quarta-feira, 4 de maio de 2011

UFPI aposta na internacionalização para melhorias no ensino

A partir de 2007, a UFPI foi contemplada com 10 bolsas do Banco Santander para intercâmbio



A Universidade Federal do Piauí (UFPI) tem apostado nos últimos anos na internacionalização da instituição como forma de melhorar o ensino, possibilitando a troca de aprendizado e experiências com universidades de outros países. Desde 2006, a UFPI conta com uma Assessoria Internacional, responsável por firmar e manter os convênios com as instituições estrangeiras. Atualmente há convênios bilaterais assinados com países como Portugal, Itália, Estados Unidos e Croácia, além da parceira com o consórcio Erasmus da União Europeia.


A partir de 2007, a UFPI foi contemplada com 10 bolsas do Banco Santander para intercâmbio de graduandos em Portugal. "Em 2010 batemos o recorde de 18 bolsas para graduação e pós para os seguintes destinos: Portugal, Espanha, Bélgica e França. Nunca havíamos mandado tantas pessoas de tantos níveis acadêmicos para tantos lugares assim. Temos ainda dois mestrandos vindos da Califórnia no Departamento de Letras por conta de uma bolsa da Fulbright e que prevê o auxílio deles nas aulas de prática oral", comenta a Assessora Internacional, Profª Drª Érica Fontes.


Segundo Érica Fontes, o desenvolvimento de convênios de mobilidade internacional surgiram a partir da participação da UFPI em associações de cooperação internacional entre universidades, como os grupos Tordesilhas e OUI (Organização Universitária Interamericana). Ambos reúnem instituições americanas e européias. "Essas redes promovem encontros entre os gestores e a partir daí acordos entre as universidades em forma de acordos, ofertas de bolsas etc", explica Érica.


O Grupo Tordesilhas reúne países do Brasil, da Espanha e de Portugal. A Organização Universitária Interamericana (OUI) congrega cerca de 400 instituições universitárias e associações nacionais de universidades representando mais de sete milhões de estudantes, 600.000 professores e 700.000 membros do pessoal de apoio. A participação nos grupos OUI e de Tordesilhas trouxe como resultados a assinatura de convênios com universidades da Itália e de Portugal.


Outra parceria estratégica da UFPI é com dois consórcios do programa de cooperação internacional da União Europeia (ERASMUS). De acordo com a assessora, a participação da UFPI seb deu pelo fato da universidade ser pública e inserida no nordeste, atendendo um pré-requisito sócio-econômico do programa europeu. "Temos agora uma aluna italiana pelo ERASMUS que faz mestrado em Serviço Social", comenta Érica Fontes.




Para onde ir
O maior número de bolsas ofertadas para intercâmbio é para a Europa. "Por conta da língua e pelo nosso programa de bolsas, muitos alunos optam por Portugal. Mas sempre me procuram muito com relação aos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Provavelmente assinaremos um acordo com universidades do México até o final do mês de abril", afirma Érica.


Atualmente, estão firmados convênios bilaterais com universidades de Portugal (Madeira, Porto, Évora, Coimbra, UTL, Minho, Lisboa), Itália (Verona, Florença, Pádua), EUA (Nebraska) e Croácia (Zagreb).


Preparação
Um estudante que queira fazer intercâmbio deve se preparar de várias formas. A dica é "ler sobre o resto do mundo (em jornais internacionais na Internet e em livros, por exemplo) e estudar pelo menos uma língua estrangeira", recomenda a professora Érica.


O site da Assessoria Internacional da UFPI traz mais dicas e informações sobre como conseguir uma bolsa de estudos para o exterior. Confira aqui.


Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades
O programa criado mediante a assinatura de Acordo de Cooperação entre a Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Banco Santander disponibiliza anualmente bolsas de estudos para estudantes de graduação cursar um semestre letivo em universidades portuguesas.


 Os alunos elegíveis para esta bolsa precisam estar fazendo graduação na UFPI e com matrícula regular no período letivo do edital publicado. É preciso ter Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) maior ou igual a 8,5. Estar com o percentual de 45% (quarenta e cinco por cento) a 85 % (oitenta e cinco por cento) da carga horária total do curso e não estar com a matrícula trancada ou com todos os componentes curriculares trancados no período em que ocorre o ato de inscrição.


O edital para concorrer as bolsas sai no mês de maio.


Erasmus Mundus
A partir de 2010, estudantes e professores da Universidade Federal do Piauí puderam participar do programa de mobilidade internacional da União Europeia, o Eramus Mundus. Pelo programa, alunos de graduação e todos os níveis de pós-graduação, além de professores e técnicos interessados em desenvolver pesquisas nas mais diversas áreas de conhecimento, podem estudar em universidades européias participantes do programa.


O Erasmus Mundus é divido em dois lotes: Lote 15 e Lote 17. Cada um com grupos de universidades diferentes. No caso da UFPI, a adesão ao Erasmus Mundus permitirá mobilidade para dois grupos de universidades.


PEC-G
O Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G) é um programa desenvolvido pelos Ministérios das Relações Exteriores e da Educação, em parceria com universidades públicas e particulares, que permite formação superior gratuita a cidadãos de países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém acordos educacionais e culturais. Segundo o site da Assessoria Internacional, há na UFPI 44 alunos do PEC-G provenientes dos seguintes países: Angola, Cabo Verde, Camarões, Chile, Guiné-Bissau, Haiti, Moçambique, Nigéria, República Democrática do Congo e São Tomé e Príncipe.



Fonte: http://180graus.com/geral/ufpi-aposta-na-internacionalizacao-para-melhorias-no-ensino-423327.html

Amplie seus horizontes - Conheça a AIESEC!

Muitos de vocês sempre quiseram fazer um intercâmbio, mas devido a diversos fatores adiaram esta oportunidade tão maravilhosa de expandir seus horizontes e trazer novas oportunidades profissionais após o programa. Para quem se encaixa neste perfil, apresento a AIESEC!



O que é a AIESEC?


Presente em 1.700 universidades de 107 países e territórios, a AIESEC é uma rede global formada por jovens universitários e recém-graduados, que, por meio do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, estimula a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança de seus membros para que impactem positivamente a sociedade.


Quais são os programas?


Cidadão Global: é o programa de intercâmbio da AIESEC voltado para estudantes que querem se desenvolver atuando em projetos em outros países. O programa também tem como objetivo desenvolver empreendedorismo e responsabilidade social, trabalhando em escolas e organizações não governamentais nas áreas administrativas ou operacionais. 


Como toda experiência oferecida pela AIESEC, o objetivo do intercâmbio Cidadão Global é ser uma oportunidade de desenvolvimento de competências pessoais e profissionais, através do trabalho em uma organização e do convívio com uma cultura diferente. Outro diferencial deste programa é a sua opção de curto período de duração, podendo ser realizado no período de férias. 


Existem 4 tipos de programas: Cidadão Global Cultural, Cidadão Global Gestão, Cidadão Global Saúde e Cidadão Global Multiplique seu Impacto.

Lugar Certo na Hora Certa: Programa de intercâmbios voltado a estudantes e jovens profissionais interessados em desenvolver suas habilidades nas áreas empresariais, como Planejamento de Recursos, Logística, Estudos de Mercado, Marketing, Relações Públicas, Administração Internacional, Recursos Humanos, entre outros. Trabalhando nas áreas de Administração e Comunicação de empresas internacionais, o intercambista obtém uma ótima experiência profissional e pessoal.


Teach To Learn: O programa Teach To Learn permite viver uma experiência profissional diferenciada em um ambiente desafiador. Este programa tem o objetivo de desenvolver a sensibilização cultural e desafiar sua visão de mundo. Descubra culturas fascinantes e descubra o prazer de aprender ensinando. No programa Teach To Learn você encontra duas opções de experiências: educação cultural e ensino de idiomas. 


A Educação Cultural é uma experiência internacional diferenciada no ensino de temáticas culturais, como a cultura brasileira, tolerância entre culturas, diversidade, mudanças climáticas e muito mais. O intercambista será responsável por ensinar e ministrar oficinas em inglês em escolas e comunidades, levando para o mundo a cultura brasileira. O Ensino de Idiomas, focado para pessoas do curso de letras com língua estrangeira e profissionais com formação e conhecimento em ensinar principalmente inglês. 


O intercambista é responsável por ministrar aulas de idioma em escolas. Esta experiência permite que o intercambista se torne um profissional muito mais completo, tanto no ensino da língua como no convívio com diferentes tipos de pessoas.


Para onde posso viajar? 


Europa Oriental (Polônia, Turquia, Ucrânia, Rep. Tcheca, etc), Ásia (Índia, China, Taiwan, Malásia, Indonésia, etc) e América Latina (Colômbia, México, Peru, Argentina). As localidades apresentadas correspondem aos países com a maior oferta de vagas para este programa. Contudo há oportunidades nos mais de 110 países onde a AIESEC está presente. 


E por que escolher a AIESEC? 


Porque a AIESEC acredita no seu potencial! 


A melhor maneira de desenvolver competências e habilidades necessárias para se tornar um líder é assumir uma das diversas oportunidades de liderança que a AIESEC oferece em nível local, nacional, regional e global. Além disso, a AIESEC proporciona treinamentos e o contato com outras organizações nas mais de 470 conferências que ocorrem todos os anos. A AIESEC acredita em seu talento! 


Adquira experiência e as habilidades que importam hoje!


A AIESEC oferece aos seus membros:

  • Liderança 
  • Rede de contatos global
  • Redes de aprendizado
  • Auto desenvolvimento
  • Conferências
  • Impacto positivo 



Não perca esta oportunidade de se desenvolver – tanto pessoal quanto profissionalmente! Saiba mais sobre a AIESEC e seus programas através do link: http://aiesec.org.br/site/estudantes/


Para maiores informações sobre os programas e como participar, entre em contato comigo! As incrições para quem quer viajar agora estão abertas!


See you at AIESEC! 




Helen Akamine
akamine.helen@gmail.com


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Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/amplie-seus-horizontes-conheca-a-aiesec/54788/

terça-feira, 3 de maio de 2011

Programa Jovens Embaixadores recebe inscrições até 7 de agosto

Alunos da rede pública podem se candidatar a intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos


Estão abertas as inscrições para a 10ª edição do programa Jovens Embaixadores, programa de intercâmbio que leva 35 estudantes brasileiros da rede pública para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos. Para serem escolhidos, os alunos devem ter excelente desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário em suas comunidades e boa fluência no idioma inglês.


As inscrições para o programa podem ser feitas somente pela internet no perfil do Facebook da Embaixada dos EUA e se encerram no 7 de agosto. No dia 4, a coordenadora do programa tirará dúvidas dos alunos interessados, às 15h, em um bate-papo online.

Depois do retorno dos Jovens Embaixadores dos Estados Unidos, a embaixada inda oferece oportunidades de cursos de inglês de curta duração e de programas de graduação através dos escritórios de Orientação Educacional – EducationUSA. Em 2011, cinco alunos foram selecionados para bolsas de estudos para cursos de verão nos EUA.

O programa
O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e agora é replicado em 25 países. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram de intercâmbios. Mais informações estão disponíveis no site sobre o Jovens Embaixadores.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/programa+jovens+embaixadores+recebe+inscricoes+ate+7+de+agosto/n1300147741897.html

Trabalho de Au Pair é boa opção aprender idioma no exterior

Além de garantir casa e comida, os estudantes que vão estudar no exterior encontram nos programas de au pair uma ótima oportunidade para aprender o idioma local. No entanto, os jovens que querem trabalhar nas casas de família, cuidando de crianças, precisam estar preparados também para trocar fraldas, fazer a mamadeira e ainda acalmar o choro de bebês.

Fora a remuneração da família que o abriga, o estudante que participa destes programas ganha uma bolsa de estudos para realizar cursos em suas horas livres. Mas a grande incumbência destes intercambistas é zelar por crianças - ou adolescentes de até 15 anos. As tarefas vão desde manter o quarto arrumado até cuidar de merendas e lanches - por esses serviços, o salário costuma ser semanal, e não se paga pela moradia e pelas refeições.

A idade mínima para se realizar este tipo de intercâmbio é 18 anos, e o interessado cria um perfil online para apreciação das famílias estrangeiras. "É como uma rede social, na qual o estudante pode colocar fotos, vídeos e experiências profissionais. É através dessa página que as famílias interessadas podem entrar em contato", afirma Jesica Zacher, agente de viagens da empresa STB.

Segundo a agente, quanto mais recheado é o perfil, mais rápido o estudante encontrará alguém interessado. Jesica diz que os jovens brasileiros são vistos com bons olhos pelas famílias do exterior. Assim, o contato leva, em média, três meses para acontecer. Após a primeira ligação entre a família e os estudantes, é marcada uma entrevista para que os dois lados possam se conhecer melhor.

A estudante de Porto Alegre (RS), Megy Soares da Silva, 24 anos, em pouco tempo terá seu perfil disponível à espera de um contato para viajar ao exterior. Sua única certeza é de que irá para os Estados Unidos. Embora tenha vontade de rumar para uma grande cidade, é quase impossível que isso ocorra, já que a maioria das famílias que participam dos programas de au pair estão em cidades menores.


Megy é graduada em marketing e cursa uma pós-graduação na área no Brasil, e pretende rumar para os EUA para aprimorar o inglês e fazer um curso de marketing ou business. A ideia de participar do programa veio de uma viagem para Los Angeles que fez em fevereiro deste ano. Lá, a estudante ficou na casa de uma família por um mês. "Me adaptei muito com essa família. E na realidade a gente ganha mais fluência no inglês graças ao convívio direto com a família do que na própria aula", afirma.

Para garantir um contato ainda mais rápido com famílias do exterior, ela saiu do trabalho e iniciou uma série de trabalhos voluntários com crianças de diferentes faixas etárias, e até serviu de babá da filha do vizinho, tudo para rechear o perfil de experiências. Porém, apesar da pressa de viajar, ela diz que é preciso calma na hora de escolher a família.

"Às vezes, as pessoas querem viajar logo e acabam fechando com a primeira opção que aparece. Mas é preciso tomar uma série de cuidados, pois quero ver se vão respeitar o meu modo de vida, e se encaixar com o meu estilo", afirma.

A supervisora Isabella Dalpuzzo, da agência de intercâmbio CI, comenta que cerca de 80% das pessoas que já possuem um perfil conseguem ser aceitas por uma família em menos de um ano. Embora a idade mínima seja 18 anos, a maior procura é por pessoas entre 21 e 23 anos. O grau de satisfação é enorme, garante Isabella. "Os jovens gostam muito e dificilmente voltam insatisfeitos para o Brasil. E fica um laço muito forte com a família do exterior", afirma a supervisora.

É o caso da estudante Raquel Coelho, 20 anos, também de Porto Alegre. "Poderia ter ficado mais, estava com uma família maravilhosa", comenta a estudante, que passou cerca de um ano e três meses na casa de uma família em Alexandria, no estado de Virginia, nos Estados Unidos. Mesmo assim, encontrou algumas dificuldades no começo. "Eles são um povo diferente, são muito individualistas e perfeccionistas. Outra dificuldade é com as crianças, pois elas acabam nos enfrentando e muitas vezes a gente não sabe como lidar, porque fala apenas o trivial em inglês".

As principais funções que Raquel exercia no dia a dia, para cuidar de dois meninos, um de 10 anos e outro de 8, era manter as coisas das crianças em ordem, preparar as refeições e também servir de motorista para levá-los a diversos lugares. Essa convivência maior com as crianças também trouxe benefícios, como a fluência no idioma. "Se aprende muito com as crianças, pois ajudava nos deveres de casa, eles mesmos me corrigiam quando falava algo errado. Depois que eu me envolvi com eles, eu era considerada parte da família", diz Raquel.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Intercâmbio: é possível estudar e viajar sem gastar muito

Não faltam opções. Hoje, é possível arrumar as malas e passar seis meses fora com R$ 1,3 mil e ainda parcelar

"Escolhi o Au Pair por ser mais em conta e por conciliar estudos e trabalho. Além de aperfeiçoar o inglês, viajei bastante com minhas economias. Foi uma experiência incrível, que mudou minha vida", conta a enfermeira Mariana Oliveira Roncato, 26, que passou seis meses nos Estados Unidos.

Fazer intercâmbio é o sonho de milhares de jovens, mas muitas famílias nem pensam nisso, por acreditar que estudar fora do País é algo inacessível para o bolso. Essa realidade, porém, já está ultrapassada, pois hoje há opções de intercâmbio para todos os bolsos. Entre as inúmeras possibilidades, estão programas de cursos de idiomas, ensino médio (conhecido como high school), cursos de graduação, pós-graduação, especialização, trabalho, estágio e trainee.

"Dependendo do caso, o estudante pode hospedar-se em residências estudantis, repúblicas ou na casa de uma família", explica o diretor da agência da IE Intercâmbio no Exterior, Victor Ferreira.

Para a gerente da World Study Educação Intercultural de Vitória, Clara Dável, existem várias vantagens. "A pessoa tem a chance de aprimorar o idioma, conhecer uma nova cultura e  ainda criar uma rede de relacionamentos diferente, com pessoas de várias nacionalidades. Além disso, o intercâmbio pode incrementar o currículo do estudante".

Os programas com preços mais baixos são aqueles que conciliam estudo e trabalho. O Work Experience, que custa em média R$ 3,5 mil, é uma modalidade de trabalho remunerado entre 3 e 4 meses nos Estados Unidos durante as férias. Para participar é preciso ser universitário ou pós-graduando, ter entre 18 e 28 anos e nível intermediário de inglês.

Outra alternativa é o Au Pair, expressão que significa "ao par", ou seja, em termos iguais, intercâmbio em igualdade de condições. É voltado, principalmente, para as jovens de 18 a 26 anos, que moram com uma família e trabalham cuidando das crianças. Em média, custa R$ 1,3 mil. Além de receber pelo trabalho com as crianças, a jovem recebe bolsa de estudos, alimentação, transporte e moradia.

Programa garante viagem para jovens, sem gastar nada

Outra alternativa para quem deseja viajar para outros país sem gastar nada é o programa de intercâmbio cultural Jovens Embaixadores 2012, promovido pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Voltado para estudantes da rede pública de escolas de todo o País, o programa beneficia alunos com viagens de três semanas para os Estados Unidos, com tudo pago.

Podem participar jovens entre 15 e 18 anos que estejam cursando o ensino médio na rede pública, tenham excelente desempenho escolar e boa fluência oral e escrita em inglês. Também é preciso ter perfil de liderança, iniciativa e boa desenvoltura oral, pertencer à camada sócio-econômica menos favorecida e possuir engajamento em atividades de responsabilidade social e de voluntariado há pelo menos um ano.

Os candidatos devem acessar o Facebook dos Jovens Embaixadores para preencher o formulário de inscrição online. Saiba mais no site: www.embaixadaamericana.org.br

Concurso para adolescentes

Outra forma de economizar na hora de fazer um intercâmbio é conseguir uma bolsa de estudos. Aqui no Estado, a World Study oferece a jovens de 15 a 17 anos a chance de estudar fora do Brasil com descontos de até 100% da mensalidade. Para isso, é preciso ser escolhido por meio do Concurso de Bolsas High School, do World Study.

O programa oferece bolsas de estudos de um semestre em um curso equivalente ao ensino médio nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda ou Canadá. O desconto mínimo do programa é de 20%.

Os candidatos devem ter bom rendimento escolar, e participarão do processo de seleção, que inclui provas objetivas de conhecimentos gerais e uma redação. Também terão que fazer uma prova de inglês. Para saber mais sobre o concurso acesse: www.worldstudy.com.br

Chance para alunos da rede estadual

Os estudantes da rede estadual também têm a  chance de viajar para fazer intercâmbio. Desde o ano passado, um programa da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) oferece bolsas de estudo no exterior para alunos que fazem cursos de inglês nos Centros Estaduais de Idiomas de Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Colatina e Cachoeiro de Itapemirim.

Em 2010, o programa ofereceu 6 bolsas de estudo para o Canadá. Na edição de 2011, 20 alunos receberam bolsas de estudo e passaram seis meses no Canadá, Irlanda, Nova Zelândia e África do Sul. Para participar, o aluno precisa ter média mínima de 95 pontos e frequência integral. Também é preciso fazer uma prova, com questões de múltipla escolha em Inglês, além de duas redações, sendo uma na Língua Inglesa e outra em Português.

Oferecido pela Sedu desde abril de 2009, o curso de Inglês tem duração de até 36 meses. Apenas alunos selecionados podem participar.


Allyne Salomão Cunha fez intercâmbio durante seis meses no Canadá

Para Allyne Salomão Cunha, 16 anos, é difícil explicar a experiência de ser selecionada para fazer um intercâmbio de seis meses no Canadá. Aluna da Escola Agenor Roriz, em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha, ela recebeu o prêmio pelo excelente desempenho no curso de Inglês do Centro Estadual de Idiomas da Sedu. "Sempre gostei de estudar Inglês e me dediquei muito para concorrer a uma vaga. Fiquei muito feliz, quando consegui. Se meus pais tivessem que pagar por tudo, não teria condições de fazer um intercâmbio".

Em fevereiro de 2010, Allyne e mais cinco colegas foram para a cidade de Winnipeg, com todas as despesas pagas pelo Governo. Lá, frequentaram escolas regulares e se hospedaram em casas de famílias. "Além de aprimorar o inglês, conheci outra cultura. Fiz amigos do mundo inteiro e aproveitei bastante. Agora, já faço planos para fazer outro intercâmbio", finaliza Allyne.

Estados Unidos é o principal destino

O principal país procurado por intercambistas continua sendo os Estados Unidos, por conta da relevância do inglês e das parcerias entre instituições brasileiras e americanas. Porém, nos últimos anos, o Canadá tem atraído cada vez mais estudantes porque, ao contrário dos Estados Unidos, não apresenta tantas barreiras para emissão de vistos.

Outros destinos bem procurados são Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Também recebem brasileiros Alemanha, Bélgica, França e Holanda.

Mas antes de escolher o destino, a pessoa precisa considerar seu perfil e o tempo disponível que possui para viajar. Também é importante pesquisar e conhecer bem o destino desejado.

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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