terça-feira, 12 de abril de 2011

Brasil tem um dos piores índices de proficiência em inglês do mundo

Entre os países dos BRIC, brasileiros só foram melhores que os russos.
Obama há duas semanas no Brasil: brasileiros ainda gaguejam na hora de falar o idioma das terras do presidente americano

São Paulo – O Brasil ostenta um dos piores índices de proficiência na língua inglesa do mundo. É o que indica pesquisa da escola e agência de intercâmbios Education First (EF).

De acordo com o estudo, os brasileiros receberam nota média de 47,27 no índice English Proficiency Index (EPI) – desempenho inferior ao apresentado por participantes de países como Argentina, Costa Rica e República Tcheca.

Com isso, o Brasil conquistou a 31ª posição em ranking de 44 países que não têm o inglês como língua oficial.

Entre os BRICs, o país ficou apenas na frente da Rússia. China e Índia levaram, respectivamente, nota média de 47,62 e 47,35 – índices também considerados baixos pela pesquisa.

Para chegar a esses resultados, a instituição avaliou o desempenho de 2 milhões de pessoas de 44 países diferentes em quatro testes online de proficiência em inglês elaborados pela agência.

Os exames abordavam questões de gramática, compreensão auditiva, leitura e vocabulário”, afirma Julio de Angeli, vice-presidente da EF Englishtown para a Europa e Américas.

Latinos
Mas o Brasil não foi o único a decepcionar nos índices de proficiência em inglês. A América Latina foi a região que teve o pior desempenho entre os países analisados.

A Argentina foi a melhor colocada entre os países da região com nota de 53,49. No ranking latino, o Brasil ficou com a 6ª posição – à frente do Chile, que possui uma política de Estado voltado para o ensino de inglês.

Fonte: Portal Exame

Como funciona o intercâmbio entre as universidades públicas paulistas?


Como um aluno da USP pode cursar disciplinas na unesp e na unicamp via intercâmbio, ou seja, ter aproveitamento destas disciplinas cursadas?
Considerando a necessidade de aprofundar o intercâmbio na graduação, as Instituições estabelecem entre si que as Universidades Estaduais Paulistas (USP, UNESP e UNICAMP) aceitarão mutuamente créditos decorrentes de disciplinas cursadas em programas de graduação.
Cada Universidade receberá alunos das demais de acordo com a disponibilidade de vagas nas disciplinas em que houver solicitação de matrícula.
Como cada Unidade da Universidade possui autonomia é necessário checar na Unidade pretendida como se dá o processo de matrícula.
No caso de pretender cursar disciplinas na FFLCH-USP, a norma da faculdade diz que cada aluno poderá cursar no máximo 3 (três) disciplinas por semestre. A FFLCH-USP disponibilizará aos intercambistas 03 (três) vagas por turma, as quais serão preenchidas de acordo com a ordem de chegada. Não serão aceitas matrículas nas disciplinas do 1º ano (1º e 2º semestres) dos cursos de graduação.
Documentos necessários para matrícula:
1) Carta de encaminhamento da Instituição de origem autorizando o intercâmbio do interessado e mencionando o período desejado;
2) Plano de estudos com a relação de disciplinas que pretende cursar na USP (as disciplinas podem ser consultadas através da home Pagewww.sistemas.usp.br/jupiterweb, acessando o link TURMA);
3) Histórico escolar de nível superior;
4) Atestado de matrícula;
5) Cópia da cédula de identidade.
A documentação do estudante deverá ser encaminhada por sua Universidade de origem para:
COMISSÃO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL (CCInt-FFLCH)
FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DA USP (FFLCH/USP)
Rua do Lago, 717, sala 130 – Cidade Universitária – São Paulo/SP – Brasil, CEP 05508-080
Prazos:
Matrícula 1º semestre de 2011: 10 a 14 de janeiro
Matrícula 2º semestre de 2011: 20, 21 e 22 de julho
Período letivo 1º semestre de 2011: 21 de fevereiro a 01 de julho
Período letivo 2º semestre de 2011: 01 de agosto a 07 de dezembro.
IMPORTANTE:
No ato da matrícula o candidato deverá comparecer pessoalmente e apresentar os documentos exigidos.
Não serão aceitos pedidos de matrícula fora do prazo acima mencionado e cancelamento de matrícula.
Os alunos intercambistas devem efetuar a matrícula diretamente nas unidades responsáveis pelas disciplinas. A FFLCH se responsabiliza apenas pelas disciplinas ministradas na Unidade.
Após a efetivação da matrícula é gerado um número USP e o aluno poderá solicitar a emissão do atestado de matrícula (documento necessário para o uso da biblioteca da FFLCH e demais serviços da Universidade).
As despesas decorrentes do intercâmbio correrão por conta do aluno, sem qualquer ônus para as instituições de ensino. Na USP os intercambistas não são beneficiários dos serviços de passe escolar, carteira de identificação e Hospital Universitário (exceto em casos de emergência).

    Estão abertas as inscrições para os Intercâmbios de Curta Duração

    O Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary International inclui duas modalidades de intercâmbios de curta duração e Novas Gerações (Short Term e New Generation Exchange). Estes variam de 03 a 08 semanas e são realizados durante as férias escolares.

    Ambas modalidades tem como meta ampliar a conscientização sobre assuntos internacionais e compreensão mundial expondo o jovem estudante a uma cultura estrangeira.

    Este programa está aberto a jovens estudantes qualificados de 18 a 25 anos, filhos ou não de rotarianos, apresentados por um Rotary Club CERTIFICADO do Distrito e que tenha conhecimento da língua inglesa (no mínimo nível intermediário) ou da língua do país para qual deseja viajar.

    O Edital e a Ficha de Inscrição estão disponíveis para download no site. Clique aqui para obtê-los.

    DRI promove intercâmbio para França

    Alunos de qualquer curso de graduação da UFMG podem se inscrever, até6 de maio, para concorrer a vagas do intercâmbio na França, no âmbito do Programa Grenoble-Brasil.



    O objetivo da viagem, conforme explica o edital publicado pela Diretoria de Relações Internacionais, é promover “intercâmbio científico e cultural” entre a Universidade Federal de Minas Gerais e as Universidades de Grenoble.

    Para participar, é necessário estar regularmente matriculado em uma das graduações da UFMG e ter disciplinas em curso. Além disso, os candidatos devem ter feito, no mínimo, 50% da carga horária do curso e comprovar proeficiência em língua francesa, além de atender a outros pré-requisitos.

    As inscrições devem ser feitas na Secretaria do Colegiado de Graduação do candidato, pessoalmente pelo próprio candidato ou por meio de procuração. A relação dos documentos necessários para se inscrever e outras informações estão disponíveis no edital.

    Dúvidas pelo telefone: (31) 3409 4025.


    Universidades estrangeiras seduzem os gaúchos


    Ana Paula conseguiu bolsa para esturar em Portugal
    Por: Yéssica Lopes
    yessica@diariopopular.com.br

    Seja para impulsionar a carreira ou conhecer novas culturas, estudar fora do país atrai diversos gaúchos que desejam, além de visitar, conhecer e entender o modo de vida em outros lugares.

    Estudar em país estrangeiro estimula a troca de experiências e, muitas vezes, seduz jovens por oferecer preços de mensalidade e acomodação mais baratos do que instituições privadas no Brasil. A procura de pelotenses e rio-grandinos por lugares como Portugal e Espanha é grande devido ao estímulo proporcionado pelas próprias universidades brasileiras.

    Muitas bolsas existem com o intuito de subsidiar o produtor de conhecimento, que retorna ao país para produzir material e contribuir com estudos brasileiros. Ana Paula Nobre da Cunha fez o denominado estágio de doutorado "sanduíche", onde permaneceu com a bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em Portugal.

    A parceria entre Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Universidade do Porto (UP) possibilitou que a estudante permanecesse seis meses na cidade do Porto. Seu trabalho consistia exatamente em analisar os dois tipos de português, o utilizado no Brasil e o de Portugal. A linha de pesquisa em Educação na qual aprofundou-se é a de Cultura Escrita, Linguagens e Aprendizagem. Na Europa, ela pôde coletar dados com crianças portuguesas, analisando as diferenças da língua e complementando seus estudos.

    No entanto, segundo ela, nem todos os estudantes dispõem-se a viajar. "Apesar de maravilhoso, o aluno tem que se virar, correr atrás. A busca pelas universidades e pelos lugares para o intercâmbio é feita pelo aluno com a ajuda do orientador, mas o contato é todo feito pelo estudante", complementa.

    Muitos cursos de mestrado e doutorado nas universidades particulares da região chegam a custar cerca de R$ 2 mil por mês, o que, em apenas dois anos, já custaria mais do que o mesmo curso no exterior. Para mais informações sobre as bolsas e a fundação citada na matéria acesse os sites www.capes.gov.br ewww.fundacioncarolina.es.

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    Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

    Yahoo! Respostas: Estudos no Exterior