segunda-feira, 28 de março de 2011

Camponovense vence projeto e fará intercâmbio nos EUA


Amanda Carolina - Ela fará intercâmbio por dois meses no estado norte-americano de Illinois

Foi divulgada na manhã desta sexta-feira, 18, pela Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) os nomes dos dois selecionados pelo projeto Embaixadores da Soja. Entre eles está uma jovem camponovense, Amanda Carolina Marques Miranda Diavan, de 25 anos.
 
Amanda é formada em engenharia agrônoma pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), mora em Campo Novo, onde a família possui uma propriedade e onde ela atua ativamente.
 
O projeto Embaixadores da Soja é uma parceria da Aprosoja e da Associação de Produtores de Soja de Illinois (ISA), nos Estados Unidos, e está na segunda edição. O objetivo é levar jovens produtores mato-grossenses, durante o período de aproximadamente dois meses, em visita a propriedades rurais norte-americanas.
 
Amanda foi aprovada depois de cumprir alguns requisitos exigidos pelo edital do projeto. Entre os critérios para participar estavam ter conhecimento de inglês em nível intermediário ser filho de produtor rural associado à Aprosoja e participar do trabalho na propriedade ter idade entre 21 e 25 anos e estar cursando faculdade ou ter concluído curso superior em no máximo dois anos. A seleção contou ainda com entrevistas técnicas e comportamentais, além do teste do nível de inglês.
 
Além da capacitação de jovens produtores de Mato Grosso, o intercâmbio prevê ainda curso de inglês visita a feira Farm Progress Show, uma das maiores feiras de agricultura dos Estados Unidos, visita à Bolsa de Chicago estágio em propriedades rurais do estado de Illinois entre outras ações previstas na programação.
 
Além da camponovense, o jovem Cesar Augusto Adamns, da região de Alto Taquari, MT, também foi aprovado. Ele tem 23 anos, é formado pela faculdade Universidade Anhanguera (Unider) também no curso de engenharia agrônoma.
Escrito por Alexandre Rolim 

Prorrogadas inscrições para intercâmbio de professores nos EUA

O Centro Paula Souza prorrogou o prazo para inscrição de professores de inglês no Programa de Intercâmbio Cultural nos Estados Unidos. Agora, os candidatos têm até 31 de março para se inscrever em uma das 50 vagas destinadas a professores de inglês de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e Faculdade de Tecnologia (Fatecs). O curso Teaching English as Foreign Language (TEFL) será realizado em uma universidade nos Estados Unidos e terá duração de quatro semanas (80 horas).

As inscrições devem ser feitas até as 18 horas do dia 31 de março no endereço http://intercambio.fatgestao.org.br/professor, onde estão disponíveis as regras do Programa de Intercâmbio Cultural do Centro Paula Souza.


O programa oferece bolsas de estudo nos Estados Unidos para professores e alunos, com todas as despesas pagas. Ao todo, serão oferecidas 500 vagas para aperfeiçoamento de inglês destinadas a formandos de Etecs e Fatecs e 100 para professores em cursos voltados ao ensino do idioma. Além do aprendizado em sala de aula, os bolsistas convivem com famílias americanas durante um mês. O governo do Estado de São Paulo investiu R$ 5,8 milhões no intercâmbio.


O dia-a-dia dos alunos e professores nos EUA pode ser acompanhando no endereço http://centropaulasouza.tumblr.com/.  



Fonte: http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/Noticias/2011/marco/24_prorrogadas-inscricoes-para-intercambio-de-professores-nos-eua.asp

Feira cria oportunidades para estudantes

A Primeira Feira Virtual de Intercâmbio do País pretende criar oportunidades aos estudantes de incrementar o currículo, fazer uma rede de contatos, abrir a cabeça para novas culturas e aprimoramento profissional.



Com a globalização e com a desvalorização do dólar e do euro, morar fora é uma situação cada vez mais possível. São vários os benefícios para quem faz um intercâmbio.


Os cursos trazem fluência na segunda língua e o trabalho temporário traz uma renda extra. Os programas de educação ou trabalho aperfeiçoam o aspecto profissional e amadurecem no âmbito pessoal. 

Dependendo da língua escolhida, os destinos são variados. A EF Cursos no Exterior trabalha com 16 países distribuídos nos cinco continentes. Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Espanha, Alemanha, China, Singapura, Equador, Costa Rica e África do Sul são alguns.

A grande novidade deste ano é a Primeira Feira Virtual de Intercâmbio do País, realizada pela EF em parceria com a Universia. Com a feira, regiões mais distantes têm a oportunidade de um intercâmbio e os interessados podem se inscrever gratuitamente.

Beatriz Camargo, gerente de marketing nacional, explica que, como a Internet é onde o público jovem está hoje, nada melhor do que apresentar os programas com uma linguagem moderna e tecnológica. A feira virtual conta com estandes 3D, recursos multimídia e possibilita a interação online com os consultores de vendas.

A proposta da feira é que o cliente possa se informar cada vez mais sobre os serviços oferecidos: Viagens, cursos e valores sem sair de casa, 24 horas por dia. Será possível resolver toda a viagem pelo meio virtual.

Todas as sedes da EF no Brasil estarão presentes para prestar assistência. O cliente pode tanto buscar informações necessárias na feira e depois fechar o pacote numa sede física como resolver tudo pela Internet.

A feira acontece por duas semanas, do dia 28 de março ao dia 10 de abril. Serão sete espaços dedicados a diferentes programas, entre eles o International Academy, ensino médio privad; o Language Camp, para adolescentes; ILS, para aprimorar um idioma e ILSP +25, direcionado especialmente para profissionais com mais de 25 anos.

Cursos de longa duração, o MBA da EF e o programa Au pair – que concilia estudo e trabalho – entre outros, também terão seus próprios estandes.

A expectativa é que 50 mil brasileiros participem da feira nas duas semanas em que ficará no ar. A ideia é que, com a feira virtual, a EF consiga atingir adolescentes, jovens e adultos, mostrando as possibilidades de cursos para cada idade e perfil.

Quem participar da feira encontrará informações sobre cursos com descontos e ainda poderá fazer gratuitamente um teste on line de inglês para identificar seu nível no idioma.

Por quê 

ENTENDA A NOTÍCIA

Com a importância da segunda língua para o mercado profissional, fazer intercâmbio pode ser um grande investimento. São muitas as escolas que trabalham com programas, mas nem todos os brasileiros têm acesso.

MULTIMÍDIA

Interessados devem acessar o www.ef.com.br/feiravirtual e se inscrever gratuitamente.

SERVIÇO

11ª FEIRA VIRTUAL DE INTERCÂMBIO EF
Data: 28/3 a 10/4 
Inscrições: www.ef.com.br/feiravirtual
Valor: gratuito. 


EF em Fortaleza - Avenida Dom Luís, 875
Sitewww.ef.com.br
Telefone: (85) 3246 1680

SAIBA MAIS

EF em Fortaleza
Os destinos mais comuns para a língua inglesa ainda são os tradicionais: Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Para quem quer sair do comum ou gastar menos, a África do Sul é um destino mais barato. Jorgeana Ferreira, gerente da EF em Fortaleza, diz que os programas são completos, incluindo curso, acomodação, passagem, mas a escola também trabalha com flexibilidade e personaliza o programa de acordo com a vontade do cliente. Algumas pessoas já têm onde se hospedar, então a escola deixa o cliente com liberdade de escolha.

Alunos enviados para os destinos (Brasil)
41% - EUA
41% - Inglaterra
12% - Canadá
3% - Oceania
3% - Outros destinos
 
Em Fortaleza
57% - EUA
34% - Inglaterra
9% - Outros

África do Sul é o destino mais econômico para quem quer aprender o inglês.

Fonte: Ingrid Baquit
http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2011/03/26/noticiaeconomiajornal,2117868/feira-cria-oportunidades-para-estudantes.shtml

terça-feira, 22 de março de 2011

Adiar a entrada na faculdade para fazer intercâmbio impacta na carreira

SÃO PAULO – Fazer a escolha profissional certa pode tirar o sono de qualquer jovem em início de carreira. E, quando ele sequer entrou na faculdade ou ainda não decidiu o profissional que quer ser, o cenário fica mais difícil. Tanto é que muitos preferem adiar algumas decisões para fazer um intercâmbio. Sair do colégio e colocar a mochila nas costas, contudo, envolve muitas questões de planejamento.

Ainda que não tenham iniciado propriamente a carreira, muitos jovens esquecem que as decisões que adotam assim que saem do colégio, de alguma forma, impactam na sua vida profissional. Adiar por um ano ou mais a entrada na faculdade para fazer um intercâmbio também.

Por isso, antes de optar por ficar e estudar ou viajar em um intercâmbio, o estudante deve levar em conta as possíveis vantagens e desvantagens que cada decisão pode gerar. “E isso vai depender muito de como ele vai direcionar a carreira", afirma a gerente de Relacionamento do Grupo Foco, Adriana Cavalcante.

Para a especialista, se o jovem já sabe o caminho que quer seguir profissionalmente, as chances de ele errar adiando a entrada na faculdade ou viajando serão menores. “Nesse cenário, a escolha de ele ir antes da faculdade ou mesmo depois interfere pouco na carreira”, avalia Adriana. Contudo, entre os indecisos, decidir por um ou outro caminho faz a diferença.

Priorizar a continuidade dos estudos e privilegiar uma boa formação, na avaliação da gerente de treinamento do Nube, Carmen Alonso, dá algumas garantias ao jovem. “Adiar a entrada na faculdade por um semestre para fazer intercâmbio até vale a pena. Mas quanto menor o tempo desse adiamento, melhor”, avalia. A opinião da especialista tem uma razão. “Existe o perigo desse jovem, por falta de maturidade, utilizar esse intercâmbio como turismo. E isso não agrega profissionalmente”, alerta.

Maturidade
Se o jovem sai do colégio sem saber o que quer ainda, fazer uma viagem para estudar uma língua já torna o intercâmbio proveitoso profissionalmente e faz diferença no currículo. Se ele tem dúvidas sobre os passos que tem de seguir, o ideal seria aproveitar a viagem para fazer um curso profissionalizante em alguma das áreas que tem interesse. Além de ajudá-lo a decidir, o curso pode já dar um diferencial para a carreira.

“O importante é que essa viagem tem de se tornar uma experiência de reflexão desse jovem”, avalia Adriana. E tornar o intercâmbio proveitoso para a carreira agora ou depois da faculdade, para as especialistas, é uma questão de maturidade. “Se, depois dessa viagem, o jovem conseguir desenvolver seus conhecimentos, suas habilidades e atitudes, ótimo”, ressalta Carmen. “Os bons resultados dessa viagem para a carreira dependerão de como o jovem encarará essa experiência”, completa.

A especialista acredita que aqueles que já sabem a profissão que querem seguir devem prosseguir os estudos, mas não devem descartar o intercâmbio - que podem fazer no meio da faculdade ou mesmo depois. “O intercâmbio ainda é um diferencial na carreira. O maior ganho é a fluência na língua”, afirma.

Para além dos ganhos técnicos, um intercâmbio bem feito e focado em alguma formação também ajuda os jovens a desenvolverem facilidade de administrar seu próprio tempo e dinheiro.

Opções
No fim das contas, as especialistas concordam que um intercâmbio ainda é um diferencial no mercado de trabalho. E quem decidiu fazê-lo antes, durante ou depois da graduação encontrará várias opções de roteiros focados em formação que podem dar um “up” no início da carreira.

“Em um intercâmbio, basicamente, os estudantes têm três opções: viagem focada em idioma, em cursos profissionalizantes e graduação”, afirma a gerente de cursos da CI (Central de Intercâmbio), Luiza Vianna. Segundo Luiza, o curso de idiomas é o mais procurado até mesmo pela sua abrangência. “Para quem saiu do colégio, esses cursos são bons para quem está sem saber o que fazer”, afirma.

Do total de clientes da CI, 67% embarcam em idade universitária, de 17 a 26 anos de idade. Desse percentual, 69% fazem intercâmbio para estudar línguas, 7% para trabalhar durante as férias e 6% viajam para programas de “au pair”.

Os cursos profissionalizantes, embora não muito procurados, ajudam ainda mais os jovens no início de carreira que já sabem que área querem seguir. Esses cursos geralmente são voltados para as áreas de moda, cinema, hotelaria, negócios internacionais, marketing e culinária.

Paraná e Québec fortalecem intercâmbio tecnológico

O intercâmbio entre o Paraná e a província do Québec, Canadá, será fortalecido, com a possibilidade da vinda de uma missão de técnicos do setor agrícola canadense ainda este ano. As possibilidades de apoio nesta área foram assuntos tratados, nesta segunda-feira (21), pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, com Louis Hamann e Raphaëlle Beauregard, representantes do governo daquela província.

Segundo Ortigara, o Paraná quer apoio tecnológico para desenvolver a agroecologia, a pecuária leiteira e o cultivo florestal no Noroeste do Paraná. As áreas técnicas da Secretaria da Agricultura e da província de Québec vão detalhar as propostas para concretizar o mais rápido possível apoio tecnológico e, possivelmente, financeiro. A cooperação tem por objetivo gerar resultados concretos para ambas as partes, enfatizando projetos de caráter estrutural.

PROJETOS – O cultivo florestal pode fazer parte do projeto de integração lavoura, pecuária e floresta, no Noroeste do Estado, região onde o governo pretende desenvolver grande complexo industrial madeireiro para produção de celulose. “Temos clima e solo favoráveis e a necessidade de modificar o tipo de cultivo que se faz no Noroeste, que tem um solo arenoso”, observou o secretário.

Segundo ele, atualmente se pratica pecuária extensiva com baixo e médio desempenho. Para reverter esse cenário existe a disposição do Governo do Paraná de incentivar uma grande planta industrial, aberta a investimentos externos.

Ortigara lembrou que a intenção do governo do Paraná com investimento desse porte é incentivar o cultivo florestal também em pequenas propriedades rurais como forma de poupança futura. Essa iniciativa – destacou – vai ao encontro do engajamento do Brasil nas iniciativas de redução de carbono na atmosfera.

O desenvolvimento da agroecologia é outro setor que interessa tanto ao Canadá quanto ao Paraná. Segundo Ortigara, a agroecologia está se desenvolvendo com rapidez e esse processo tende a se intensificar a médio prazo, para reduzir os impactos dos agroquímicos no setor agrícola.

O projeto na área de agroecologia pode ser ampliado com a parceria com Itaipu Binacional, que já apoia cultivos agroecológicos nos municípios que margeiam o lago de Itaipu. O interesse da empresa é envolver os jovens do meio rural, valorizar os produtores e criar mais mercados exclusivos para produtos orgânicos.

Outro setor que pode receber investimentos por parte da província canadense é a pecuária leiteira. Ortigara lembrou que houve cooperação muito forte entre a Universidade Mc Gill, no Canadá, e a Universidade Federal do Paraná, desde 1987 que ajudou a desenvolver a produção de leite com qualidade no Estado. O objetivo agora é qualificar o produtor rural e complementar essa qualificação até a cadeia produtiva do setor de laticínios, para a produção com maior valor agregado.

Segundo Ortigara, esse projeto pode ser executado tanto no Sudoeste do Paraná, área onde já existe a bacia leiteira originada na produção de pequenas propriedades rurais ou na região Noroeste do Estado, onde o governo estadual pretende incentivar alternativas de diversificação da produção.

COOPERAÇÃO – A cooperação entre a província do Québec e o Paraná foi intensificada em 2004, por orientação do ministro do Itamaraty Sérgio Couri, representante do então ministro de Relações Exteriores no Paraná. Desde então o Paraná tem recebido sucessivas visitas de missões canadenses interessadas em estreitar as relações em diversas áreas, em especial a agricultura.

Para Ortigara, o Brasil se tornou um ambiente ideal para negócios devido à estabilidade política e financeira, e o Paraná está aberto a receber investimentos tanto pela instalação de indústrias como financiamentos para apoiar inovações tecnológicas.

Participaram do encontro o diretor da Itaipu Binacional, João Carlos Passini, os diretores do Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), João Carlos Zandoná e Márcio Miranda, e os engenheiros agrônomos da Secretaria da Agricultura Carlos Alberto Salvador e Filipe Braga Farhat.

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=62683&tit=Parana-e-Quebec-fortalecem-intercambio-tecnologico&ordem=100000

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