terça-feira, 22 de março de 2011

Pará e Indonésia querem intercâmbio

O Pará pode fechar um importante intercâmbio ambiental com a Indonésia, quarto país mais populoso do mundo, envolvendo as áreas florestal, de controle, monitoramento e capacitação técnica em gestão ambiental.

O primeiro passo nesse sentido aconteceu na última quinta-feira, durante visita de uma comitiva de 34 representantes daquele país ao Parque Estadual do Utinga.

A comitiva foi recebida pela secretária de Meio Ambiente, Teresa Cativo. O grupo tinha à frente o governador da província de Kalimantan, Agustin Teras Narang; o embaixador da Indonésia no Brasil, Sudaryamo Hartosudarmo e o presidente da Câmara de Vereadores de Kapuas, Robert Linuh Gerunj.

Para a secretária, o momento foi de parceria. Teresa Cativo convidou o embaixador Hartosudarmo para participar do Fórum Mundial em que se discutirá pobreza e desenvolvimento sustentável. “As experiências da Indonésia com desenvolvimento local bem sucedidas deverão ser relatadas neste fórum”, assegurou.

Uma das integrantes da comitiva, a mestre em Ecologia Avi Mahaningtyaj, coordenadora da Partnership, ONG empenhada em combater os problemas ambientais em Jacarta, ficou deslumbrada com o que viu. “Nós não temos uma área tão bem preservada quanto esta. Estou impressionada com o comprometimento do governo com o meio ambiente”, disse.

Avi ressaltou ainda que o fato de o parque ser aberto ao público aproxima o homem da natureza. (Diário do Pará)
Fonte:http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-129517-PARA+E+INDONESIA+QUEREM+INTERCAMBIO.html

segunda-feira, 21 de março de 2011

Número de estudantes que fazem intercâmbio cresce no Brasil

Redação

O Brasil é o terceiro país que mais envia estudantes em programas de intercâmbio.

A projeção é que em 2011 este cenário cresça entre 20 e 25%, segundo dados da Associação de Agências e Operadoras de Intercâmbio, a Belta.

Só no ano passado, 170 mil brasileiros foram estudar no exterior. Os principais destinos são: Canadá, Estados Unidos, Austrália e também países da Europa.

A presidente da Associação das Agências de Intercâmbio, Maura Leão, comenta a variedade de opções: Clique aqui para ouvir

Quem quiser se informar mais sobre este assunto pode visitar a Feira de Intercâmbio ´ExpoBelta´, que acontece neste fim de semana, na capital paulista. O contato com as agências de intercâmbio não é o único objetivo do evento, explica Maura Leão, responsável pela feira: Clique aqui para ouvir

A ´ExpoBelta´ acontece no Centro de Convenções Frei Caneca, das 14hrs da tarde até às 19hrs da noite, no sábado e domigo - e a entrada é gratuita.

Fonte: http://bandnewsfm.band.com.br/conteudo.asp?ID=448780

Visita francesa à Escola de Química e Intercâmbio na França

A Escola de Química receberá uma delegação francesa na quarta-feira, 23 de março. O grupo é composto pelas professoras Florence Malaise (Lille), Stephane Broncheier (Angers), Marie Lummerzheim (Toulouse) e Melise Bouroullec-Machado (El-Purpan).

A visita da comitiva é fruto da aprovação do projeto “Cooperação Franco- Brasileira de Gestão em Empreendedorismo na área Agroalimentar – ênfase em produtos de origem animal” do Programa Capes/Brafagri 2011/2012, vinculado a projetos de cooperação entre as universidades parceiras Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ – EQ).

O projeto promoverá intercâmbio com duração de 10 meses (a partir de setembro/2011) de seis alunos de graduação dos cursos de Engenharia de Alimentos e Engenharia de Bioprocessos da Escola de Química e o mesmo número de alunos da Fédération dês Ecoles Supérieures D´ingeénieurs em Agriculture(FESIA).

Os alunos selecionados receberão auxílio deslocamento, instalação, seguro saúde além de bolsas mensais de 110 euros. Os alunos brasileiros poderão escolher cursar disciplinas nas unidades da FESIA, sendo estas, Escola de Ingeniaria de Purpan (El-Purpan Toulouse); Institut Supérieur d´Agriculture de Lille (ISA Lille), Ecole Supérieure d´Agriculture d´Angers (ESA Angers) e Institut Supérieur d´Agriculture de Rhone-Alpes à Lyon (ISARA Lyon).

Para mais informações, clique aqui.

Fonte: http://www.ufrj.br/mostraNoticia.php?cod_noticia=11289

Obama vê intercâmbio de 100 mil acadêmicos entre países no futuro

Viagens envolveriam alunos, professores e pesquisadores entre as universidades brasileiras e americanas

O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou à presidenta Dilma Rousseff, em encontro reservado, ver a possibilidade de um intercâmbio de 100 mil pessoas no futuro próximo entre os dois países.

Hoje, os países reforçaram um acordo de transferência de conhecimento por universidades. Segundo Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais, o presidente Obama falou nesse ritmo de transferência de pessoas considerando professores, pesquisadores e alunos.

Até hoje, pelo acordo firmado entre Brasil e EUA desde 1984, menos de 6 mil pessoas já viajaram de um país para o outro. Segundo Garcia, ambos os presidentes deixaram clara a expectativa com esse acordo, mas Obama foi mais insistente nisso.

Na semana passada, a presidenta Dilma declarou que gostaria de ter mais estudantes brasileiros nas universidades dos EUA e que faria um pedido a Obama nessa linha.

De acordo com o comunicado conjunto, Brasil e EUA “recomendaram aumentar os elos entre as instituições educacionais de ambos os países”. Além disso, Obama tomou nota, com satisfação, do interesse brasileiro na implementação de um programa amplo para ensino de inglês à distância, tendo em vista a Copa do Mundo e a Olimpíada.

BH recebe duas feiras de intercâmbio com opções de cursos no exterior para turbinar o currículo

Diploma todo mundo tem, seja de curso técnico, superior, pós-graduação ou língua estrangeira. O que hoje dá uma turbinada no currículo, mais do que a fluência em outro idioma, é a vivência internacional. Quem já trabalhou ou estudou fora do país sai à frente na disputa por uma vaga no mercado de trabalho. “Se tenho um diferencial, torno-me mais competitivo”, afirma o gerente de negócios da Dasein Executive Search, David Braga.

Prova que os profissionais estão ligados a essa realidade é o fato de que o Brasil é o maior mercado de intercâmbio da América Latina. Dados oficiais da Association of Language Travel Organisations (Alto) mostram que o número de pessoas que saem daqui para estudar no exterior aumentou quatro vezes em seis anos. Em 2010, foram mais de 160 mil. De olho no interesse dos brasileiros, as instituições de ensino têm oferecido oportunidades cada vez mais atraentes e o público mineiro poderá conhecer as opções de viagens em duas feiras que chegam esta semana a Belo Horizonte.



A oferta de cursos de idioma, que são os mais procurados por aqui, é bem variada. Existem, ainda, inúmeras opções para quem quer fazer high school, graduação, pós, MBA, especialização e curso técnico, ou simplesmente trabalhar, mas este ano a ExpoBelta vai dar destaque para uma novidade que chegou ao mercado para ficar: os programas de voluntariado. “São programas belíssimos, que existem há anos na Europa. A pessoa escolhe o destino e se voluntaria para alguma tarefa. Existe opção para construir escola no Equador, você pode cuidar de animais num parque nacional da África ou salvar tartarugas em Galápagos”, conta o diretor de relações institucionais da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), Carlos Robles.



Condições favoráveis

A boa notícia para quem sonha passar uma temporada no exterior é que dinheiro não pode mais ser considerado um empecilho. Alguns bancos oferecem financiamentos para intercambistas e as agências têm criado pacotes bem acessíveis. Com R$ 3 mil você pode fazer um curso intensivo de inglês, com duração de um mês, em Vancouver, no Canadá. Quem visitar a Expo Estude no Exterior ainda poderá se informar sobre um curso intensivo de espanhol em Buenos Aires por R$ 1,9 mil e um curso noturno de inglês na Nova Zelândia, um dos países que não exige visto nos três primeiros meses, por R$ 2,7 mil.

O atual momento da economia também é responsável pelo aumento do número de brasileiros que viajam para trabalhar ou estudar. “O real está forte, então está cada vez mais barato fazer intercâmbio. Os preços não são mais fora da realidade. Se a pessoa se organizar, consegue fazer um curso fora do Brasil”, analisa a diretora da Expo Estude no Exterior, Daniela Ronchetti. “A situação cambial está favorecendo quem nunca teve acesso à educação internacional, principalmente jovens que gostariam de aprofundar o conhecimento em língua estrangeira antes de entrar no mercado de trabalho”, completa o diretor da Belta.

Foi o que fez o produtor musical Filipe Carmo Caldeira Bastos, de 24 anos. Decidido a aprimorar o inglês, ele largou a faculdade de comércio exterior pela metade e se mudou para a Inglaterra. “Foi uma experiência importante para o currículo e para o meu crescimento pessoal. Precisava ser mais independente e enfrentar desafios”, afirma. E desafios não faltaram. Filipe arrumou todo tipo de emprego para se manter por nove meses em Londres. Trabalhou como faxineiro, garçom, barman e entregador de jornal. Enquanto isso, estudou o idioma até adquirir fluência.

A vivência no exterior mudou a vida de Filipe. Foi lá que ele desistiu de terminar a faculdade para investir na carreira de produtor musical. O jovem só voltou para o Brasil porque precisava juntar dinheiro e daqui fez curso on-line de música eletrônica. Três anos depois, retornou a Londres para conclui-lo. Com a experiência que adquiriu, Filipe já lançou músicas em parceira com uma gravadora inglesa e hoje é um dos poucos produtores musicais mineiros que estudou no exterior. Ele dá aulas no pequeno estúdio que montou aqui, mas o seu sonho é voltar para a Inglaterra.

Outra novidade que promete conquistar os brasileiros são os pacotes que reúnem o ensino de idioma e um curso relacionado à cultura do país. “As escolas estão buscando algo além da parte linguística. Isso tem despertado a clientela que não é tão jovem, mas tem curiosidade de fazer intercâmbio”, explica Robles. É possível estudar espanhol e, ao mesmo tempo, aprender dança flamenca na Espanha. Se preferir, você pode fazer curso de vinho na Argentina ou no Chile. Também há a possibilidade de estudar francês e conhecer alguns truques da gastronomia parisiense.



Celina Aquino


Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/03/20/internas_economia,216375/bh-recebe-duas-feiras-de-intercambio-com-opcoes-de-cursos-no-exterior-para-turbinar-o-curriculo.shtml

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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