terça-feira, 19 de julho de 2011

A importância do intercâmbio para o Ator!

Estudar fora da cidade, do estado ou até mesmo do país natal é algo cada vez mais comum na vida de atores iniciantes. Isso porque, nem todas as pessoas nascem no centro de ebulição da sua área de atuação. Infelizmente, muitos atores e atrizes não têm condições de se manter em uma universidade ou escola de teatro, cinema ou TV. Nestes casos, é vantajoso investir em palestras, oficinas e workshops de curta duração com profissionais de grandes centros artísticos como Rio de Janeiro e São Paulo.
Os eventos têm se tornado uma medida cada vez mais frequente para economizar dinheiro, diferente da mudança brusca e cara para outras cidades. Ainda assim, o intercâmbio é muito importante não só em relação ao aprendizado com profissionais renomados, mas também pela troca cultural.

Nas artes podemos nos deparar com diversas “escolas” marcadas pelo regionalismo. No Brasil, encontramos uma tendência ao teatro amador da Bahia, que nos trouxe astros como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta, e o Rio Grande do Sul, com grande relevância na sétima arte com as produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. Temos também o cinema, com filmes arrasa-quarteirão, e teatro, com o boom dos musicais, mais comerciais feitos no eixo Rio-São Paulo.

Atualmente, o Studio Escola de Atores promove uma Jornada Artística, que visa passar, através de atividades de contato e oficinas, a arte de fazer cinema e televisão na prática. O evento, com realização no Rio de Janeiro, irá durar apenas dois dias, num total de 24 horas de preparação intensiva, e reunirá profissionais gabaritados e com técnicas diferenciadas.

Para o ator, mais do que qualquer outro profissional, é importante estudar e conhecer o outro. E o intercâmbio propiciado por workshops em outros estados é a melhor maneira de se chegar a esse objetivo.

Veja outras matérias a respeito no link abaixo!

Fonte: http://www.testedeelenco.com.br/201107152877/a-importancia-do-intercambio-para-o-ator

Edital seleciona propostas para intercâmbio científico entre Brasil e Japão


Publicada por Assessoria de Comunicação Social   
Segunda, 11 de Julho de 2011 10:09
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com a Sociedade Japonesa de Promoção da Ciência (JSPS), divulga, nesta segunda-feira, 11, seleção de projetos conjuntos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, com vistas ao intercâmbio científico entre instituições de ensino superior (IES) do Brasil e do Japão, visando à formação de recursos humanos de alto nível nos dois países.
Para participar, a proposta deve estar vinculada a um programa de pós-graduação avaliado pela Capes, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7; contemplar, principalmente, a formação de pós-graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas; ter caráter inovador considerando, inclusive, o desenvolvimento da área no contexto nacional e internacional, explicitando as vantagens advindas da parceria internacional; prever a publicação conjunta de artigos científicos e ter como meta o desenvolvimento científico e tecnológico dos grupos de pesquisa envolvidos; ser apresentada por coordenador de equipe, detentor do título de doutor obtido há pelo menos cinco anos. Além disso, a equipe proponente deverá contar com, no mínimo, dois docentes doutores vinculados a um programa de pós-graduação, além do coordenador.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, até o dia 12 de setembro, mediante o preenchimento do formulário de inscrição. Ao formulário devem ser anexados eletronicamente os documentos discriminados no edital.
A seleção das propostas consistirá em quatro fases, sendo elas verificação da consistência documental, análise do mérito, priorização das propostas previamente aprovadas e reunião mista entre a Capes e a JSPS, ou de seu representante, para decisão final. Os projetos aprovados iniciarão as atividades em 2012. Cada proposta de projeto conjunto de pesquisa deverá planejar suas atividades considerando que a duração máxima de financiamento dos projetos será de dois anos.
Mais informações pelo e-mail cpro@capes.gov.br.



Fonte: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/4733-capes-e-jsps-selecionam-propostas-para-intercambio-cientifico-entre-brasil-e-japao

Senac Alegrete promove intercâmbio para Inglaterra

Os interessados em novas descobertas e aprendizado da língua inglesa têm uma ótima oportunidade para as férias de verão. Em janeiro do próximo ano o Senac Alegrete promove um intercâmbio multicultural para Londres, na Inglaterra. A viagem será realizada em parceria com a empresa World Study e esta aberta para alunos do Senac e estudantes de outras escolas. Para participar é preciso agendar sua vaga diretamente na Unidade (Rua Luis de Freitas, 141).

Durante quatro semanas os alunos ficarão hospedados em casas de famílias locais para a prática do inglês. Alem disto, estes ainda frequentarão aulas ministradas por professores nativos no turno da manhã. No turno da tarde e aos finais de semana, o grupo aproveitará para descobrir os encantos que fazem desta capital uma das mais visitadas do mundo. Roteiros como London Eye, Museu de Cera, Oxford, Christchurch, Stonehenge e final de semana em Paris fazem parte do pacote.Mais informações podem ser adquiridas pelo telefone (55) 3422-1069.

Fonte: http://www.agencia.fecomercio-rs.org.br/agencia/noticias/Senac-Alegrete-promove-intercmbio-para-SvnC8-.html

Capes e Instituto Weizmann fecham acordo de intercâmbio

Capes e o Instituto Weizmann fecham acordo de intercâmbio para estudantes e pesquisadores brasileiros
Brasília - A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação e o Instituto Weizmann de Ciência de Israel fecharam um acordo para financiar o intercâmbio de estudantes e pesquisadores brasileiros nas áreas de bioquímica, química, física, matemática e ciência da computação e nas áreas de qualificação de professores da educação básica e de tecnologias da educação.

O acordo, com duração de cinco anos, servirá para a cooperação e execução de projetos conjuntos de pesquisa entre o Brasil e Israel.'A pesquisa feita no Brasil, nessa área, ganhará visibilidade no exterior e terá inserção no cenário internacional, à medida que nossos pesquisadores tenham parceria com pesquisadores de alto prestígio israelenses' disse Denise Neddermeyer, diretora de Relações Internacionais da Capes.

Fundado em 1934, o Instituto Weizmann de Ciências, com sede em Rehovot em Israel, é um dos mais respeitados centros internacionais de pesquisas multidisciplinares do mundo.

Edição: Aécio Amado

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Fonte: http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=29547404

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Com o dólar baixo estimula intercâmbio!

Carla Murta economizou cerca de
R$ 17 mil ao mandar a filha, Paloma,
fazer intercâmbio nos EUA
Demanda por aprender idiomas e fazer intercâmbio lá fora aumenta em até 40%. Principal motivo é a queda do dólar
Saem os cangurus, entram os hambúrgueres. E na ponta do lápis a viagem custa US$ 11 mil a menos (cerca de R$ 17 mil na cotação da moeda americana ontem). A estudante Paloma Bicalho Giffoni, de 16 anos, iria passar um ano estudando e morando na Austrália, mas mudou a rota da Oceania para a América do Norte. “Optamos pelos Estados Unidos e, em vez de gastar US$ 20 mil, vamos gastar US$ 9 mil, pelo mesmo período de viagem”, conta a mãe de Paloma, Carla Bicalho Murta. O movimento de jovens que vão cursar ensino médio no exterior e também de adultos que tiram férias para estudar teve verdadeira explosão este ano. Algumas agência registraram crescimento de 40% entre o segundo trimestre deste ano e o mesmo período de 2010.

Os Estados Unidos são a principal estrela. A tendência é impulsionada pela queda do dólar americano, que este mês atingiu a menor marca desde janeiro de 1999 (R$ 1,552), ano em que o Brasil abandonou o câmbio fixo. “Os preços de pacotes que combinam programas de estudo se equiparam aos das viagens com meros fins recreativos”, diz Beth Coutinho, da agência de intercâmbio que leva seu nome, em Belo Horizonte.

Na hora de bater o martelo da viagem, é tentador aproveitar para engrossar o currículo, o que puxa o mercado para cima com outra faixa etária – a dos “jovens adultos”, que têm entre 25 e 35 anos e não dispensam os cursos de línguas no exterior, que também ficam mais baratos, nesse contexto, segundo Santuza Bicalho, diretora executiva da Student Travel Bureau: “Prevíamos crescimento de 21%, mas estamos, este ano, levando 40% mais estudantes para o exterior que no ano passado”.

Sonho de estudar fora se expande
Com o dólar abaixo de R$ 1,60, explodiu o número de turistas e estudantes viajando e gastando no exterior. Em maio, a cifra bateu o recorde do Banco Central (BC) e volume que os brasileiros gastaram fora do país superou US$ 1,6 bilhão.

Para simplificar a remessa de dinheiro para o exterior, em 2006, o Banco Central criou o Câmbio Simplificado (Simplex): par valores até US$ 50 mil, o cliente pode não só enviar via um banco, mas também enviar via corretora de valores, sem burocracia e por taxas menores.

Entre maio e junho, com a queda da moeda americana, a Tov Corretora registrou crescimento de 25,3% neste tipo de operação. A maior surpresa foi justamente por conta das escolas de idiomas que mandam os jovens para estudar no exterior. Em 30 dias, o volume financeiro cresceu 67,8%.

Para Bergallo, gerente de câmbio simplificado da Tov, o crescimento se deve à desvalorização do dólar, ao aquecimento da economia e ao avanço da classe C. “Mandar o filho estudar fora do país era sonho possível só para a classe A. Com o aumento do poder aquisitivo e o dólar quase se equiparando ao real, a subida da classe C e a oferta de crédito, hoje já é algo acessível para universo muito maior da população”, explica.

Economia
É o caso do engenheiro Daniel Jorge Antonio Gomes, de 28, que vai para Nova York em agosto fazer curso de inglês com duração de 25 dias. A queda do dólar foi crucial para a escolha do destino e o objetivo de incrementar os conhecimentos em língua inglesa ainda contribuiu com economia extra na viagem: “Por ser conveniada à escola, a hospedagem vai sair a US$ 60, bem no Centro de Manhattan, onde os hotéis costumam cobrar US$ 200”, conta o engenheiro.

Daqui para o futuro
Câmbio pode frear procura


Dados das agências especializadas em intercâmbio mostram concentração no primeiro trimestre na venda de pacotes de estudo no exterior, especialmente para os Estados Unidos. A valorização do real pode, na opinião de Santuza Bicalho, do STB, ter gerado a corrida aos pacotes. “Quem tentou comprar em abril para julho já encontrava preços de tarifas aéreas proibitivos. O pessoal se antecipou bastante.” O receito de que o dólar pare de se desvalorizar é apontado por especialistas da área como a causa da corrida aos pacotes de estudos no exterior. 

O governo brasileiro vem adotando algumas medidas monetárias para evitar essa sobrevalorização do real, que, segundo os empresários, atrapalha a competitividade nacional. Por outro lado, a crise na Europa também pode afetar o câmbio, deixando esses pacotes menos vantajosos. É pouco provável que o setor, no ano que vem, registre esse mesmo crescimento de 40%.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/07/16/internas_economia,240055/dolar-baixo-estimula-intercambio.shtml

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Qual é o melhor destino para se fazer Intercâmbio?

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