domingo, 17 de abril de 2011

Intercâmbio em alta - Brasileiros no Exterior

Com o dólar em baixo patamar, brasileiros preferem estudar lá fora a gastar dinheiro com cursos de idiomas no Brasil

Estudar no exterior ficou mais fácil. Muitos brasileiros aproveitaram o dólar desvalorizado frente ao real e a economia em crescimento para fazer viagens de intercâmbio. Ontem, a moeda norte-americana teve queda de 0,69%, fechando cotada a R$ 1,580. Enquanto isso, as salas das escolas de idiomas no Brasil estão mais vazias. “Valeu muito a pena ter ido para fora aprender inglês. Já tinha feito um ano de curso aqui, mas não aprendi um quinto do que aprendi lá”, argumentou a estudante Laissa Moura Ferreira, 22 anos. No fim de 2008, ela trabalhou por sete meses nas cidades de Oakley, Miami e Boston, nos Estados Unidos. “Voltei fluente, o que não conseguiria em um curso feito aqui no Brasil, já que lá temos contato constante com a língua. Além disso, é ótimo ver culturas diferentes”, completou.

Laissa contou que, à época, sabia apenas o básico do idioma. “Não fui com o objetivo central de estudar, mas a gente acaba absorvendo muito. Acho que uma pessoa pode viajar sabendo bem pouco que aprende”, disse. Durante a estadia, a família dela desembolsou cerca de R$ 10 mil. “Acaba ficando barato, até porque eu trabalhei. Um curso aqui, de cinco anos por exemplo, sairia bem mais caro no fim das contas”, destacou.

A jovem é um exemplo entre muitos. De acordo com a escola de idiomas CNA, que também oferece cursos no exterior, a procura por intercâmbios na instituição aumentou 20% em 2010, comparando com 2009. “O aumento se deve a uma combinação de fatores: dólar competitivo, ascensão da classe média, aumento do poder de compra do brasileiro e maior necessidade de qualificação”, explicou o diretor de educação da escola, Marcelo Barros.

Dados do Banco Central comprovam a grande procura por viagens internacionais. Em 2010, US$ 42,4 milhões foram gastos por brasileiros no exterior com educação, cultura ou esporte. Em dezembro, a quantia chegou a US$ 5,6 milhões.

Absorção
Em média, o valor de um intercâmbio para San Diego (EUA) é de aproximadamente R$ 15 mil, com seis meses de duração. O mesmo período para Toronto, no Canadá, fica em torno de R$ 16 mil. Para ter domínio da língua no Brasil, o tempo estimado de curso é de cinco anos. Na Thomas Jefferson de Brasília, o aprendizado é feito em seis anos e custa
R$ 20.520. “Em outro país a gente tem contato com a língua 24 horas por dia, então, a absorção é bem maior. Aqui, ao sair da sala de aula, você fala português e não fixa tanto”, argumentou Laissa.

Salas vazias
Para vencer a crise, as escolas de idiomas vêm diversificando as opções de cursos. A Fisk, por exemplo, oferece informática e reforço de português desde 2008, que já representam cerca de 7% do faturamento da instituição. “Percebemos uma grande demanda de mercado por esses segmentos e decidimos ampliar”, explicou o representante da Fisk, Cristhian Ambros. A escola também tem um programa de intercâmbio. “Para se ter uma ideia da procura, neste ano abrimos 500 vagas e em 30 dias já estavam esgotadas”, relatou Ambros.

Defesa de Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu ontem a estratégia do governo para conter a valorização do real. Ele negou que esteja tomando medidas em “conta-gotas”. “Você não explode uma bomba nuclear porque se não os efeitos colaterais são piores que a medida em si”, disse à Reuters antes das reuniões do G20 e do Fundo Monetário Internacional, que acontecem em Washington. Segundo o ministro, sem as ações adotadas pelo governo no câmbio, o dólar poderia estar agora entre R$ 1,35 e R$ 1,40. Ontem, o dólar fechou cotado a R$ 1,580 para venda. “Não é fácil conseguir conter a inflação, o que significa aumentar os juros, e ao mesmo tempo tomar medidas para conter a valorização do real”, disse o ministro. “Mas acho que temos conseguido”, afirmou.

Preço da fluência

Quanto custa estudar inglês lá fora por seis meses*

San Diego (USA) R$ 15.200
Chicago (USA) R$ 19.575
Sydney (AUS) R$ 20.129
Brisbane (AUS) R$ 16.132
Toronto (CAN) R$ 16.838

* Valores sem a passagem aérea e sujeitos a alterações

Fonte: Central de Intercâmbio 

Autor(es): Rosana Hessel
Correio Braziliense - 15/04/2011
Fonte: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/4/15/intercambio-em-alta

Agência de intercâmbio é condenada por falha na prestação do serviço

A Student Travel Bureau (STB) foi condenada a pagar R$ 12 mil de indenização, a título de dano moral, por falha na prestação de serviço. A decisão é dos desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que resolveram reformar a sentença da 20ª Vara Cível da capital.

Tyago Gall de Carvalho contratou a agência para lhe arranjar um trabalho no exterior através do programa Work and Travel. Ao chegar em Washington, nos Estados Unidos, ele descobriu que não tinha emprego nenhum e, sem dinheiro para se manter lá, teve que voltar para o Brasil.

Na 1ª Instância, a empresa foi condenada a pagar R$ 7.270,70 por danos materiais e R$ 5 mil a título de danos morais. Ambas as partes recorreram e os desembargadores decidiram reformar a sentença somente para aumentar o valor da indenização por dano moral para R$ 12 mil.

Segundo o relator do processo, desembargador Rogério de Oliveira Souza, a agência de viagens, como fornecedora de serviços, responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de sua atividade.

  “Considerando-se, pois, todo o sofrimento sentido pelo consumidor, que estava em um país estranho a ele, com parcos recursos financeiros disponíveis e sem a garantia, pelo fornecedor do serviço, de eventual recolocação em outra vaga de trabalho, obrigado, pelo menos temporariamente, a se desfazer dos sonhos de uma vida melhor, bem como a angústia e legítimo temor de ser preso ou deportado, sendo obrigado a retornar ao Brasil e amargar a frustração do fracasso, reputo razoável arbitrar a verba compensatória em R$ 12 mil em favor do autor”, ressaltou o desembargador.


Fonte: http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/61555/titulo/Agencia_de_intercambio_e_condenada_por_falha_na_prestacao_do_servico.html

Alunos da USP podem se inscrever para programa de intercâmbio

A Comissão de Cooperação Internacional (CCInt) da USP abre, até o dia 19, inscrições para candidaturas a vagas de intercâmbio de graduação em universidades de língua francesa. 

As vagas são para as seguintes universidades: Université Paris 5 – Descartes, Université Paris 8 Vincennes Saint-Dennis, PRES Université de Grenoble, Université Paris Sud 11, École Normale Supérieure de Cachan e Institut Polytechnique La Salle Beauvais. 

Para se candidatar é preciso ter cursado ao menos dois semestres na USP, ter bom rendimento, maturidade acadêmica e nível intermediário de língua francesa. Os critérios de seleção são avaliação do conhecimento da língua, análise da documentação e entrevista pessoal. 

Confira o edital de inscrição.

Mais informações: www.usp.br/ccint

Agência USP

Fonte: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=21582:alunos-da-usp-podem-se-inscrever-para-programa-de-intercambio&catid=22:bolsas-e-concursos&Itemid=74 

UniRitter abre inscrições para intercâmbio na França


Os interessados devem preencher formulário da convocatória e entregá-lo na sala da Coordenação da Faculdade até o dia 20 de abril

A Coordenação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e o Programa de Intercâmbio Acadêmico comunicam que estão abertas as inscrições para a segunda chamada do intercâmbio com a Ecole Nationale Supérieure d’Architecture de Paris la Villette.

Os interessados devem preencher formulário da convocatória e entregá-lo na sala da Coordenação da Faculdade até o dia 20 de abril.

Para preencher o formulário e realizar sua inscrição, clique aqui.

Clique aqui e confira a convocatória completa.

Fonte: http://noticias.universia.com.br/tag/uniritter-intercâmbio/

Fonte: http://www.uniritter.edu.br/?noticia=2129 

Estrangeiros em intercâmbio profissional no Brasil receberão visto de 1 ano

O benefício será concedido a estudantes ou recém-formados de países que oferecerem as mesmas condições a brasileiros

Se falta mão de obra qualificada no mercado brasileiro, as empresas terão agora a possibilidade de suprir parte dessa carência com profissionais provenientes de outros países. Para isso, foi publicada na última quinta-feira (14/4), no Diário Oficial da União, uma resolução pela qual os estrangeiros que realizam intercâmbio profissional no Brasil terão direito a visto de um ano, não prorrogável.

Os vistos, concedidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego, poderão ser concedidos a estudantes ou profissionais recém-formados de outros países que participarem de intercâmbio em empresas estabelecidas no Brasil. Além disso, eles estarão sujeitos às exigências de reciprocidade, ou seja, as pessoas só receberão o visto se o país de origem delas também oferecer as mesmas condições aos brasileiros.

*Com informações da Agência Brasil
 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/estrangeiros_em_intercambio_profissional_no_brasil_receberao_visto_de_1_ano

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