Existem mais tipos de intercâmbio do que se possa imaginar. Viagens culturais, de estudo, a trabalho e a lista não para por ai. Saiba, neste vídeo, um pouco mais sobre cada tipo de viagem.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Estados Unidos oferecem bolsas para aperfeiçoamento profissional
Programa de até 11 meses privilegia brasileiros que querem se reciclar. Inscrições vão até 30 de junho
Há três anos, a professora Eliana Sousa Silva, 49 anos, embarcou naquele que hoje considera o maior desafio de sua vida: um intercâmbio. Diretora de uma área que integra a universidade e a comunidade na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Eliana encarou a viagem até os Estados Unidos sem saber falar inglês. A oportunidade de aperfeiçoar a formação profissional e ajudar o doutorado – que estava em andamento – a fez enfrentar o medo. E um intensivo de inglês.
Em quase um ano de estudos da língua e de disciplinas na Universidade de Minnesota, a servidora da UFRJ garante que a vida mudou muito. Conheceu profissionais do mundo inteiro, fez amigos, aprendeu outros modos de fazer o próprio trabalho e liderar. Eliana também coordena uma organização não-governamental no Rio de Janeiro, que realiza trabalhos sociais nas favelas da Maré. “Foi a experiência humana mais importante da minha vida. Nunca estudei tanto também”, afirma.
Eliana participou de um programa financiado pelo governo dos Estados Unidos chamado Hubert H. Humphrey. O programa seleciona candidatos no mundo todo interessados em aprender nas instituições de ensino superior americanas, fazer estágios em organizações parceiras e trocar experiências. A diferença deste para a maioria dos programas de intercâmbio é o foco: em vez de privilegiar a formação acadêmica, é a profissional que conta.
Por isso, os candidatos devem ter, no mínimo, cinco anos de experiência profissional para se candidatar às vagas. “Esse é um programa diferenciado porque não confere grau acadêmico ao participante. É uma oportunidade de aperfeiçoar o profissional. Hoje nosso foco principal é o terceiro setor, especialmente as pessoas que não tiveram oportunidade de ter uma experiência internacional”, esclarece a coordenadora da Comissão Fulbright no Brasil, Andreza Martins. A comissão coordena a seleção.
As chances de conseguir uma vaga no programa de bolsas, que está com inscrições abertas até 30 de junho, aumentam quando o candidato ocupa postos de liderança, nunca participou de intercâmbio e trabalha no terceiro setor. O domínio da língua inglesa é exigido, mas não é um impedimento. Andreza explica que, como Eliana, é possível ter um curso de inglês financiado pela comissão antes do início do curso. “Por causa do perfil socioeconômico que queremos a língua era impeditiva muitas vezes. Hoje conseguimos driblar isso dando essa formação”, conta Andreza.
Eliana garante que a experiência vale a pena. “Queria aprender outra língua, mas, como as pessoas pobres desse País, não tive chance antes. Queria superar esse limite e consegui. Superei muitos medos, voltei mais focada e mais segura”, garante.
Para participar
As inscrições devem ser feitas pelo site do programa. É preciso criar um projeto de trabalho para ser desenvolvido nos Estados Unidos na área de interesse do candidato: desenvolvimento e economia agrícola; direito (com foco em direitos humanos); drogas (educação, prevenção e tratamento); manejo de recursos naturais e meio ambiente; planejamento urbano e regional (com foco em habitação popular); políticas e administração de saúde pública; política e administração de tecnologia (com foco em inovação); políticas e planejamento educacional (democratização, acesso e equidade do ensino superior) e tráfico de pessoas (políticas de prevenção).
Requisitos para se candidatar:
- Ter nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade norte-americana
- Ser graduado em curso com duração superior a quatro anos
- Ter no mínimo cinco anos de experiência profissional, até agosto de 2012, após a conclusão do bacharelado
- Ter fluência em inglês
Candidatos que terão prioridade:
- Provenientes de setores sub-representados, por razões socioeconômicas, em programas internacionais de aprimoramento educacional e profissional;
- Talentosos, com capacidade de liderança, que queiram aprimorar seus conhecimentos em sua área de atuação;
- Com vinculação profissional com o setor público ou, preferencialmente, com o terceiro setor (ONGs);
- Com experiência em trabalho ou atividades relacionadas ao desenvolvimento de sua comunidade, grupo social, região ou do País;
- Sem experiência educacional ou profissional no exterior.
Benefícios:
- Bolsa mensal de 1,7 mil a 2,5 mil dólares (de acordo com a localidade)
- Auxílio-instalação de 800 dólares
- Subsídio para compra de computador de 500 dólares (se necessário)
- Auxílio para livros de 750 dólares
- Auxílio para desenvolvimento profissional de 1,9 mil a 2,4 mil dólares (de acordo com a localidade)
- Auxílio para viagem internacional de ida ao Estados Unidos de 200 dólares e de 400 dólares para o retorno
- Passagens de ida e volta, seguro saúde, anuidade e taxas escolares.
Informações no site da Fulbright.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/estados+unidos+oferece+bolsas+para+aperfeicoamento+profissional/n1596984018992.html
Em quase um ano de estudos da língua e de disciplinas na Universidade de Minnesota, a servidora da UFRJ garante que a vida mudou muito. Conheceu profissionais do mundo inteiro, fez amigos, aprendeu outros modos de fazer o próprio trabalho e liderar. Eliana também coordena uma organização não-governamental no Rio de Janeiro, que realiza trabalhos sociais nas favelas da Maré. “Foi a experiência humana mais importante da minha vida. Nunca estudei tanto também”, afirma.
Eliana participou de um programa financiado pelo governo dos Estados Unidos chamado Hubert H. Humphrey. O programa seleciona candidatos no mundo todo interessados em aprender nas instituições de ensino superior americanas, fazer estágios em organizações parceiras e trocar experiências. A diferença deste para a maioria dos programas de intercâmbio é o foco: em vez de privilegiar a formação acadêmica, é a profissional que conta.
Por isso, os candidatos devem ter, no mínimo, cinco anos de experiência profissional para se candidatar às vagas. “Esse é um programa diferenciado porque não confere grau acadêmico ao participante. É uma oportunidade de aperfeiçoar o profissional. Hoje nosso foco principal é o terceiro setor, especialmente as pessoas que não tiveram oportunidade de ter uma experiência internacional”, esclarece a coordenadora da Comissão Fulbright no Brasil, Andreza Martins. A comissão coordena a seleção.
As chances de conseguir uma vaga no programa de bolsas, que está com inscrições abertas até 30 de junho, aumentam quando o candidato ocupa postos de liderança, nunca participou de intercâmbio e trabalha no terceiro setor. O domínio da língua inglesa é exigido, mas não é um impedimento. Andreza explica que, como Eliana, é possível ter um curso de inglês financiado pela comissão antes do início do curso. “Por causa do perfil socioeconômico que queremos a língua era impeditiva muitas vezes. Hoje conseguimos driblar isso dando essa formação”, conta Andreza.
Eliana garante que a experiência vale a pena. “Queria aprender outra língua, mas, como as pessoas pobres desse País, não tive chance antes. Queria superar esse limite e consegui. Superei muitos medos, voltei mais focada e mais segura”, garante.
Para participar
As inscrições devem ser feitas pelo site do programa. É preciso criar um projeto de trabalho para ser desenvolvido nos Estados Unidos na área de interesse do candidato: desenvolvimento e economia agrícola; direito (com foco em direitos humanos); drogas (educação, prevenção e tratamento); manejo de recursos naturais e meio ambiente; planejamento urbano e regional (com foco em habitação popular); políticas e administração de saúde pública; política e administração de tecnologia (com foco em inovação); políticas e planejamento educacional (democratização, acesso e equidade do ensino superior) e tráfico de pessoas (políticas de prevenção).
Requisitos para se candidatar:
- Ter nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade norte-americana
- Ser graduado em curso com duração superior a quatro anos
- Ter no mínimo cinco anos de experiência profissional, até agosto de 2012, após a conclusão do bacharelado
- Ter fluência em inglês
Candidatos que terão prioridade:
- Provenientes de setores sub-representados, por razões socioeconômicas, em programas internacionais de aprimoramento educacional e profissional;
- Talentosos, com capacidade de liderança, que queiram aprimorar seus conhecimentos em sua área de atuação;
- Com vinculação profissional com o setor público ou, preferencialmente, com o terceiro setor (ONGs);
- Com experiência em trabalho ou atividades relacionadas ao desenvolvimento de sua comunidade, grupo social, região ou do País;
- Sem experiência educacional ou profissional no exterior.
Benefícios:
- Bolsa mensal de 1,7 mil a 2,5 mil dólares (de acordo com a localidade)
- Auxílio-instalação de 800 dólares
- Subsídio para compra de computador de 500 dólares (se necessário)
- Auxílio para livros de 750 dólares
- Auxílio para desenvolvimento profissional de 1,9 mil a 2,4 mil dólares (de acordo com a localidade)
- Auxílio para viagem internacional de ida ao Estados Unidos de 200 dólares e de 400 dólares para o retorno
- Passagens de ida e volta, seguro saúde, anuidade e taxas escolares.
Informações no site da Fulbright.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/estados+unidos+oferece+bolsas+para+aperfeicoamento+profissional/n1596984018992.html
sábado, 28 de maio de 2011
Manual para quem vai fazer intercâmbio
Dicas para quem deseja fazer Intercâmbio / Travel
Antes de fazer as malas e embarcar rumo ao intercâmbio, é preciso se planejar. Marina Motta, autora do livro Intercâmbio de A a Z e Flávia Mariano, autora de Intercâmbio Aí vou eu dão dicas preciosas que não podem ficar de fora do seu check-list.
Antes de fazer as malas e embarcar rumo ao intercâmbio, é preciso se planejar. Marina Motta, autora do livro Intercâmbio de A a Z e Flávia Mariano, autora de Intercâmbio Aí vou eu dão dicas preciosas que não podem ficar de fora do seu check-list.
** Para assistir os outros vídeos do Especial, clique na TAG intercâmbio.**
Brasil participa do mais importante evento de educação internacional do mundo
O Brasil será um dos expositores da 63ª Conferência Anual da Nafsa (National Association of Foreign Student Advisers), em Vancouver, no Canadá, entre os dias 29 de maio e 03 de junho, com objetivo de divulgar cursos superiores no Brasil para estrangeiros. A Nafsa é a mais importante e renomada associação de educadores internacionais do mundo. Estarão representadas no evento 18 instituições de ensino brasileiras, entre elas a USP, Unesp, UERJ, UFMG e UFPR.
A iniciativa de participação do Brasil na Nafsa é da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), com apoio do Study in Brazil, um programa do Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover a educação brasileira internacionalmente e gerido pela Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais).
“A presença nessa Conferência, organizada por uma das mais reconhecidas instituições de apoio ao estudante estrangeiro, ampliará as possibilidades de divulgação do Brasil no exterior. Esse segmento ainda é pouco explorado no Brasil e devemos aproveitar essa visibilidade para utilizarmos o intercâmbio estudantil como mais uma opção para promover os destinos brasileiros. O Brasil é um país atraente não só pelas riquezas naturais e culturais, mas também por possuir boa oferta de educação de excelência, capaz de proporcionar uma experiência única e agregar valor à formação”, comenta Mário Moysés, presidente da Embratur.
“Participar da Nafsa com um espaço só para o Brasil, em um estande de 72 m², com a presença das nossas melhores universidades, que promovem educação da mais alta qualidade, é um grande passo dado nos últimos 5 anos. Nosso objetivo é que o Brasil seja o país que mais recebe estudantes estrangeiros na América Latina”, disse Maura Leão, presidente da Belta.
Durante os quatro dias da conferência haverá mais de 250 encontros entre workshops e seminários. Estarão presentes, na delegação brasileira, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio, Campus Brasil, Centro Universitário FAE, Centro Universitário FEEVALE, Centro Universitário Senac – SP, Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RIO, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC-RS, Universidade de Campinas – UNICAMP, Universidade de São Paulo – USP, Universidade do Estado do Amazonas – UEA, Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, Universidade Federal do Paraná – UFPR e Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Entre os dirigentes, estarão presentes o diretor de Produtos e Destinos da Embratur, Marco Antonio de Britto, a presidente da Belta, Maura Leão e o presidente do Faubai (Associação de Assessorias de Instituições de Ensino Superior Brasileiras para Assuntos Internacionais), professor José Celso Freire Junior.
No dia primeiro de junho, após o encerramento da Conferência, a Belta, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio e a Embratur irão oferecer um coquetel para apresentar o Programa Brasileiro de Educação Internacional a profissionais convidados. A apresentação ocorrerá no próprio estande do Brasil, às 16h.
Belta - Criada há 19 anos, a Belta - Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais - é a primeira associação latino-americana do segmento de educação internacional. Com o objetivo de ampliar o mercado de educação internacional no país, a Belta investiu na promoção do segmento e na qualidade e confiabilidade dos programas internacionais oferecidos por suas associadas. A Belta avalia e credencia operadoras de intercâmbio. Possui mais de 70 empresas-membro entre operadoras no Brasil e organizações internacionais. A qualidade destas empresas é atestada pelo selo Belta, que faz com que sejam consideradas as melhores do País, dando credibilidade tanto no Brasil quanto no Exterior.
Perfil-O "Study in Brazil" é um programa do Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover e incentivar a educação brasileira entre estudantes estrangeiros e empresas de intercâmbio internacional. Desenvolve diversas atividades que promovem o país no exterior, com o objetivo de consolidá-lo como um dos principais destinos educacionais do mundo. Assim, divulga programas educacionais especializados, como cursos de graduação e extensão em áreas reconhecidas, Ensino Médio, Língua Portuguesa, entre outros.
O Bureau Brasileiro de Intercâmbio é gerido, desde 2005, pela BELTA (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais). Com o apoio da EMBRATUR, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio também é responsável pela seleção e união das instituições que oferecem Ensino Médio e Superior, Português, Programas Acadêmicos de curta e longa duração e programas combinados com turismo, esporte, estágio, trabalho voluntário etc.
A iniciativa de participação do Brasil na Nafsa é da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), com apoio do Study in Brazil, um programa do Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover a educação brasileira internacionalmente e gerido pela Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais).
“A presença nessa Conferência, organizada por uma das mais reconhecidas instituições de apoio ao estudante estrangeiro, ampliará as possibilidades de divulgação do Brasil no exterior. Esse segmento ainda é pouco explorado no Brasil e devemos aproveitar essa visibilidade para utilizarmos o intercâmbio estudantil como mais uma opção para promover os destinos brasileiros. O Brasil é um país atraente não só pelas riquezas naturais e culturais, mas também por possuir boa oferta de educação de excelência, capaz de proporcionar uma experiência única e agregar valor à formação”, comenta Mário Moysés, presidente da Embratur.
“Participar da Nafsa com um espaço só para o Brasil, em um estande de 72 m², com a presença das nossas melhores universidades, que promovem educação da mais alta qualidade, é um grande passo dado nos últimos 5 anos. Nosso objetivo é que o Brasil seja o país que mais recebe estudantes estrangeiros na América Latina”, disse Maura Leão, presidente da Belta.
Durante os quatro dias da conferência haverá mais de 250 encontros entre workshops e seminários. Estarão presentes, na delegação brasileira, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio, Campus Brasil, Centro Universitário FAE, Centro Universitário FEEVALE, Centro Universitário Senac – SP, Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RIO, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC-RS, Universidade de Campinas – UNICAMP, Universidade de São Paulo – USP, Universidade do Estado do Amazonas – UEA, Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, Universidade Estadual Paulista – UNESP, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, Universidade Federal do Paraná – UFPR e Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Entre os dirigentes, estarão presentes o diretor de Produtos e Destinos da Embratur, Marco Antonio de Britto, a presidente da Belta, Maura Leão e o presidente do Faubai (Associação de Assessorias de Instituições de Ensino Superior Brasileiras para Assuntos Internacionais), professor José Celso Freire Junior.
No dia primeiro de junho, após o encerramento da Conferência, a Belta, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio e a Embratur irão oferecer um coquetel para apresentar o Programa Brasileiro de Educação Internacional a profissionais convidados. A apresentação ocorrerá no próprio estande do Brasil, às 16h.
Belta - Criada há 19 anos, a Belta - Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais - é a primeira associação latino-americana do segmento de educação internacional. Com o objetivo de ampliar o mercado de educação internacional no país, a Belta investiu na promoção do segmento e na qualidade e confiabilidade dos programas internacionais oferecidos por suas associadas. A Belta avalia e credencia operadoras de intercâmbio. Possui mais de 70 empresas-membro entre operadoras no Brasil e organizações internacionais. A qualidade destas empresas é atestada pelo selo Belta, que faz com que sejam consideradas as melhores do País, dando credibilidade tanto no Brasil quanto no Exterior.
Perfil-O "Study in Brazil" é um programa do Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover e incentivar a educação brasileira entre estudantes estrangeiros e empresas de intercâmbio internacional. Desenvolve diversas atividades que promovem o país no exterior, com o objetivo de consolidá-lo como um dos principais destinos educacionais do mundo. Assim, divulga programas educacionais especializados, como cursos de graduação e extensão em áreas reconhecidas, Ensino Médio, Língua Portuguesa, entre outros.
O Bureau Brasileiro de Intercâmbio é gerido, desde 2005, pela BELTA (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais). Com o apoio da EMBRATUR, o Bureau Brasileiro de Intercâmbio também é responsável pela seleção e união das instituições que oferecem Ensino Médio e Superior, Português, Programas Acadêmicos de curta e longa duração e programas combinados com turismo, esporte, estágio, trabalho voluntário etc.
Brasil é divulgado como país para intercâmbio estudantil
A partir deste domingo, dia 29, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) vai representar o Brasil na 63ª Conferência Anual da NAFSA (Association of International Educators), que acontece até o dia 3 de junho, em Vancouver, no Canadá. O evento é organizado anualmente e representa uma oportunidade para a exposição e divulgação dos países participantes, com foco no intercâmbio educacional.
A presença nessa Conferência, organizada por uma das mais reconhecidas instituições de apoio ao estudante estrangeiro, ampliará as possibilidades de divulgação do Brasil no exterior. Na opinião do presidente da Embratur, Mário Moysés, esse segmento ainda é pouco explorado no Brasil. “Devemos aproveitar essa visibilidade para utilizarmos o intercâmbio estudantil como mais uma opção para promover os destinos brasileiros”.
Publicado em Plano Aquarela
A presença nessa Conferência, organizada por uma das mais reconhecidas instituições de apoio ao estudante estrangeiro, ampliará as possibilidades de divulgação do Brasil no exterior. Na opinião do presidente da Embratur, Mário Moysés, esse segmento ainda é pouco explorado no Brasil. “Devemos aproveitar essa visibilidade para utilizarmos o intercâmbio estudantil como mais uma opção para promover os destinos brasileiros”.
Segundo Moysés, o Brasil é um país atraente não só pela riquezas naturais e culturais, mas também possui boa oferta de educação de excelência, capaz de proporcionar uma experiência única e agregar valor à formação dos estudantes.
O foco desta edição serão os avanços da indústria de estudos no exterior e o aconselhamento dos estudantes visando à indicação dos destinos mais adequados a cada perfil. A expectativa dos organizadores é de cerca de 8 mil visitantes, incluindo o público interessado em intercâmbio, colaboradores internacionais, líderes universitários, profissionais e empresas credenciadas.
A estrutura
No estande da Embratur, o visitante poderá conhecer o trabalho desenvolvido por 22 instituições de ensino, entre algumas das mais tradicionais do Brasil como a Universidade de São Paulo (USP), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFPR (Universidade Federal do Paraná) e UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Também participa o Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover a educação brasileira no exterior e fruto da parceria entre a Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais) e a Embratur.
Dentro da extensa programação estão aproximadamente 250 eventos, entre workshops, palestras e seminários abertos ao público. No entanto, a participação nos painéis dos dias 29 e 30 será permitida apenas aos inscritos previamente (http://www.nafsa.org/annualconference). Ainda como parte da agenda, a Embratur vai oferecer, no dia 1º de junho, um coquetel em seu estande para apresentar o Programa Brasileiro de Educação Internacional. Na ocasião, o diretor de Produtos e Destinos da Embratur, Marco Antonio Lomanto, representará o Instituto.
O foco desta edição serão os avanços da indústria de estudos no exterior e o aconselhamento dos estudantes visando à indicação dos destinos mais adequados a cada perfil. A expectativa dos organizadores é de cerca de 8 mil visitantes, incluindo o público interessado em intercâmbio, colaboradores internacionais, líderes universitários, profissionais e empresas credenciadas.
A estrutura
No estande da Embratur, o visitante poderá conhecer o trabalho desenvolvido por 22 instituições de ensino, entre algumas das mais tradicionais do Brasil como a Universidade de São Paulo (USP), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFPR (Universidade Federal do Paraná) e UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Também participa o Bureau Brasileiro de Intercâmbio, criado para promover a educação brasileira no exterior e fruto da parceria entre a Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais) e a Embratur.
Dentro da extensa programação estão aproximadamente 250 eventos, entre workshops, palestras e seminários abertos ao público. No entanto, a participação nos painéis dos dias 29 e 30 será permitida apenas aos inscritos previamente (http://www.nafsa.org/annualconference). Ainda como parte da agenda, a Embratur vai oferecer, no dia 1º de junho, um coquetel em seu estande para apresentar o Programa Brasileiro de Educação Internacional. Na ocasião, o diretor de Produtos e Destinos da Embratur, Marco Antonio Lomanto, representará o Instituto.
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