domingo, 17 de abril de 2011

UniRitter abre inscrições para intercâmbio na França


Os interessados devem preencher formulário da convocatória e entregá-lo na sala da Coordenação da Faculdade até o dia 20 de abril

A Coordenação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e o Programa de Intercâmbio Acadêmico comunicam que estão abertas as inscrições para a segunda chamada do intercâmbio com a Ecole Nationale Supérieure d’Architecture de Paris la Villette.

Os interessados devem preencher formulário da convocatória e entregá-lo na sala da Coordenação da Faculdade até o dia 20 de abril.

Para preencher o formulário e realizar sua inscrição, clique aqui.

Clique aqui e confira a convocatória completa.

Fonte: http://noticias.universia.com.br/tag/uniritter-intercâmbio/

Fonte: http://www.uniritter.edu.br/?noticia=2129 

Estrangeiros em intercâmbio profissional no Brasil receberão visto de 1 ano

O benefício será concedido a estudantes ou recém-formados de países que oferecerem as mesmas condições a brasileiros

Se falta mão de obra qualificada no mercado brasileiro, as empresas terão agora a possibilidade de suprir parte dessa carência com profissionais provenientes de outros países. Para isso, foi publicada na última quinta-feira (14/4), no Diário Oficial da União, uma resolução pela qual os estrangeiros que realizam intercâmbio profissional no Brasil terão direito a visto de um ano, não prorrogável.

Os vistos, concedidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego, poderão ser concedidos a estudantes ou profissionais recém-formados de outros países que participarem de intercâmbio em empresas estabelecidas no Brasil. Além disso, eles estarão sujeitos às exigências de reciprocidade, ou seja, as pessoas só receberão o visto se o país de origem delas também oferecer as mesmas condições aos brasileiros.

*Com informações da Agência Brasil
 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/estrangeiros_em_intercambio_profissional_no_brasil_receberao_visto_de_1_ano

Intercâmbio no ensino médio ajuda jovem a amadurecer e aprender idiomas

Acostumados a estudar na véspera, alunos voltam com novos hábitos, diz especialista

Fazer no exterior o High School - equivalente ao nosso ensino médio - faz o adolescente ficar mais independente e responsável (Foto: Thinkstock)
Gabriele Sampaio tem só 14 anos e já se preocupa com a universidade. A garota, aluna do primeiro ano do ensino médio, não pensa apenas nas fórmulas e matérias que precisa aprender para o vestibular – Gabriele quer é saber como ingressar no curso de direito da Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos.

Para isso, ela começou a se preparar para um programa de High School, para estudar parte do colegial nos Estados Unidos ou na Inglaterra.

Se conseguir boas notas e sair com o inglês afiado, a garota espera ter mais chances de concorrer à vaga dos seus sonhos em Nova York.

Além de ter uma nova experiência em sala de aula, contato com uma cultura diferente e de sair de casa ainda jovem, o adolescente que opta pelo curso de High School volta mais responsável e com o idioma estrangeiro fluente (principalmente inglês e espanhol), afirma Perpétua Devite, da BIL Intercâmbios. Outra característica é sair disciplinado dos estudos.

- Aqui [no Brasil], a lição de casa é cobrada, mas existe tolerância com quem deixa de fazer o dever. Lá fora [estudando em outro país], não. Eles são mais rigorosos e a lição de casa faz parte da nota do boletim. Aqui os alunos são acostumados a estudar apenas para a prova. Lá, eles voltam com o hábito de estudar sempre.

Medos

Sobram dúvidas entre os estudantes. Gabriele, por exemplo, tem receio de ficar em uma casa de família no intercâmbio e não se adaptar.

- Tenho medo de ter que ficar com quem não gosto e também não quero morar em uma cidade pequena. Moro em Atibaia, onde não há quase nada para fazer. Quero uma cidade grande, agitada.

Claudia Malandrino, coordenadora educacional da agência de intercâmbios CI, ressalta os benefícios de ter uma "família postiça". Além de conhecer pessoas novas e treinar de forma mais intensa o idioma, o estudante costuma se sentir acolhido, o que traz mais segurança tanto para o jovem quanto para a família no Brasil.

- Geralmente os estudantes têm medo de não gostar da família [postiça]. Mais há um tempo de adaptação e, em alguns casos, é possível trocar de casa, caso o jovem não se adapte.
Antes de tudo, diz Cláudia, o estudante precisa saber que não está indo para uma viagem de férias e, sim, de estudos. Ele terá deveres e responsabilidades não só com a "família postiça", mas também com seu desempenho escolar.

Experiência dos pais

Para os pais dos estudantes intercambistas, o tempo longe dos filhos também é uma experiência nova. Muitas vezes, é a primeira vez que o estudante deixa a sua casa e fica fora por tanto tempo. Cristiane Sampaio, 40 anos, mãe de Gabriele, já pensa nisso.

- Vai ser uma experiência boa para as duas, porque como somos só eu e ela, vou ficar sozinha também aqui. Teremos que aprender as duas durante esse período.




Fonte: http://www.agazeta.net/vida-e-estilo/135-noticias2/2578-intercambio-no-ensino-medio-ajuda-jovem-a-amadurecer-e-aprender-idiomas.html

Aiesec oferece oportunidade de intercâmbio nas férias


No dia 18 de abril, segunda-feira, a Aiesec Florianópolis promove a palestra “Intercâmbio de férias – Cidadão Global”, em três horários, às 12h, 18h e 20h, no auditório do Centro Sócio-Econômico (CSE). As inscrições podem ser feitas pelo site: www.aiesec.org.br/cidadaoglobal2011

Presente em 110 países e gerida só por estudantes, a AIESEC é uma instituição cujo objetivo é promover oportunidades de intercâmbio para formar líderes socialmente responsáveis e culturalmente sensíveis desde 1948.

O programa de intercâmbio de férias – Cidadão Global – é destinado a estudantes que queiram fazer a diferença fora do Brasil: são vagas de trabalho em escolas ou ONGs no leste europeu, América Latina e África.

O intercâmbio tem duração de 6 a 8 semanas e é voluntário. O estudante recebe moradia e algumas refeições, mas arca com a passagem, visto e uma taxa de R$ 600 para manutenção do escritório da AIESEC. É necessário o domínio da língua inglesa.

Fonte: Luiza Balthazar – Diretora de Comunicação – AIESEC em Florianópolis

+ 55 48 9991-8567- www.aiesec.org.br



Fonte: http://noticias.ufsc.br/wp-content/themes/novo-ufsc/img/brasao_ufsc_80.png

Alunos escolhem destinos incomuns para intercâmbio

Lituânia, Índia e África são opções para quem vai na contramão da maioria


Depois de escolher o curso e o programa de intercâmbio que deseja fazer, o estudante deve optar pelo mais difícil: o país de destino.


Não é apenas o aprendizado em sala que conta ao arrumar as malas para estudar fora de casa. Também contam as possibilidades de lugares para visitar, a chance de fazer futuras amizades, a vivência com uma cultura diferente e até o clima e a oferta de moradia e emprego no novo país.

Com tudo isso, na contramão de quem procura por nações conhecidas, como Estados Unidos, alguns estudantes preferem ir para países diferentes e menos procurados.

Ivan Nisida, 21, está no terceiro ano do curso de relações internacionais da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Ele elegeu três opções para o intercâmbio: Bolívia, Chile e Uganda. Optou por conhecer o país africano e passou seis semanas (um mês e meio) trabalhando em um projeto com mães solteiras com HIV em Kampala, capital de Uganda.

- Era a minha chance de conhecer a África, não só como turista, e ainda voltar com uma experiência cultural muito rica.

Ivan embarcou pouco antes do Natal de 2010 – foi a primeira ceia longe de casa. O estudante conta que, na noite do dia 24 de dezembro, foi recebido por uma família ugandesa, amiga de um aluno chinês que conheceu no país. Ele pôde experimentar um banquete de comidas típicas.

- Foi ótimo, eles me receberam muito bem. Vivi quase como um nativo lá. Morei em uma favela, fazia compras em um mercadinho perto de casa, cozinhava, lavava a minha roupa. Esse lado também foi bom, porque foi a primeira vez que tive que me virar sozinho.

Apesar de o inglês ser a língua mais usada na Uganda, Ivan diz que se esforçou para aprender luganda, a língua da região onde ficou. Isso abriu portas ao jovem por onde passou.


- Gostei tanto que pensei em trancar a faculdade para voltar e passar mais seis meses lá. Existe muito preconceito com a África. A estrutura no país é precária e, se você não vai disposto a passar por essa experiência, se assusta mesmo. Mas é um ótimo lugar. Conheci pessoas muito interessantes.

Lituânia

Pela primeira vez em grandes feiras de intercâmbio do Brasil o estande da Lituânia foi bem procurado. Houve quem quisesse conhecer a cultura menos famosa do que outras europeia.

O país da costa báltica tem atraído muitos brasileiros nos últimos anos. A não-obrigatoriedade de visto para passar três meses em solo lituano e os baixos custos, comparados a outros países da União Europeia, são alguns dos atrativos oferecidos.

Os preços dos programas para estudar idiomas na Lituânia variam de R$ 350 a R$ 805 (de 150 a 350 euros). Os voos, de ida e volta, saem entre R$ 2.000 a R$ 2.530 (860 a 1.100 euros).

Estudantes que sonham cursar medicina podem se inscrever na Lithuanin University Sciences, importante instituição que também abre as portas para os cursos de odontologia, farmácia e estudos avançados de saúde pública para estrangeiros.

Índia

Para os que desejam visitar a terra do Taj Mahal, a Sharda University - uma das instituições mais procuradas da Índia e ganhadora do prêmio de Melhor Universidade Privada pela Times Research - também está de portas abertas.

Há vagas para quem pretende estudar engenharia e tecnologia, negócios, ciências dentais, ciências médicas e artes, entre mais de 75 opções de cursos de curta ou longa duração.

Quem vai estudar inglês ou negócios, entre cinco a dez semanas, desembolsa em média R$ 2.100 (U$ 1.250) - já com o valor da acomodação no país, muito explorado em filmes e novelas dos últimos anos. Gastando pouco, os estudantes vão cada vez mais longe e voltam, além de qualificados, cheios de história para contar.

Veja dicas para aproveitar o intercâmbio

Quanto mais atividades extraclasses participar, mais rápido se aprende o idioma. Teatro, esportes coletivos, aulas de dança e grupos de voluntariado são algumas das opções para treinar a nova língua

Escolas públicas no exterior são diferentes das nacionais. Elas são melhores do que os nossos colégios municipais e estaduais. Porém, a qualidade do ensino médio particular brasileiro, em geral, é melhor do que nos EUA, um dos mais procurados pelos alunos

Para estudar em escolas e universidades públicas, o aluno é escolhido pelas instituições de acordo com seu histórico escolar. Ele escolhe só o país. A cidade, no caso do ensino médio, pode ser pequena, longe das metrópoles e situada em áreas rurais

Há sempre um responsável pelo acompanhamento pedagógico no país de destino, no caso de intercâmbio no ensino médio ou no fundamental. Qualquer problema, basta entrar em contato

No caso de universidades, os estudantes podem optar por alojamento próximo à instituição ou por alugar apartamento com os amigos. Os que optam por acomodação em casa de família, no caso de ensino médio, precisam comprovar os motivos para uma eventual dificuldade de adaptação. Não gostar dos irmãos ou ter hora para comer e dormir não são motivos aceitos com facilidade para uma possível troca de casa

É preciso começar a se programar com no mínimo três meses antes de embarcar. Depois disso, é difícil encontrar vaga nas escolas e universidades, e ter tempo hábil para preparar os documentos necessários

Algumas agências que organizam o programa de High School para diversos destinos: BIL Intercâmbios, CI (Central de Intercâmbio), STB, ABIC Cursos no Exterior e EF Intercâmbios
 


Fonte: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/alunos-escolhem-destinos-incomuns-para-intercambio-20150304.html

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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