quinta-feira, 5 de maio de 2011

Programa seleciona estudantes para intercâmbio nos Estados Unidos

35 estudantes da rede pública serão escolhidos pela embaixada dos EUA.
Inscrições seguem até 7 de agosto, viagem será em janeiro de 2012.



Jovens Embaixadores 2011 após a visita ao
Departamento de Estado dos EUA.
(Foto: Divulgação / Emb. dos EUA)


O programa Jovens Embaixadores, promovido pela embaixada americana, seleciona, até o dia 7 de agosto, 35 estudantes brasileiros da rede pública de ensino para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos. A viagem está marcada para janeiro de 2012. Os selecionados vão representar o Brasil como embaixadores.

Todos os custos com alimentação, transporte, hospedagem serão cobertos pela embaixada dos Estados Unidos. A coordenadora do programa, Márcia Mizuno, disse que os jovens escolhidos ficarão hospedados em casas de famílias americanas e vão conhecer todos os costumes da população. “Além de aprender um pouco da história do país, os candidatos aprovados também vão frequentar as escolas e terão que fazer uma apresentação sobre o Brasil”, fala.

Inscrições
Para se inscrever, o estudante tem que ter entre 15 e 18 anos, bom desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário na comunidade e boa fluência na língua inglesa. As inscrições podem ser feitas no site da embaixada dos Estados Unidos.

O programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e é replicado em 25 países; 249 estudantes da rede pública já foram para os Estados Unidos desde o lançamento do programa.
 
Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/05/inscricoes-para-o-programa-jovens-embaixadores-vao-ate-7-de-agosto.html

Intercambistas japoneses passam por C. Mourão

Intercambistas japoneses estiveram ontem visitando Campo Mourão. Eles vieram por meio do Intercâmbio de Grupos de Estudos (IGE), do Rotary Internacional. O grupo é formado por cinco pessoas, sendo o líder rotariano e os demais jovens profissionais. A visita ao Brasil é de 30 dias, e eles percorrerão cidades que integram o Distrito 4630. Na região, o grupo já passou por Goioerê e Mamborê.

Em Campo Mourão, os jovens visitaram, entre outros locais, o Jornal TRIBUNA, a Coamo e a prefeitura, onde foram recebidos pela vice-prefeita Regina Dubay (PR). Na cooperativa, os rotarianos japoneses acompanhados dos rotarianos Oscar Azuma e Vera Bolt, e de Jorge Akioshi, presidente da Sonibram, foram recepcionados pelo presidente José Aroldo Gallassini. Na administração central eles conheceram os produtos e serviços oferecidos pela cooperativa aos seus associados e visitaram as indústrias que produzem commodities que são exportadas para o mercado externo, inclusive Ásia, e os produtos industrializados com as marcas Coamo.

O grupo tem como líder Shigemichi Onuki (administrador imobiliário), e é composto ainda por Asami Watanabe (funcionária pública), Akinari Suzuki (arquiteto), Ikumi Suematsu (funcionária de universidade) e Yukiko Iwasaki (assistente social). Eles vieram por meio do Rotary Clube Sagamihara, distrito 2780.



 











Fonte: http://www.tribunadointerior.com.br/mourao/noticias/4593/?noticia=intercambistas-japoneses-passam-por-c-mourao

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UFPI aposta na internacionalização para melhorias no ensino

A partir de 2007, a UFPI foi contemplada com 10 bolsas do Banco Santander para intercâmbio



A Universidade Federal do Piauí (UFPI) tem apostado nos últimos anos na internacionalização da instituição como forma de melhorar o ensino, possibilitando a troca de aprendizado e experiências com universidades de outros países. Desde 2006, a UFPI conta com uma Assessoria Internacional, responsável por firmar e manter os convênios com as instituições estrangeiras. Atualmente há convênios bilaterais assinados com países como Portugal, Itália, Estados Unidos e Croácia, além da parceira com o consórcio Erasmus da União Europeia.


A partir de 2007, a UFPI foi contemplada com 10 bolsas do Banco Santander para intercâmbio de graduandos em Portugal. "Em 2010 batemos o recorde de 18 bolsas para graduação e pós para os seguintes destinos: Portugal, Espanha, Bélgica e França. Nunca havíamos mandado tantas pessoas de tantos níveis acadêmicos para tantos lugares assim. Temos ainda dois mestrandos vindos da Califórnia no Departamento de Letras por conta de uma bolsa da Fulbright e que prevê o auxílio deles nas aulas de prática oral", comenta a Assessora Internacional, Profª Drª Érica Fontes.


Segundo Érica Fontes, o desenvolvimento de convênios de mobilidade internacional surgiram a partir da participação da UFPI em associações de cooperação internacional entre universidades, como os grupos Tordesilhas e OUI (Organização Universitária Interamericana). Ambos reúnem instituições americanas e européias. "Essas redes promovem encontros entre os gestores e a partir daí acordos entre as universidades em forma de acordos, ofertas de bolsas etc", explica Érica.


O Grupo Tordesilhas reúne países do Brasil, da Espanha e de Portugal. A Organização Universitária Interamericana (OUI) congrega cerca de 400 instituições universitárias e associações nacionais de universidades representando mais de sete milhões de estudantes, 600.000 professores e 700.000 membros do pessoal de apoio. A participação nos grupos OUI e de Tordesilhas trouxe como resultados a assinatura de convênios com universidades da Itália e de Portugal.


Outra parceria estratégica da UFPI é com dois consórcios do programa de cooperação internacional da União Europeia (ERASMUS). De acordo com a assessora, a participação da UFPI seb deu pelo fato da universidade ser pública e inserida no nordeste, atendendo um pré-requisito sócio-econômico do programa europeu. "Temos agora uma aluna italiana pelo ERASMUS que faz mestrado em Serviço Social", comenta Érica Fontes.




Para onde ir
O maior número de bolsas ofertadas para intercâmbio é para a Europa. "Por conta da língua e pelo nosso programa de bolsas, muitos alunos optam por Portugal. Mas sempre me procuram muito com relação aos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Provavelmente assinaremos um acordo com universidades do México até o final do mês de abril", afirma Érica.


Atualmente, estão firmados convênios bilaterais com universidades de Portugal (Madeira, Porto, Évora, Coimbra, UTL, Minho, Lisboa), Itália (Verona, Florença, Pádua), EUA (Nebraska) e Croácia (Zagreb).


Preparação
Um estudante que queira fazer intercâmbio deve se preparar de várias formas. A dica é "ler sobre o resto do mundo (em jornais internacionais na Internet e em livros, por exemplo) e estudar pelo menos uma língua estrangeira", recomenda a professora Érica.


O site da Assessoria Internacional da UFPI traz mais dicas e informações sobre como conseguir uma bolsa de estudos para o exterior. Confira aqui.


Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades
O programa criado mediante a assinatura de Acordo de Cooperação entre a Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Banco Santander disponibiliza anualmente bolsas de estudos para estudantes de graduação cursar um semestre letivo em universidades portuguesas.


 Os alunos elegíveis para esta bolsa precisam estar fazendo graduação na UFPI e com matrícula regular no período letivo do edital publicado. É preciso ter Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) maior ou igual a 8,5. Estar com o percentual de 45% (quarenta e cinco por cento) a 85 % (oitenta e cinco por cento) da carga horária total do curso e não estar com a matrícula trancada ou com todos os componentes curriculares trancados no período em que ocorre o ato de inscrição.


O edital para concorrer as bolsas sai no mês de maio.


Erasmus Mundus
A partir de 2010, estudantes e professores da Universidade Federal do Piauí puderam participar do programa de mobilidade internacional da União Europeia, o Eramus Mundus. Pelo programa, alunos de graduação e todos os níveis de pós-graduação, além de professores e técnicos interessados em desenvolver pesquisas nas mais diversas áreas de conhecimento, podem estudar em universidades européias participantes do programa.


O Erasmus Mundus é divido em dois lotes: Lote 15 e Lote 17. Cada um com grupos de universidades diferentes. No caso da UFPI, a adesão ao Erasmus Mundus permitirá mobilidade para dois grupos de universidades.


PEC-G
O Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G) é um programa desenvolvido pelos Ministérios das Relações Exteriores e da Educação, em parceria com universidades públicas e particulares, que permite formação superior gratuita a cidadãos de países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém acordos educacionais e culturais. Segundo o site da Assessoria Internacional, há na UFPI 44 alunos do PEC-G provenientes dos seguintes países: Angola, Cabo Verde, Camarões, Chile, Guiné-Bissau, Haiti, Moçambique, Nigéria, República Democrática do Congo e São Tomé e Príncipe.



Fonte: http://180graus.com/geral/ufpi-aposta-na-internacionalizacao-para-melhorias-no-ensino-423327.html

Amplie seus horizontes - Conheça a AIESEC!

Muitos de vocês sempre quiseram fazer um intercâmbio, mas devido a diversos fatores adiaram esta oportunidade tão maravilhosa de expandir seus horizontes e trazer novas oportunidades profissionais após o programa. Para quem se encaixa neste perfil, apresento a AIESEC!



O que é a AIESEC?


Presente em 1.700 universidades de 107 países e territórios, a AIESEC é uma rede global formada por jovens universitários e recém-graduados, que, por meio do trabalho dentro da organização e de intercâmbios profissionais, estimula a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança de seus membros para que impactem positivamente a sociedade.


Quais são os programas?


Cidadão Global: é o programa de intercâmbio da AIESEC voltado para estudantes que querem se desenvolver atuando em projetos em outros países. O programa também tem como objetivo desenvolver empreendedorismo e responsabilidade social, trabalhando em escolas e organizações não governamentais nas áreas administrativas ou operacionais. 


Como toda experiência oferecida pela AIESEC, o objetivo do intercâmbio Cidadão Global é ser uma oportunidade de desenvolvimento de competências pessoais e profissionais, através do trabalho em uma organização e do convívio com uma cultura diferente. Outro diferencial deste programa é a sua opção de curto período de duração, podendo ser realizado no período de férias. 


Existem 4 tipos de programas: Cidadão Global Cultural, Cidadão Global Gestão, Cidadão Global Saúde e Cidadão Global Multiplique seu Impacto.

Lugar Certo na Hora Certa: Programa de intercâmbios voltado a estudantes e jovens profissionais interessados em desenvolver suas habilidades nas áreas empresariais, como Planejamento de Recursos, Logística, Estudos de Mercado, Marketing, Relações Públicas, Administração Internacional, Recursos Humanos, entre outros. Trabalhando nas áreas de Administração e Comunicação de empresas internacionais, o intercambista obtém uma ótima experiência profissional e pessoal.


Teach To Learn: O programa Teach To Learn permite viver uma experiência profissional diferenciada em um ambiente desafiador. Este programa tem o objetivo de desenvolver a sensibilização cultural e desafiar sua visão de mundo. Descubra culturas fascinantes e descubra o prazer de aprender ensinando. No programa Teach To Learn você encontra duas opções de experiências: educação cultural e ensino de idiomas. 


A Educação Cultural é uma experiência internacional diferenciada no ensino de temáticas culturais, como a cultura brasileira, tolerância entre culturas, diversidade, mudanças climáticas e muito mais. O intercambista será responsável por ensinar e ministrar oficinas em inglês em escolas e comunidades, levando para o mundo a cultura brasileira. O Ensino de Idiomas, focado para pessoas do curso de letras com língua estrangeira e profissionais com formação e conhecimento em ensinar principalmente inglês. 


O intercambista é responsável por ministrar aulas de idioma em escolas. Esta experiência permite que o intercambista se torne um profissional muito mais completo, tanto no ensino da língua como no convívio com diferentes tipos de pessoas.


Para onde posso viajar? 


Europa Oriental (Polônia, Turquia, Ucrânia, Rep. Tcheca, etc), Ásia (Índia, China, Taiwan, Malásia, Indonésia, etc) e América Latina (Colômbia, México, Peru, Argentina). As localidades apresentadas correspondem aos países com a maior oferta de vagas para este programa. Contudo há oportunidades nos mais de 110 países onde a AIESEC está presente. 


E por que escolher a AIESEC? 


Porque a AIESEC acredita no seu potencial! 


A melhor maneira de desenvolver competências e habilidades necessárias para se tornar um líder é assumir uma das diversas oportunidades de liderança que a AIESEC oferece em nível local, nacional, regional e global. Além disso, a AIESEC proporciona treinamentos e o contato com outras organizações nas mais de 470 conferências que ocorrem todos os anos. A AIESEC acredita em seu talento! 


Adquira experiência e as habilidades que importam hoje!


A AIESEC oferece aos seus membros:

  • Liderança 
  • Rede de contatos global
  • Redes de aprendizado
  • Auto desenvolvimento
  • Conferências
  • Impacto positivo 



Não perca esta oportunidade de se desenvolver – tanto pessoal quanto profissionalmente! Saiba mais sobre a AIESEC e seus programas através do link: http://aiesec.org.br/site/estudantes/


Para maiores informações sobre os programas e como participar, entre em contato comigo! As incrições para quem quer viajar agora estão abertas!


See you at AIESEC! 




Helen Akamine
akamine.helen@gmail.com


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Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/amplie-seus-horizontes-conheca-a-aiesec/54788/

terça-feira, 3 de maio de 2011

Programa Jovens Embaixadores recebe inscrições até 7 de agosto

Alunos da rede pública podem se candidatar a intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos


Estão abertas as inscrições para a 10ª edição do programa Jovens Embaixadores, programa de intercâmbio que leva 35 estudantes brasileiros da rede pública para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos. Para serem escolhidos, os alunos devem ter excelente desempenho escolar, histórico de trabalho voluntário em suas comunidades e boa fluência no idioma inglês.


As inscrições para o programa podem ser feitas somente pela internet no perfil do Facebook da Embaixada dos EUA e se encerram no 7 de agosto. No dia 4, a coordenadora do programa tirará dúvidas dos alunos interessados, às 15h, em um bate-papo online.

Depois do retorno dos Jovens Embaixadores dos Estados Unidos, a embaixada inda oferece oportunidades de cursos de inglês de curta duração e de programas de graduação através dos escritórios de Orientação Educacional – EducationUSA. Em 2011, cinco alunos foram selecionados para bolsas de estudos para cursos de verão nos EUA.

O programa
O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e agora é replicado em 25 países. Desde o lançamento, 249 brasileiros da rede pública já participaram de intercâmbios. Mais informações estão disponíveis no site sobre o Jovens Embaixadores.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/programa+jovens+embaixadores+recebe+inscricoes+ate+7+de+agosto/n1300147741897.html

Trabalho de Au Pair é boa opção aprender idioma no exterior

Além de garantir casa e comida, os estudantes que vão estudar no exterior encontram nos programas de au pair uma ótima oportunidade para aprender o idioma local. No entanto, os jovens que querem trabalhar nas casas de família, cuidando de crianças, precisam estar preparados também para trocar fraldas, fazer a mamadeira e ainda acalmar o choro de bebês.

Fora a remuneração da família que o abriga, o estudante que participa destes programas ganha uma bolsa de estudos para realizar cursos em suas horas livres. Mas a grande incumbência destes intercambistas é zelar por crianças - ou adolescentes de até 15 anos. As tarefas vão desde manter o quarto arrumado até cuidar de merendas e lanches - por esses serviços, o salário costuma ser semanal, e não se paga pela moradia e pelas refeições.

A idade mínima para se realizar este tipo de intercâmbio é 18 anos, e o interessado cria um perfil online para apreciação das famílias estrangeiras. "É como uma rede social, na qual o estudante pode colocar fotos, vídeos e experiências profissionais. É através dessa página que as famílias interessadas podem entrar em contato", afirma Jesica Zacher, agente de viagens da empresa STB.

Segundo a agente, quanto mais recheado é o perfil, mais rápido o estudante encontrará alguém interessado. Jesica diz que os jovens brasileiros são vistos com bons olhos pelas famílias do exterior. Assim, o contato leva, em média, três meses para acontecer. Após a primeira ligação entre a família e os estudantes, é marcada uma entrevista para que os dois lados possam se conhecer melhor.

A estudante de Porto Alegre (RS), Megy Soares da Silva, 24 anos, em pouco tempo terá seu perfil disponível à espera de um contato para viajar ao exterior. Sua única certeza é de que irá para os Estados Unidos. Embora tenha vontade de rumar para uma grande cidade, é quase impossível que isso ocorra, já que a maioria das famílias que participam dos programas de au pair estão em cidades menores.


Megy é graduada em marketing e cursa uma pós-graduação na área no Brasil, e pretende rumar para os EUA para aprimorar o inglês e fazer um curso de marketing ou business. A ideia de participar do programa veio de uma viagem para Los Angeles que fez em fevereiro deste ano. Lá, a estudante ficou na casa de uma família por um mês. "Me adaptei muito com essa família. E na realidade a gente ganha mais fluência no inglês graças ao convívio direto com a família do que na própria aula", afirma.

Para garantir um contato ainda mais rápido com famílias do exterior, ela saiu do trabalho e iniciou uma série de trabalhos voluntários com crianças de diferentes faixas etárias, e até serviu de babá da filha do vizinho, tudo para rechear o perfil de experiências. Porém, apesar da pressa de viajar, ela diz que é preciso calma na hora de escolher a família.

"Às vezes, as pessoas querem viajar logo e acabam fechando com a primeira opção que aparece. Mas é preciso tomar uma série de cuidados, pois quero ver se vão respeitar o meu modo de vida, e se encaixar com o meu estilo", afirma.

A supervisora Isabella Dalpuzzo, da agência de intercâmbio CI, comenta que cerca de 80% das pessoas que já possuem um perfil conseguem ser aceitas por uma família em menos de um ano. Embora a idade mínima seja 18 anos, a maior procura é por pessoas entre 21 e 23 anos. O grau de satisfação é enorme, garante Isabella. "Os jovens gostam muito e dificilmente voltam insatisfeitos para o Brasil. E fica um laço muito forte com a família do exterior", afirma a supervisora.

É o caso da estudante Raquel Coelho, 20 anos, também de Porto Alegre. "Poderia ter ficado mais, estava com uma família maravilhosa", comenta a estudante, que passou cerca de um ano e três meses na casa de uma família em Alexandria, no estado de Virginia, nos Estados Unidos. Mesmo assim, encontrou algumas dificuldades no começo. "Eles são um povo diferente, são muito individualistas e perfeccionistas. Outra dificuldade é com as crianças, pois elas acabam nos enfrentando e muitas vezes a gente não sabe como lidar, porque fala apenas o trivial em inglês".

As principais funções que Raquel exercia no dia a dia, para cuidar de dois meninos, um de 10 anos e outro de 8, era manter as coisas das crianças em ordem, preparar as refeições e também servir de motorista para levá-los a diversos lugares. Essa convivência maior com as crianças também trouxe benefícios, como a fluência no idioma. "Se aprende muito com as crianças, pois ajudava nos deveres de casa, eles mesmos me corrigiam quando falava algo errado. Depois que eu me envolvi com eles, eu era considerada parte da família", diz Raquel.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Intercâmbio: é possível estudar e viajar sem gastar muito

Não faltam opções. Hoje, é possível arrumar as malas e passar seis meses fora com R$ 1,3 mil e ainda parcelar

"Escolhi o Au Pair por ser mais em conta e por conciliar estudos e trabalho. Além de aperfeiçoar o inglês, viajei bastante com minhas economias. Foi uma experiência incrível, que mudou minha vida", conta a enfermeira Mariana Oliveira Roncato, 26, que passou seis meses nos Estados Unidos.

Fazer intercâmbio é o sonho de milhares de jovens, mas muitas famílias nem pensam nisso, por acreditar que estudar fora do País é algo inacessível para o bolso. Essa realidade, porém, já está ultrapassada, pois hoje há opções de intercâmbio para todos os bolsos. Entre as inúmeras possibilidades, estão programas de cursos de idiomas, ensino médio (conhecido como high school), cursos de graduação, pós-graduação, especialização, trabalho, estágio e trainee.

"Dependendo do caso, o estudante pode hospedar-se em residências estudantis, repúblicas ou na casa de uma família", explica o diretor da agência da IE Intercâmbio no Exterior, Victor Ferreira.

Para a gerente da World Study Educação Intercultural de Vitória, Clara Dável, existem várias vantagens. "A pessoa tem a chance de aprimorar o idioma, conhecer uma nova cultura e  ainda criar uma rede de relacionamentos diferente, com pessoas de várias nacionalidades. Além disso, o intercâmbio pode incrementar o currículo do estudante".

Os programas com preços mais baixos são aqueles que conciliam estudo e trabalho. O Work Experience, que custa em média R$ 3,5 mil, é uma modalidade de trabalho remunerado entre 3 e 4 meses nos Estados Unidos durante as férias. Para participar é preciso ser universitário ou pós-graduando, ter entre 18 e 28 anos e nível intermediário de inglês.

Outra alternativa é o Au Pair, expressão que significa "ao par", ou seja, em termos iguais, intercâmbio em igualdade de condições. É voltado, principalmente, para as jovens de 18 a 26 anos, que moram com uma família e trabalham cuidando das crianças. Em média, custa R$ 1,3 mil. Além de receber pelo trabalho com as crianças, a jovem recebe bolsa de estudos, alimentação, transporte e moradia.

Programa garante viagem para jovens, sem gastar nada

Outra alternativa para quem deseja viajar para outros país sem gastar nada é o programa de intercâmbio cultural Jovens Embaixadores 2012, promovido pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Voltado para estudantes da rede pública de escolas de todo o País, o programa beneficia alunos com viagens de três semanas para os Estados Unidos, com tudo pago.

Podem participar jovens entre 15 e 18 anos que estejam cursando o ensino médio na rede pública, tenham excelente desempenho escolar e boa fluência oral e escrita em inglês. Também é preciso ter perfil de liderança, iniciativa e boa desenvoltura oral, pertencer à camada sócio-econômica menos favorecida e possuir engajamento em atividades de responsabilidade social e de voluntariado há pelo menos um ano.

Os candidatos devem acessar o Facebook dos Jovens Embaixadores para preencher o formulário de inscrição online. Saiba mais no site: www.embaixadaamericana.org.br

Concurso para adolescentes

Outra forma de economizar na hora de fazer um intercâmbio é conseguir uma bolsa de estudos. Aqui no Estado, a World Study oferece a jovens de 15 a 17 anos a chance de estudar fora do Brasil com descontos de até 100% da mensalidade. Para isso, é preciso ser escolhido por meio do Concurso de Bolsas High School, do World Study.

O programa oferece bolsas de estudos de um semestre em um curso equivalente ao ensino médio nos Estados Unidos, Alemanha, Holanda ou Canadá. O desconto mínimo do programa é de 20%.

Os candidatos devem ter bom rendimento escolar, e participarão do processo de seleção, que inclui provas objetivas de conhecimentos gerais e uma redação. Também terão que fazer uma prova de inglês. Para saber mais sobre o concurso acesse: www.worldstudy.com.br

Chance para alunos da rede estadual

Os estudantes da rede estadual também têm a  chance de viajar para fazer intercâmbio. Desde o ano passado, um programa da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) oferece bolsas de estudo no exterior para alunos que fazem cursos de inglês nos Centros Estaduais de Idiomas de Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Colatina e Cachoeiro de Itapemirim.

Em 2010, o programa ofereceu 6 bolsas de estudo para o Canadá. Na edição de 2011, 20 alunos receberam bolsas de estudo e passaram seis meses no Canadá, Irlanda, Nova Zelândia e África do Sul. Para participar, o aluno precisa ter média mínima de 95 pontos e frequência integral. Também é preciso fazer uma prova, com questões de múltipla escolha em Inglês, além de duas redações, sendo uma na Língua Inglesa e outra em Português.

Oferecido pela Sedu desde abril de 2009, o curso de Inglês tem duração de até 36 meses. Apenas alunos selecionados podem participar.


Allyne Salomão Cunha fez intercâmbio durante seis meses no Canadá

Para Allyne Salomão Cunha, 16 anos, é difícil explicar a experiência de ser selecionada para fazer um intercâmbio de seis meses no Canadá. Aluna da Escola Agenor Roriz, em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha, ela recebeu o prêmio pelo excelente desempenho no curso de Inglês do Centro Estadual de Idiomas da Sedu. "Sempre gostei de estudar Inglês e me dediquei muito para concorrer a uma vaga. Fiquei muito feliz, quando consegui. Se meus pais tivessem que pagar por tudo, não teria condições de fazer um intercâmbio".

Em fevereiro de 2010, Allyne e mais cinco colegas foram para a cidade de Winnipeg, com todas as despesas pagas pelo Governo. Lá, frequentaram escolas regulares e se hospedaram em casas de famílias. "Além de aprimorar o inglês, conheci outra cultura. Fiz amigos do mundo inteiro e aproveitei bastante. Agora, já faço planos para fazer outro intercâmbio", finaliza Allyne.

Estados Unidos é o principal destino

O principal país procurado por intercambistas continua sendo os Estados Unidos, por conta da relevância do inglês e das parcerias entre instituições brasileiras e americanas. Porém, nos últimos anos, o Canadá tem atraído cada vez mais estudantes porque, ao contrário dos Estados Unidos, não apresenta tantas barreiras para emissão de vistos.

Outros destinos bem procurados são Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Também recebem brasileiros Alemanha, Bélgica, França e Holanda.

Mas antes de escolher o destino, a pessoa precisa considerar seu perfil e o tempo disponível que possui para viajar. Também é importante pesquisar e conhecer bem o destino desejado.

Intercâmbio Familiar - Faça um intercâmbio em família

Aproveite as férias escolares e a moeda valorizada para embarcar com seus filhos em uma viagem de intercâmbio. Com aulas para cada faixa etária, é possível melhorar o idioma e fazer muitos passeios.

As férias escolares são o momento ideal para fazer o tão sonhado intercâmbio. Além de aprender e melhorar a fluência com professores nativos, é possível conhecer uma nova cultura.Com o Real valorizado, as viagens ao exterior estão com preços mais acessíveis.

O que pode ser uma boa oportunidade para os pais acompanharem os filhos e, de quebra, turbinar o idioma que anda um tanto enferrujado. Alguns programas oferecem cursos para toda a família, com classes para crianças, adolescentes e adultos. Todos os alunos recebem material didático e certificado no fim do curso. No tempo livre, as escolas organizam passeiospara toda a família. Mas nem pense em falar português, ok?

Inglês na Disney
Cursos para crianças a partir de 6 anos e passeios na Disney.
Dá para aprender inglês com muita diversão? Yes, sir, e ainda brincar à beça nos quatro parques da Disney. Os cursos são voltados para cada faixa etária: crianças de 6 a 8 anos, e adolescentes, dos 9 aos 17. As aulas, na parte da manhã, abordam temas relacionados aos passeios que ocorrem à tarde. 

Papais e mamães podem destravar de vez a língua com intensas aulas deconversação – e depois se juntar aos pequenos nos passeios. Para aproveitar ainda mais o tempo livre, os alunos recebem o free pass, que evita as filas nos brinquedos. Todos os alunos ficam hospedados em resorts no próprio complexo. Com o inglês afiado, as crianças nem precisarão mais apertar a tecla SAP para assistir aos desenhos preferidos.

Duração: 2 semanas. 
Carga horária: 20 horas. 

O que inclui: hospedagem no Wall Disney World Resort, com entrada nos quatro parques do complexo e cartão de alimentação diária no valor de US$ 30 nos parques. 

Preço: US$3.070 para crianças e adolescentes de 8 a 17 anos. 
Adultos pagam a partir de US$ 3.215.


Espanhol em Buenos Aires
Para deixar de enrolar no portunhol, é só cruzar a fronteira rumo à Buenos Aires.

Para estudar espanhol, só é preciso cruzar a fronteira e aportar na charmosa capital argentina. São aulas diárias durante um mês. E para vivenciar o idioma em tempo integral, pais e filhos ficam hospedados em casas de famílias portenhas. 

No tempo livre, os alunos fazem excursões aos pontos mais emblemáticos da cidade. Há visitas ao estádio em declive do Boca Junior, aos museus do elegante bairro da Recoleta e às lojinhas de Palermo.

Duração: 4 semanas. 
Carga horária: 20 aulas semanais. 

O que inclui: acomodação em casa de família com meia pensão.

Preço: adolescentes a partir de 12 anos pagam US$ 3 mil. 
Adultos pagam desde US$ 1.185.

Francês em Paris
No tempo livre, a escola organiza city tour e visita aos famosos museus.

Que tal investir em um curso de francês e de quebra conhecer os encantos de Paris? Se o seu filho já está um pouco crescidinho, o intercâmbio em conjunto pode ser uma experiência bem interessante. Como a estadia é em casa de família, é possível treinar o idioma e aprender os costumes locais.

No tempo livre, a escola organiza city tours, visitas aos famosos museus e parques de diversões além de aulas de kart. Os fins de semana são reservados para uma esticadinha até a região da Normandia, no noroeste da França, ou para Amsterdã.

Duração: 2 semanas.
Carga horária: 18 horas semanais. 

Preço: US$ 1.450 para adolescentes a partir de 16 anos e adultos.



Inglês em Londres
Inglês com acento britânico e passeios pela cosmopolita Londres.

Para acrescentar uma dose de sotaque britânico ao inglês, nada melhor que embarcar para a terra da rainha, berço do idioma. Enquanto as crianças arriscam seus primeiros passos na língua mais falada do planeta, depois do mandarim, os pais podem melhorar o currículo profissional. Para garantir imersão total, a hospedagem é em casa de família. O curso dura duas semanas, com aulas na parte da manhã. 

Como a escola fica no centro de Londres, aproveite a tarde para conhecer os cartões postais da cidade como o Big Ben e a roda gigante London Eye. Para dar uma forcinha, a escola organiza passeios e excursões.

Duração: 2 semanas.
Carga horária: 20 horas semanais.

O que inclui: acomodação em casa de família em quarto duplo com café da manhã. 

Preço: a partir de £ 2.050, mais taxa de matrícula de R$ 215. 

Valor de cursos para um adulto e uma criança, de 8 a 15 anos




* Preços pesquisados em abril/2011, sujeitos a alterações. 

Quer saber mais sobre viagem e pegar dicas de promoções? 


Agência: Going Intercâmbio.
Siga a GOING pelo Twitter em @agenciagoing
Telefone: (67) 3042-4472 / 4063-9522.

sábado, 30 de abril de 2011

Dicas para fazer pós-graduação no exterior

Planejamento financeiro e pesquisa de cursos são fundamentais para fazer uma especialização fora do País


Realizar uma especialização no exterior é um projeto que exige, antes dos estudos, bastante pesquisa e recursos financeiros. O ideal é planejar a experiência com pelo menos um ano de antecedência, pois os processos de inscrição e seleção podem demorar meses. As universidades estrangeiras exigem exames de proficiência no idioma, cartas de recomendação, um texto pessoal e a descrição do projeto de pesquisa (exigido para cursos de mestrado de algumas universidades). Toda a documentação precisa ser redigida por um tradutor juramentado na língua do país da instituição.


Além das várias estapas burocráticas, os custos para fazer uma pós no exterior também assustam, embora existam várias oportunidades de bolsa para estudantes estrangeiros. Os interessados podem procurá-las sozinhos, entrando em contato diretamente com as universidades, ou procurar a assessoria de agências de intercâmbio educacional, como a STB e a Central de Intercâmbio, e órgãos oficiais como a Education USA e o British Council – instituições dos governos norte-americano e britânico, respectivamente.

Veja os principais passos para fazer uma pós no exterior:

1- Pesquise a universidade e o curso

O primeiro passo é escolher onde você quer estudar, o país, a instituição e o curso. Pesquise nos sites das universidades, mande e-mails pedindo mais informações sobre as formações e sobre as possibilidades de bolsa. Faça uma tabela com os prazos dos cursos interessantes, os documentos necessários e as bolsas.

Foto: Thinkstock
Estudar no exterior possibilita conhecer pessoas de vários países diferentes

Algumas universidades requerem um pequeno projeto de pesquisa, para quem for fazer mestrado. Neste momento, é importante introduzir o seu tema e mostrar a viabilidade da pesquisa. Mostre que você consegue fazer o que está se propondo. 

Envie o projeto para o departamento responsável e veja quem poderá ser seu orientador. Peça palpites e sugestões a ele, para mostrar interesse no departamento. Sempre procure as publicações do chefe do departamento e leia algumas. Provavelmente é ele que irá responder o seu e-mail depois que você enviar o projeto.

Nas agências de intercâmbio, este processo de pesquisa e contato com as universidades é feito pela empresa. “O estudante preenche uma ficha cadastral com o seu perfil acadêmico e financeiro. Nós fazemos uma pesquisa com as nossas universidades parceiras e devolvemos diversas opções de instituições, programas de bolsa e a lista de documentos necessários”, resume Fabiana Fernandes, diretora de produto da Central do Intercâmbio. Pelo trabalho de assessoria e pesquisa, a agência cobra US$ 200 (cerca de R$ 314).


Onde procurar cursos e universidades:

- Academic Ranking of World Universities - ranking de universidades

- The Good University Guides - guia de universidades

- Times Higher Education - ranking de universidades

- The Economist (guia de MBAs) - guia de MBAs

- Financial Times (ranking de MBAs) - guia de MBAs


2- Documentação

As universidades dos Estados Unidos exigem o Toefl, exame de proficiência em inglês. A taxa de inscrição para prestar a avaliação custa US$ 185 (cerca de R$ 290). No Reino Unido, é necessário prestar o Ielts – a inscrição custa R$ 440 e o exame é aplicado em 9 capitais (veja a lista).

Algumas universidades norte-americanas exigem exames de conhecimentos como o GMAT (Graduate Management Admission Test, exame para alunos de cursos da área de business), que custa US$ 250 (R$ 392) e é válido por cinco anos, e o GRE (teste de aptidão para pós-graduação para as demais áreas, que não o MBA), que custa US$ 190 (R$ 298) e também vale por cinco anos.

É preciso que um tradutor juramentado traduza todos os documentos solicitados. Os principais são: atestado de conclusão do curso ou diploma, histórico escolar, possíveis certificados acadêmicos, como iniciação científica e monitoria prestada na universidade.

Algumas instituições exigem que os documentos assinados (diploma e certificados) sejam reconhecidos por um cartório. Neste caso, o estudante precisa perguntar à universidade em qual cartório os assinantes têm firma reconhecida e realizar o processo.

Para algumas instituições pode ser necessário que o Ministério das Relações Exteriores (MRE) valide os documentos acadêmicos. Neste caso, o estudante deve enviar (ou levar pessoalmente) os documentos a Brasília. É uma forma de o governo brasileiro dizer aos demais países que aquele documento é legítimo. O serviço é gratuito (leia mais no site do MRE).

Após o reconhecimento de firma e a validação do MRE é que os documentos devem ser traduzidos. A tradução juramentada é tabelada e custa R$ 36,90 a lauda (1 mil caracteres sem espaço) para documentos simples e R$ 51,20 a lauda para documentos mais complexos, como textos jurídicos. Muitas vezes o histórico escolar da graduação é considerado um documento complexo e sua tradução pode chegar a R$ 300.
"Em média, os alunos aplicam para cinco universidades americanas e gastam até R$ 3 mil só com o processo seletivo

Quem for se inscrever em mais de uma universidade, precisa de cópias dos documentos traduzidos. Neste caso, o tradutor cobrará 20% do valor da tradução do documento para cada cópia solicitada.

A maioria das universidades pede cartas de referências acadêmicas e profissionais. “Escolha um professor ou empregador que te conheça muito bem. Eles devem dar exemplos concretos dos seus feitos e habilidades”, indica Juliana Pasqual, orientadora do centro de orientação Education USA da Associação Alumni.

Se você tiver alguma publicação acadêmica, não hesite e envie junto com a sua aplicação.


3- Custos

Para fazer um curso no exterior é preciso ter uma reserva financeira para bancar os custos entrar na concorrência. Para os EUA, uma candidatura a uma vaga de pós-graduação custa em torno de R$ 800 – considerando uma avaliação do Toefl, R$ 400 gastos em tradução e a taxa média de US$ 100 (R$ 157) por inscrição.

“Em média, os alunos aplicam para cinco universidades e gastam até R$ 3 mil”, conta Juliana. A Education USA promove o programa Oportunidades Acadêmicas, do governo norte-americano, que banca os custos para estudantes de ótimo rendimento acadêmico e baixa renda.

Um curso de pós-graduação nos EUA ou MBA sem bolsa de estudos custa cerca de US$ 40 mil (R$ 62,8 mil) anuais, segundo estimativa da STB. Como a duração varia de um ano e meio a dois, o estudante terá que desembolsar pelo menos R$ 90 mil apenas com os estudos. Com alimentação e moradia, que variam bastante de uma cidade para a outra, estima-se um gasto de R$ 13 mil anuais.

“No Canadá os preços são mais acessíveis. O curso custa 12 mil dólares canadenses (R$ 19,9 mil) ao ano, e alimentação e hospedagem saem por 9 mil dólares canadenses (R$ 15 mil) anuais”, estima Bruno Seixas, gerente de educação superior da STB.
 
Um curso de pós-graduação nos EUA ou MBA sem bolsa de estudos custa US$ 40 mil (R$ 62,8 mil) por ano

Para Austrália e Inglaterra, a agência oferece parcerias com acomodação. Os custos anuais são de aproximadamente 25 mil dólares australianos (R$ 45 mil) e R$ 60 mil para a Inglaterra.

Algumas universidades oferecem programas de imersão no idioma local em parceria com as agências de intercâmbio. Nestes casos, o estudante viaja três meses antes para se ambientar com o idioma e a vida acadêmica.

Praticamente todas as instituições de ensino exigem o pagamento da anuidade (ou do semestre) do curso antes mesmo do aluno viajar. Por isso é preciso se planejar e ter uma reserva para arcar com os custos.


4- Bolsas

As bolsas de estudos, parciais e integrais, representam a melhor forma de acesso às universidades estrangeiras. Os estudantes podem procurar órgãos oficiais, como a Education USA e o British Council, consulados e as próprias universidades para se informar sobre os programas e as modalidades de auxílio financeiro concedidas a estrangeiros. Órgãos que promovem a educação de outros países prestam consultoria gratuita e ajudam os interessados a conseguir uma bolsa com seu perfil.

Há bolsas de estudo que pagam até a passagem dos estudantes, além de acomodação, anuidade do curso e custos com alimentação, livros e materiais didáticos. No entanto, o benefício é concedido a alunos com potencial acadêmico brilhante e baixa renda.

Para quem não tem um rendimento acadêmico excepcional, nem condições financeiras de arcar com as anuidades dos cursos as agências de turismo indicam o programa norte-americano Idea, que concede bolsas de pós-graduação de 50% a 100% a estudantes estrangeiros. “As mais de 100 universidades participantes não são as ‘tops’, as mais bem conceituadas, como Harvard e MIT, mas oferecem ao aluno a vivência de estudar e morar fora”, diz Fabiana Fernandes, da Central de Intercâmbio.

Em algumas universidades é possível trabalhar no campus, o que ajuda o estudante a se manter nos EUA. Para concorrer ao programa Idea, a agência cobra US$ 2.319 (R$ 3.640) pelo processo de análise acadêmica. Caso o estudante não seja aprovado, o dinheiro é devolvido – exceto US$ 200 gastos com a inscrição e a tradução dos documentos.


Confira os sites de instituições que concedem ou ajudam brasileiros a conseguir bolsas de estudo:

- Fundação Estudar

- Instituto Ling – MBA

- Fundación Carolina

- Comissão Fulbright

- British Council

- Education USA

- Fundação Lemann

- Universia


Quem leva:

- Central de Intercâmbio
www.ci.com.br
(11) 3677-3600

- STB
www.stb.com.br
(11) 3038-1555
 
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/dicas+para+fazer+posgraduacao+no+exterior/n1300119758629.html

Uniban promove Escola de Altos Estudos sobre ensino de matemática

Entre os dias 4 e 13 de maio, o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), promove o curso monográfico da Escola de Altos Estudos Iniciação à Teoria Antropológica do Didático, ministrado pelo professor Yves Chevallard. O curso possui o objetivo de promover o intercâmbio acadêmico-internacional na área de ensino de ciências e matemática.
O foco é a formação de professores e pesquisadores qualificados no país e, com isso, o fomento à produção acadêmica e a formação de recursos humanos pós-graduados na área.

Yves Chevallard
O trabalho mais conhecido do professor Yves Chevallard é A Transposição Didática. A obra deu origem à chamada Teoria Antropológica do Didático (TAD), que oferece uma ferramenta para modelar e analisar uma diversidade de atividades humanas relacionadas com a matemática.

Nesse fundamento, o professor Yves Chevallard desenvolve uma abordagem totalmente nova para a formação de professores, com foco nas necessidades e problemas da profissão, operacionalizada no que ele denomina "clínica para formação", que constitui, cumulativamente, os "arquivos de formação".

Acesse o site do Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática (SIEMAT) para mais informações.

EAE
A Escola de Altos Estudos (EAE) consiste em atividade de cooperação acadêmica-internacional na forma de cursos de curta duração. Parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), a EAE se desenvolve com recursos da Capes, que destina até R$ 150 mil para cada curso. O montante é empregado em passagens aéreas, hospedagem e apoio operacional. Todos os cursos são documentados e passam a integrar o acervo da agência.

Os cursos ministrados pelos especialistas estrangeiros têm curta duração e somam créditos para o programa de pós-graduação dos participantes. A Capes incentiva a formação de consórcios entre universidades para ampliar o acesso aos eventos. Quando possível participar via internet ou teleconferência, o curso também deve contabilizar créditos.

Saiba mais sobre a EAE.

(Assessoria de Imprensa da Capes com informações da assessoria de comunicação da Uniban)
 
Fonte: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=21869:uniban-promove-escola-de-altos-estudos-sobre-ensino-de-matematica&catid=31:cursos&Itemid=67

Intercâmbio internacional revela a importância de programas sociais para a juventude

Mais interesse pelos estudos e integração com a família e a comunidade são alguns dos resultados de projetos destinados a jovens pobres de todo o País

Fazer a primeira viagem internacional e representar a comunidade brasileira nos Estados Unidos foram experiências inesquecíveis para Joele Balbino, de 18 anos. Moradora de Sobral, no Ceará, a estudante embarcou para Washington no início deste ano, juntamente com mais 35 alunos da rede pública de ensino. Eles foram selecionados, em 2010, para a nona edição do Programa Jovens Embaixadores. Na época, Joele era uma das beneficiárias do Projovem Adolescente, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

“Como adolescente, sei que ainda tenho muito que aprender, pois preciso fazer as escolhas certas para alcançar meus objetivos. Foi aí que o Projovem Adolescente entrou na minha vida e me ensinou que um adolescente pode fazer a diferença na sua comunidade, melhorando a sua qualidade de vida”, afirma Joele. Para a jovem embaixadora, a participação no programa rendeu experiências que ela levará por toda a vida: o olhar mais crítico sobre os problemas sociais, a consciência de que cada um pode e deve interferir na construção de melhorias para a comunidade e a certeza de que sonhos se realizam.

Projovem – Destinado ao público de 15 a 17 anos, o Projovem Adolescente é um serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. O objetivo é valorizar a convivência familiar e comunitária, possibilitar o retorno ou a permanência dos adolescentes à escola. Isso se dá por meio de atividades socioeducativas nas áreas de música, dança, teatro e informática, capazes de estimular a convivência social, a participação cidadã e a formação geral para o mundo do trabalho.

A experiência no Projovem e no Jovens Embaixadores incentivou Joele para a vida. Neste ano, ela foi aprovada no curso de Administração de Empresas da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). A jovem, que agora cursa o primeiro semestre da faculdade, conta o que fez nos EUA: “Tínhamos oficinas sobre a economia e a política dos Estados Unidos e fazíamos comparações entre o Brasil e os Estados Unidos”.

Na avaliação de Paulo Aquino, da Secretaria Nacional de Assistência Social do MDS, as atividades do Projovem Adolescente, realizadas no contraturno escolar, não reproduzem a sala de aula. Segundo ele, a experiência melhora a integração com a família e assegura a permanência na escola. “O Projovem desperta o espírito protagonista dos jovens como sujeitos de direitos, promovendo a integração com a comunidade e apresentando caminhos para concretizarem sonhos e aspirações profissionais ou vocacionais, seja na universidade ou nas escolas técnicas.”

Marlon Damasceno, de 17 anos, é aluno do terceiro ano do ensino fundamental e mora no município cearense de Cariré. Um dos cursos que pretende fazer na faculdade é o de biologia. Marlon também revela a importância do Projovem Adolescente em sua vida: “Para mim, é gratificante. A gente aprende muita coisa, a debater vários assuntos. A cada dia, há um tema para discutir no Projovem”, afirma. Ele já participou de conversas sobre meio ambiente, drogas e sexualidade, entre outros assuntos. “Os professores são ótimos, capacitados, ensinam a gente a se comunicar. Aprendi a me expressar e a falar”, comemora.

Jovens Embaixadores – Em parceria com o setor público e o privado do Brasil e dos Estados Unidos, o Programa Jovens Embaixadores é uma iniciativa de responsabilidade social da embaixada daquele país. A cada ano, a missão diplomática americana seleciona jovens de 15 a 18 anos. O intercâmbio beneficia, com uma viage m de três semanas, alunos brasileiros da rede pública com excelente desempenho escolar, que falem inglês, pertençam à camada socioeconômica menos favorecida e prestem serviço voluntário, entre outras características.

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Fonte: http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=69810

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