Ana Paula conseguiu bolsa para esturar em Portugal |
yessica@diariopopular.com.br
Seja para impulsionar a carreira ou conhecer novas culturas, estudar fora do país atrai diversos gaúchos que desejam, além de visitar, conhecer e entender o modo de vida em outros lugares.
Estudar em país estrangeiro estimula a troca de experiências e, muitas vezes, seduz jovens por oferecer preços de mensalidade e acomodação mais baratos do que instituições privadas no Brasil. A procura de pelotenses e rio-grandinos por lugares como Portugal e Espanha é grande devido ao estímulo proporcionado pelas próprias universidades brasileiras.
Muitas bolsas existem com o intuito de subsidiar o produtor de conhecimento, que retorna ao país para produzir material e contribuir com estudos brasileiros. Ana Paula Nobre da Cunha fez o denominado estágio de doutorado "sanduíche", onde permaneceu com a bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em Portugal.
A parceria entre Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Universidade do Porto (UP) possibilitou que a estudante permanecesse seis meses na cidade do Porto. Seu trabalho consistia exatamente em analisar os dois tipos de português, o utilizado no Brasil e o de Portugal. A linha de pesquisa em Educação na qual aprofundou-se é a de Cultura Escrita, Linguagens e Aprendizagem. Na Europa, ela pôde coletar dados com crianças portuguesas, analisando as diferenças da língua e complementando seus estudos.
No entanto, segundo ela, nem todos os estudantes dispõem-se a viajar. "Apesar de maravilhoso, o aluno tem que se virar, correr atrás. A busca pelas universidades e pelos lugares para o intercâmbio é feita pelo aluno com a ajuda do orientador, mas o contato é todo feito pelo estudante", complementa.
Muitos cursos de mestrado e doutorado nas universidades particulares da região chegam a custar cerca de R$ 2 mil por mês, o que, em apenas dois anos, já custaria mais do que o mesmo curso no exterior. Para mais informações sobre as bolsas e a fundação citada na matéria acesse os sites www.capes.gov.br ewww.fundacioncarolina.es.
Estudar em país estrangeiro estimula a troca de experiências e, muitas vezes, seduz jovens por oferecer preços de mensalidade e acomodação mais baratos do que instituições privadas no Brasil. A procura de pelotenses e rio-grandinos por lugares como Portugal e Espanha é grande devido ao estímulo proporcionado pelas próprias universidades brasileiras.
Muitas bolsas existem com o intuito de subsidiar o produtor de conhecimento, que retorna ao país para produzir material e contribuir com estudos brasileiros. Ana Paula Nobre da Cunha fez o denominado estágio de doutorado "sanduíche", onde permaneceu com a bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em Portugal.
A parceria entre Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Universidade do Porto (UP) possibilitou que a estudante permanecesse seis meses na cidade do Porto. Seu trabalho consistia exatamente em analisar os dois tipos de português, o utilizado no Brasil e o de Portugal. A linha de pesquisa em Educação na qual aprofundou-se é a de Cultura Escrita, Linguagens e Aprendizagem. Na Europa, ela pôde coletar dados com crianças portuguesas, analisando as diferenças da língua e complementando seus estudos.
No entanto, segundo ela, nem todos os estudantes dispõem-se a viajar. "Apesar de maravilhoso, o aluno tem que se virar, correr atrás. A busca pelas universidades e pelos lugares para o intercâmbio é feita pelo aluno com a ajuda do orientador, mas o contato é todo feito pelo estudante", complementa.
Muitos cursos de mestrado e doutorado nas universidades particulares da região chegam a custar cerca de R$ 2 mil por mês, o que, em apenas dois anos, já custaria mais do que o mesmo curso no exterior. Para mais informações sobre as bolsas e a fundação citada na matéria acesse os sites www.capes.gov.br ewww.fundacioncarolina.es.