâmbio e excursões são os principais motivos que levam estes jovens a outros países, seja em busca de diversão ou para aprender um novo idioma.

O Grupo FITTA, pioneiro em franchising de agências de câmbio no Brasil, oferece uma solução que facilita a administração das despesas para os pais que enviarão seus filhos para o exterior: o FITTA Cash Passport. Trata-se de um cartão de viagens pré-pago em moedas estrangeiras que substitui cartões de crédito e travelers cheques.

Aceito para compras em cerca de 32 milhões de estabelecimentos e para saque em mais de 1,8 milhão de caixas automáticos em todo o mundo, o FITTA Cash Passport pode ser carregado pelos pais em dólares americanos, euros ou libras, antes e durante a viagem, de acordo com a necessidade dos filhos. Entre os diferenciais do novo cartão estão o chip de segurança, senha e assinatura pessoal, prazo de validade de cinco anos, capacidade de armazenamento de até US$ 20 mil e movimentação anual de até US$ 60 mil, a maior do mercado.

O cartão pré-pago possibilita aos pais uma melhor gestão das despesas dos filhos, uma vez que transações e recargas podem ser controladas e ambos têm acesso ao saldo e ao extrato online. “Mesmo a distância, os pais poderão ter total controle sobre os gastos, podendo interferir quando os filhos extrapolarem ou realizar novas recargas quando necessário”, afirma o diretor comercial do Grupo FITTA, Luiz Ramos.

Uma grande vantagem do FITTA Cash Passport é que, além de possuir senha e assinatura, característica que aumenta a segurança em casos de extravio, ele também oferece outros benefícios como isenção de anuidade e taxas muito menores do que os tradicionais cartões de crédito internacionais. Com o aumento do IOF para compras com cartão de crédito em operações fora do País, que passou de 2,38% para 6,38%, o cartão pré-pago passou a ser a principal opção para quem pretende realizar compras internacionais, já que o imposto para este tipo de negociação continua em apenas 0,38%.

Outra facilidade para garantir a segurança dos clientes é que o FITTA Cash Passport possui um serviço de reposição do cartão em caso de perda ou roubo, e um programa de assistência emergencial global. Além disso, uma importante função do uso do cartão é evitar prejuízos com as oscilações do câmbio, o que ocorre com o cartão de crédito.

“A cotação do dólar no dia de fechamento da fatura de um cartão de crédito internacional é quase sempre diferente da cotação do dia de pagamento da mesma. O pagamento de taxas e o valor da fatura variam com o câmbio de acordo com o dia de pagamento. Estes fatores dificultam o controle real dos gastos. Já com o FITTA Cash Passport não há surpresas, já que a cotação é referente ao dia da carga”, conclui Ramos.

O FITTA Cash Passport está disponível em todas as franquias FITTA espalhadas pelo Brasil e em mais de 300 estabelecimentos que apresentam parceria de câmbio com o Grupo FITTA. A empresa é parceira oficial de câmbio da ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens, e da ABIH – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.

Perfil-O Grupo FITTA, pioneiro em franchising de agências de câmbio no Brasil e líder nacional no mercado de ouro e metais preciosos, iniciou suas operações há 11 anos e é dividido em três grandes unidades:

FITTA DTVM: Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, a Instituição Financeira tem foco no comércio atacadista de câmbio e de moedas estrangeiras. Credenciada pelo Banco Central do Brasil, é responsável pela concessão das autorizações de funcionamento das franquias do Grupo e é parceira oficial de câmbio da ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens.

FITTA Franquias: é a franqueadora do Grupo FITTA, que, desde 2007, oferece ao investidor a oportunidade de atuar no mercado legal de câmbio. A companhia prima pela ética de procedimentos e é baseada em princípios como modernidade, inovação e legalidade - adotando a própria postura do governo de combater operações ilegais, conhecidas pelo mercado como câmbio paralelo ou Black. A FITTA é associada à ABF – Associação Brasileira de Franchising.

Reserva Metais: é líder no mercado formal de ouro e metais preciosos no Brasil, sendo uma das principais fornecedoras das agências de publicidade e de grandes companhias que realizam sorteios e premiações com Certificados de Barra de Ouro ou Barras de Ouro Físicas no País. A companhia é fruto da joint-venture dos grupos FITTA e Marsam (empresa com mais de 50 anos de atuação e uma das únicas credenciadas pela BM&F no Brasil).

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=159104

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