segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Intercâmbio cultural fortalece currículo do profissional

Cada país apresenta atitudes distintas em relação aos intercambiários que chegam para trabalhar

Alessandra Castro foi estudar inglês nos EUA

Além de acrescentar conhecimentos gerais, cursos no exterior acrescentam peso ao currículo e experiência de vida a quem busca a alternativa. De acordo com a orientadora de intercâmbio Soraia Rollo, investir em um aprendizado fora do país de origem é muito interessante. "Conhecer um novo idioma é fundamental para o mercado de trabalho", lembra.

Soraia afirma que existem vários programas e cada país tem uma atitude em relação ao intercambiário poder trabalhar. "Nos Estados Unidos, por exemplo, só pode trabalhar se entrar em uma agência com programas que oferecem oportunidade de trabalho para universitários no período de férias", diz.

Soraia afirma que eles permanecem, em média, três meses no país e não estudam. Mulheres podem ficar durante um ano, trabalhando como babás.

Na Austrália e Irlanda, funciona de outra maneira. Esses países permitem que os estudantes trabalhem se estiverem matriculados no curso a partir de um determinado período - 16 semanas na Austrália, e 25, para os irlandeses.

A orientadora de intercâmbio diz que os destinos mais procurados são os Estados Unidos, Canadá e Inglaterra, e o valor médio para um curso de quatro semanas é de R$ 6 mil, incluindo acomodação, seguro e outras taxas.

A administradora de empresas na área odontológica Alessandra Castro, de 30 anos, passou um mês em Los Angeles, aperfeiçoando o inglês. "Estava parada há bastante tempo. A oportunidade renovou meu inglês e foi muito importante para a minha vida profissional." Alessandra também diz que a experiência foi ótima pelo contato com outra cultura, educação e tecnologia.

Da reportagem

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/caderno-c/2011/08/07/intercambio-fortalece-curriculo-do-profissional.html

sábado, 6 de agosto de 2011

Intercâmbio no exterior se torna mais popular entre estudantes


Fatores como dólar em baixa aumentam a procura por cursos em países como EUA, Austrália e Nova Zelândia

POR ANGÉLICA PAULO
Rio - Quando a estudante de Turismo Carolina Mendes resolveu tentar a sorte em um intercâmbio fora do país, seu principal objetivo era saber se poderia se virar fora de casa por um período maior que um fim de semana. A experiência, no entanto, teve outros saldos positivos além da aprendizagem de uma nova língua.

"O intercâmbio foi um teste pra saber se eu podia ficar longe de casa, me virar sozinha, viver por mim mesma por um tempo mais longo que um fim de semana. Na volta eu percebi que sim! Então foi acúmulo de experiências, contatos, novidades, que fizeram tudo valer à pena", conta Carolina, que estudou espanhol na Argentina, entre novembro e dezembro de 2008.

Assim como ela, muitos estudantes brasileiros sonham com um curso no exterior, para aprimorar a língua, passar um tempo sozinho em outro país ou mesmo concluir a graduação. As opções são as mais variadas e vão desde a clássica High School (equivalente ao Ensino Médio no Brasil) até o ensino universitário ou pós-graduações.
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Queda do dólar é um dos fatores que motivam estudantes a realizarem cursos no exterior | Foto: Divulgação
Segundo o gerente da rede de intercâmbios S7 Study, Cristiano Zanin, a faixa etária mais comum para o intercâmbio é entre 20 e 30 anos e os cursos mais procurados são os de General English, voltados para quem quer aprender ou aprimorar o idioma e podem ser feitos em qualquer país de língua inglesa. Mas o aluno que pretende cursar um semestre de graduação ou mesmo o curso superior inteiro no exterior precisa verificar com a instituição de ensino escolhida as formas de ingresso e seleção. E assim como os cursos, os custos também podem variar. Portanto, é bom pesquisar bastante antes de escolher.

"Um curso de seis meses de General English custa em média R$ 12.000,00, incluindo acomodação e sem contar a passagem aérea" explica Zanin. Para ajudar nas despesas, muitos estudantes buscam algum tipo de trabalho remunerado mas, segundo ele, nem todos os países dão permissão para trabalho legal no visto concedido. A Austrália, por exemplo, concede visto com permissão de trabalho de até 20 horas por semana e apenas para cursos acima de 12 semanas. 

Já os EUA oferecem permissão de trabalho para algumas opções de Colleges ou programas de Work Experience, entretanto há necessidade de comprovar nível de inglês, além de estar matrículado em uma graduação (no caso de Work Experience). "Na Nova Zelândia também há possibilidade de permissão de trabalho legal mas para cursos acima de seis meses de inglês ou quatro meses de curso técnico, e em ambos também é necessário comprovar nível de inglês mínimo", explica Zanin. 

Duração do intercâmbio
Existem intercâmbios de diferentes durações, dependendo do curso escolhido e da vontade do estudante. A maioria deles viaja por um período de três a seis meses, e é comum que renovem o visto para ficar por mais um tempo no país. A exceção é o Canadá, que tem a maior demanda de profissionais interessados em fazer curso de um mês durante as férias do trabalho.

Queda do dólar facilita intercâmbio
O dólar americano em queda é uma das maiores vantagens para quem opta por intercâmbio no Estados Unidos. Já na Austrália, Canadá e Nova Zelândia, o ponto positivo é o câmbio estável e a boa receptividade para estudantes estrangeiros. "Além disso, a procura por estes destinos tem aumentado a cada ano. A agência Nova Zelândia Brasil registrou, no primeiro semestre deste ano, um aumento de 54% nos cursos vendidos em comparação ao mesmo período do ano passado. Para a agência Canadá Travel, destino mais procurado do grupo, o número de pessoas interessadas em estudar no Canadá aumentou 36%. 

Para facilitar a vida de candidatos a um curso fora do país, O Dia Online montou um passo a passo com as principais informações para quem deseja fazer um intercâmbio:

Pesquisa: Antes de decidir para onde ir e qual o melhor lugar para fazer seu intercâmbio, navegue na internet, fale com pessoas que já foram, procure uma agência especializada e colete o máximo de informações possíveis sobre as opções.

É preciso avaliar os seguintes pontos:
- O seu perfil e suas preferências para escolher algo que atenda às suas necessidades e expectativas.
- Verificar orçamentos para optar pelo que mais se adapta ao valor que você quer investir.
- Listar a documentação necessária para visto, processo de matrícula e passagens aéreas.

Definição da cidade e do curso: Esta é considerada uma das fases mais importantes do passo a passo do intercâmbio. Após as informações acima recebidas, é preciso decidir o lugar ideal para o estilo de vida que você pretende levar e escolher a melhor opção de curso.

Matrícula: Nesta fase inicia-se o processo para garantir os seus estudos no exterior. É somente após o pagamento que a escola manda uma carta de aceitação do aluno, documento necessário para a solicitação do visto.

Reserva da passagem aérea e hospedagem: Escolhido curso e a data de início, é preciso comprar a passagem aérea. No mesmo momento da matrícula no curso é a hora de escolher onde você vai morar. Inicialmente é recomendado que o aluno fique em uma casa de família no primeiro mês, para facilitar a adaptação no país. O estudante também pode optar por residências estudantis, que algumas escolas oferecem, e há também a possibilidade de alugar por contar própria, o que é mais indicado depois de já estar no país em função da burocracia e riscos envolvidos.

Visto: O agente de intercâmbio vai auxiliar na análise da sua documentação e lhe orientar na apresentação correta dos mesmos, para evitar problemas com a concessão do seu visto.

Aiesec de Maringá seleciona estudantes interessados em intercâmbio



A Aiesec de Maringá está com inscrições abertas para o Processo Seletivo Específico para Intercâmbio. Os interessados devem se inscrever até o dia 31 de agosto pelo site da organização.

O intercâmbio profissional da Aiesec é destinado a pessoas interessadas em trabalhar em sua área de formação acadêmica ou em ONGs, e tem duração de dois a 18 meses.

A ficha de inscrição deve ser preenchida na internet, e é necessário agendar uma entrevista em um dos horários disponíveis. Para fazer intercâmbio pela AIESEC, o interessado deve cumprir os seguintes requisitos mínimos: estar matriculado em um curso superior, ou ter no máximo dois anos de desvínculo com a faculdade; ter entre 18 e 30 anos; participar da entrevista de alinhamento e da prova de inglês com data e local a serem agendados no próprio formulário de inscrição.

A taxa é de R$ 10 e deverá ser paga em nosso escritório local na UEM antes do dia da entrevista.

Para subsidiar o público-alvo, a Aiesec vai promover quatro palestras no Anfiteatro Ney Marques. No dia 16, às 11h30, a professora Gláucia Munhoz discorre sobre Competências Humanas; no dia 23, às 11h30, o diretor executivo da Agência Brasileira de Estágios (Abre), Fernando Linschoten, destaca a Importância de uma Experiência Internacional; e no dia 30, às 11h30, o ex-presidente da Brasil Junior, Tiago Mitraud, compartilha sua experiência; e no mesmo dia às 17h30, a palestra é do gerente de Exportação Romagnole, Flávio Izzo.

Aiesec

A Aiesec é uma organização global formada por estudantes universitários e recém-formados, presente em 107 países do mundo. O objetivo é que os membros elevem seu potencial de desenvolvimento vivendo experiências de trabalho em equipe e liderança e por meio de intercâmbios. As oportunidades de trabalhar no escritório local ocorrem em diversas áreas funcionais (Comunicação, Finanças, Gestão de Talentos, Intercâmbios para Estudantes, Intercâmbios para o Terceiro Setor e Intercâmbios para Empresas). Já as de intercâmbio profissional são nas áreas de tecnologia, gestão, educação e no terceiro setor.

"O resultado dessa experiência são profissionais conscientes das questões globais e de sua responsabilidade enquanto responsável pela melhoria do mundo em que se inserem. São cidadãos do mundo: culturalmente sensíveis, aprendizes ativos, empreededores e socialmente responsáveis", destaca o site da instituição.

A Aiesec em Maringá foi fundada em 1998, e atualmente conta com cerca de 100 membros ativos.

Outras informações no bloco D-67, sala 104, pelo telefone (44) 3011-3688 ou pelo e-mail maringa@aiesec.org.br

Fonte: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/458959/aiesec-de-maringa-seleciona-estudantes-interessados-em-intercambio/

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Inscrições para Jovens Embaixadores terminam dia 07/Ago

Estudantes da rede pública brasileira de ensino têm até o dia 07 de agosto para se inscrever na 10° edição do programa Jovens Embaixadores, intercâmbio cultural que levará 35 estudantes brasileiros aos Estados Unidos com todas as despesas pagas.

Para se candidatar, o estudante deverá estar cursando o ensino médio, ter entre 15 e 18 anos, com excelente desempenho escolar, trabalho voluntário na sua comunidade, boa fluência no idioma inglês, jamais ter viajado para os Estados Unidos e que possa representar o Brasil como “embaixador” nos EUA.

As inscrições para o programa de 2012 estão sendo feitas no Facebook da Embaixada dos EUA: http://www.facebook.com/EmbaixadadosEUA.BR

Programa Jovens Embaixadores:
O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e hoje é reproduzido em outros 24 países além do Brasil. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram do programa. 

Os parceiros da Embaixada dos EUA nesta iniciativa são o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) e Centros Binacionais, além das seguintes empresas: FedEx, MSD, Dow Brasil, Microsoft, Bradesco, Carlson Wagonlit Travel, United Airlines, Nike e IBM. Com o sucesso do programa e do papel social que ele promove, mais empresas estão se associando como parceiras. 

Esse ano a Embaixada conta com o suporte de mais dois parceiros: Nike e IBM. 

Yep Brasil seleciona intercambistas para trabalho na Universal Resorts

Yep Brasil seleciona intercambistas para trabalho na Universal Resorts

Muitos dos que buscam um programa de intercâmbio querem aliar trabalho, aprendizado de uma língua e diversão. A Yep Brasil Intercâmbios é a empresa autorizada pela Universal Resorts a pré-selecionar os candidatos.

Para participar do programa, é necessário ser universitário, ter entre 18 e 26 anos e ter conhecimento intermediário ou avançado de inglês. O intercâmbio tem duração de três a quatro meses e, em Orlando, o jovem fica hospedado em alojamento do próprio parque, recebendo de US$ 7,5 a US$ 11 por dia.

Os interessados devem se inscrever no Work Program USA através do site:

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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